<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><rss xmlns:atom='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0' version='2.0'><channel><atom:id>tag:blogger.com,1999:blog-11259758</atom:id><lastBuildDate>Thu, 06 May 2010 07:23:12 +0000</lastBuildDate><title>Ferrao.org</title><description></description><link>http://ferrao.org/</link><managingEditor>noreply@blogger.com (Lúcio Ferrão)</managingEditor><generator>Blogger</generator><openSearch:totalResults>1286</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-11259758.post-7429477475380339422</guid><pubDate>Fri, 30 Apr 2010 18:18:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-04-30T19:59:54.122+01:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>blogs</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Portugal</category><title>Caros leitores</title><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://blogger-ftp.blogspot.com/2010/01/deprecating-ftp.html"&gt;Alterações ao blogger&lt;/a&gt; e o &lt;a href="http://ferrao.org/" rel="nofollow"&gt;ferrao.org&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://witsalliance.wordpress.com/2009/08/04/check-out-the-wits-blogs/"&gt;&lt;img src="http://ferrao.org/uploaded_images/blog.jpg" width="400" height="300" alt="blog" align="center" /&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A partir de amanhã, 1º de Maio de 2010, este blog estará congelado, pelo menos até se encontrar uma alternativa. A utilização do software do blogger deixará de estar disponível para computadores alheios à google. A todos os que nos honraram com as suas visitas, o nosso muito obrigado.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11259758-7429477475380339422?l=ferrao.org%2Findex.html' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://ferrao.org/2010/04/caros-leitores.html</link><author>noreply@blogger.com (António Chaves Ferrão)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-11259758.post-5667677010040317611</guid><pubDate>Mon, 19 Apr 2010 16:49:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-04-19T22:42:48.658+01:00</atom:updated><title>Deus</title><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É uma perda de tempo afirmar que deus não existe. É como dizer que não existe fidelidade, só infidelidade. Deus existe porque foi criado pelo Homem.&lt;br /&gt;Deus, este produto, fruto da criatividade e da ambição humana de tudo controlar através do conhecimento foi propagado ao longo dos tempos através da educação- em algumas famílias por convicção e noutras por uma questão prática de integração ou socialização (fazendo prevalecer a cultura dominante).&lt;br /&gt;Outra coisa que também foi inventada pelo homem: Os países.&lt;br /&gt;Como negar que existem?&lt;br /&gt;Estão nas mentes das pessoas!&lt;br /&gt;Talvez o problema não resida aqui, mas sim noutro lado:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Verbo&lt;br /&gt;e.xis.tir, instransitivo&lt;br /&gt;ter existência, ser real&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;e.xis.tên.ci.a português europeu feminino&lt;br /&gt;facto de existir, de viver:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Adjetivo&lt;br /&gt;re.al, comum de dois gêneros&lt;br /&gt;que de facto existe, isto é, não é imaginário&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A questão é que o verbo existir tem duplo sentido. Por um lado refere-se à realidade mas por outro, frases como "uma existência faustosa" conferem-lhe uma concessão ao domínio da abstracção.&lt;br /&gt;Aqui está: Concreto Vs Abstracto&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em debates desta natureza seria necessário precisar primeiro com que sentido o verbo existir está a ser usado por cada elemento para que os conceitos ou ideias pudessem atingir a mente dos respectivos interlocutores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É caso para dizer:&lt;br /&gt;Sem esta concretização, não há abstracção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sugiro duas combinações possíveis:&lt;br /&gt;1. Deus existe e os países não (forma abstracta)&lt;br /&gt;2. Deus não existe mas os países sim (forma concreta)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De facto não é preciso dizer que deus não existe. Basta mostrar que a frase "deus existe" está errada porque perverte a definição do verbo existir.&lt;br /&gt;Doravante não mais interpretarei a frase "Deus não existe" como uma negação de "Deus existe" mas sim como uma simples AFIRMAÇÃO.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11259758-5667677010040317611?l=ferrao.org%2Findex.html' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://ferrao.org/2010/04/deus.html</link><author>noreply@blogger.com (Jorge Ferrão)</author><thr:total>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-11259758.post-2878191776843770636</guid><pubDate>Mon, 29 Mar 2010 17:44:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-04-09T08:33:08.248+01:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Portugal</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>onomástica</category><title>Nomes próprios - escala de frequência</title><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Usando as listas de colocação dos professores no concurso de 2009 (92500 nomes, quase 1% da população de Portugal) seleccionaram-se os antropónimos que apareciam no início: excluíram-se os apelidos. Resultaram 2038 nomes próprios distintos, dos quais 700 correspondem a ocorrências únicas (assinaladas com a frequência relativa igual a 0.00068%). Pela lista ficamos a saber que os nomes próprios femininos mais vulgares são:&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;center&gt;&lt;table align="center"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td&gt;Maria&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td&gt;Ana&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td&gt;Carla&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td&gt;Sandra&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td&gt;Paula&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;Os nomes próprios masculinos mais vulgares são:&lt;center&gt;&lt;table align="center"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td&gt;José&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td&gt;João&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td&gt;António&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td&gt;Luís&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td&gt;Pedro&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O nome de um em cada dez portugueses começa por &lt;em&gt;Maria&lt;/em&gt;. 12 nomes próprios são suficientes para chamar cinco milhões de portugueses (50%). Para chamarmos 90% dos portugueses, bastam 188 nomes próprios. Nos últimos anos, alargou-se significativamente o número de antropónimos efectivamente usados em Portugal, independentemente das validações oficiais.  Talvez os portugueses estejam a tornar-se menos conservadores na escolha dos nomes próprios. A tabela completa pode ser descarregada &lt;a href="http://ferrao.org/documentos/profs_inicial.txt"&gt;aqui&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11259758-2878191776843770636?l=ferrao.org%2Findex.html' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://ferrao.org/2010/03/nomes-proprios-escala-de-frequencia.html</link><author>noreply@blogger.com (António Chaves Ferrão)</author><thr:total>6</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-11259758.post-21463019282929948</guid><pubDate>Mon, 22 Mar 2010 16:49:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-03-22T17:05:44.920Z</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>pedagogia</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Matemática</category><title>A Aritmética dos Múltiplos</title><description>A conversão das unidades de medida costuma ser apresentada como uma espécie de receita, com um relacionamento mais ou menos intuitivo, ou decorável entre as unidades e os seus múltiplos e submúltiplos.&lt;br /&gt;Assim se perde mais uma belíssima ocasião para colocar em destaque o funcionamento das operações aritméticas, aplicadas à vida prática.&lt;br /&gt;Para apresentar o funcionamento dos múltiplos, relacionando-os com as operações aritméticas, basta fazer a associação explícita entre os termos técnicos e os valores aritméticos correspondentes, como se indica a seguir para os termos mais utilizados:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Unidade = 1&lt;br /&gt;Deca = 10&lt;br /&gt;Hecto = 100&lt;br /&gt;Kilo = 1000&lt;br /&gt;Deci = 1/10&lt;br /&gt;Centi = 1/100&lt;br /&gt;Mili = 1/1000&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com base nesta tabela, a aritmética dos múltiplos e sub-múltiplos consiste simplesmente em substituir as designações pelos números que lhes correspondem, afectando os números que lhes estão associados pelas operações aritméticas indicadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A título de exemplo, vamos converter 27 centímetros em metros:&lt;br /&gt;27 cm = 27 centi x metro = 27 x (1/100) m = 0,27 m&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vamos agora converter 350 litros em m3, sabendo que 1 litro = 1 dm3:&lt;br /&gt;350 litro = 350 dm3 = 350 x [(1/10) x m]3 = 350/1000 m3 = 0,35 m3&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Finalmente, vamos converter 1234 cm em decâmetros:&lt;br /&gt;1234 cm = 1234 x (1/100) x 1m = 1234 x (1/100) x (10/10) m = 1234 x (1/100) x (1/10) x 10m = 1234/1000 x 1 dam = 1,234 dam&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vemos deste modo, que seguindo os procedimentos indicados pela tabela anexa, não é preciso decorar se as conversões deslocam a vírgula para a direita ou para a esquerda, nem qual o valor do deslocamento. Ao mesmo tempo, confere-se significado à metodologia que consiste em transformar uma tabela, em um procedimento sistemático.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11259758-21463019282929948?l=ferrao.org%2Findex.html' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://ferrao.org/2010/03/aritmetica-dos-multiplos.html</link><author>noreply@blogger.com (José Ferrão)</author><thr:total>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-11259758.post-5644930914935685005</guid><pubDate>Sun, 21 Mar 2010 22:30:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-03-21T22:36:35.877Z</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>pedagogia</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Matemática</category><title>A aritmética das unidades de medida</title><description>Este pequeno artigo não se destina aos Físicos; esses, sabem melhor do que ninguém o que são as unidades de medida e não precisam que ninguém lhes explique, pela simples razão de que a própria Física não existiria sem elas.&lt;br /&gt;No que toca aos matemáticos, já não é tanto assim porque a Matemática não precisa das unidades de medida para viver, e por vezes, não direi os Matemáticos, mas os que vivem das matemáticas, por exemplo no ensino, não percebem que as unidades de medida não pertencem às Matemáticas, e podem sentir-se tentados a colmatar a sua própria insuficiência nas matemáticas para inclusivamente dar lições aos Físicos acerca da maneira mais correcta de representar as unidades físicas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na Matemática, as grandezas físicas surgem como um corolário para a aplicação dos conceitos abstractos à vida prática. Em vez de se afirmar que dois mais três é igual a cinco, torna-se mais concreto dizer que caminhar dois metros depois de caminhar três metros, é equivalente a percorrer um total de cinco metros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E aqui surge a primeira regra prática para a construção da aritmética das unidades de medida: pode-se somar ou subtrair quaisquer números, desde que e apenas se esses números se encontrarem associados à mesma unidade de medida, ou então eles possam reduzir-se à mesma unidade de medida. E o resultado dessa operação, será um número que se representa na mesma unidade de medida dos operandos que lhe deram origem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tratando-se das operações de multiplicação e da divisão, nesse caso a regra prática é que as unidades de medida se encontram sujeitas às mesmas operações sobre os números.&lt;br /&gt;Se por exemplo fizermos o produto de duas grandezas com a mesma unidade de medida, o resultado não será um número com essa unidade de medida, mas sim um número cuja unidade é o quadrado da unidade dos operandos. E esse resultado, encontra-se sujeito à existência, ou não, dessa unidade de medida que resultou desse produto. Se essa unidade de medida existe, então esse produto faz sentido; caso contrário, se essa unidade de medida não existe, então o resultado dessa operação não tem significado físico, isto embora possa adquirir algum sentido no campo estritamente matemático, por exemplo como um resultado intermédio para se obter o resultado final.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Poderemos concretizar melhor, multiplicando dois comprimentos: o resultado, será uma área, que se pode representar em metros quadrados (m2). Se eu multiplicar duas grandezas de tempo, obtenho um resultado que se pode representar em segundos quadrados (s2), que é uma unidade de medida que não existe em Física, portanto essa operação não tem significado físico. Ou, se quisermos dizer de outra maneira, esta operação não se pode fazer (para o caso dos segundos).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ficamos assim a ver que as unidades de medida, não apenas se podem multiplicar (ou dividir), mas têm que se multiplicar do mesmo modo como se multiplicam os números que lhes estão associados, e isto não apenas para determinar qual é a unidade do resultado, mas também para saber se esse resultado pode representar alguma coisa de concreto, ou não.&lt;br /&gt;Aliás, é assim que são construídas as chamadas unidades derivadas. Na realidade, na Física apenas existem quatro unidades de medida simples, ou fundamentais, que são o comprimento, a massa, o tempo e a temperatura. Todas as restantes unidades de medida são unidades derivadas, construídas à custa de multiplicações ou divisões entre as unidades simples e outras compostas.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11259758-5644930914935685005?l=ferrao.org%2Findex.html' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://ferrao.org/2010/03/aritmetica-das-unidades-de-medida.html</link><author>noreply@blogger.com (José Ferrão)</author><thr:total>2</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-11259758.post-8372724591041618426</guid><pubDate>Thu, 04 Mar 2010 17:52:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-03-04T17:54:26.824Z</atom:updated><title>Não-violência: mitos e realidades</title><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Marie-Ange Patrizio : &lt;em&gt;O conceito de não-violência remete-nos imediatamente a Gandi. Que juízo fazes desta grande personalidade histórica?&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Domenico Losurdo : &lt;em&gt;Temos que distinguir duas fases na evolução de Gandi. Na primeira fase, Gandi estava longe de propor a emancipação geral dos povos coloniais. Bem pelo contrário, apelava à potência colonial, a Grã-Bretanha, para que não confundisse o povo indiano - capaz de ser vista pelos ingleses como fazendo parte de um estado muito antigo, com origens raciais "arianas" - não confundisse, dizia Gandi, com os negros, ou melhor, com &lt;/em&gt;"os cafres grosseiros, cuja ocupação principal era a caça e cuja única ambição era a de juntar determinado número de cabeças de gado para trocar por uma mulher, afim de poder desfrutar de uma vida de ócio e nudez"&lt;em&gt; (sic).&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Para conseguir a cooptação da raça dominante, para com o povo dos senhores (arianos e brancos), Gandi apelou, no princípio do século XX, aos seus co-nacionais para que se colocassem ao serviço do exército imperial, empenhado numa repressão feroz contra os zulus.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;É sintomático que, durante a Primeira Guerra Mundial, o suposto campeão da não-violência se tenha proposto recrutar meio-milhão de homens para o exército britânico. Tal zelo dedicou a esta tarefa, que chegou a escrever ao secretário pessoal do vice-rei: &lt;/em&gt;"Tenho a impressão de que, se eu me tornasse o vosso recrutador-mor, podería submergi-lo em homens"&lt;em&gt;. Quer se dirigisse aos seus co-nacionais, quer ao vice-rei, Gandi insistia de forma totalmente obsequiosa à disponibilidade para o sacrifício a que todo um povo deveria estar preparado. Tornava-se necessário &lt;/em&gt;"oferecer o nosso apoio total e decidido ao Império"&lt;em&gt;; a Índia deve mostrar-se pronta a &lt;/em&gt;"oferecer, nesta hora crítica, os seus filhos válidos ao sacrifício pelo Império"&lt;em&gt;; &lt;/em&gt;"devemos, para a defesa do Império, dar todos os homens de que dispomos"&lt;em&gt;.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Com uma coerência à prova de fogo, Gandi desejou que os filhos da sua terra se envolvessem e participassem na guerra.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://voltairenet.org/article164337.html"&gt;...&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11259758-8372724591041618426?l=ferrao.org%2Findex.html' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://ferrao.org/2010/03/nao-violencia-mitos-e-realidades.html</link><author>noreply@blogger.com (António Chaves Ferrão)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-11259758.post-552126911637007745</guid><pubDate>Wed, 03 Mar 2010 12:55:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-03-03T13:00:58.800Z</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Greve</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Portugal</category><title>Greve Nacional da Administração Pública</title><description>&lt;a href="http://ferrao.org/uploaded_images/cartaz_greve_4mar2010.jpg"&gt;&lt;img src="http://ferrao.org/uploaded_images/cartaz_greve_4mar2010.jpg" width="400" height="567" alt="Greve" align="center"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11259758-552126911637007745?l=ferrao.org%2Findex.html' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://ferrao.org/2010/03/greve-nacional-da-administracao-publica.html</link><author>noreply@blogger.com (António Chaves Ferrão)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-11259758.post-973460530881043029</guid><pubDate>Tue, 02 Mar 2010 21:58:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-03-02T21:59:18.581Z</atom:updated><title>Festival Queijo, Pão e Vinho</title><description>&lt;a href="http://feedproxy.google.com/%7Er/HMaisVidaAlmDoDfice/%7E3/dthiPY1NO_4/festival-queijo-pao-e-vinho.html"&gt;Festival Queijo, Pão e Vinho&lt;/a&gt;: "&lt;div style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_1TOdWUYxntE/S4xe-0sqO5I/AAAAAAAAAT4/Y_3TTMqPTmg/s1600-h/queijo_pao_vinho.png" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img src="http://4.bp.blogspot.com/_1TOdWUYxntE/S4xe-0sqO5I/AAAAAAAAAT4/Y_3TTMqPTmg/s320/queijo_pao_vinho.png" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Quem me tem acompanhado neste Festival nunca deixou de lá voltar é preciso dizer mais alguma coisa?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;fica apenas o l&lt;a href="http://maps.google.pt/maps?f=d&amp;amp;source=s_d&amp;amp;saddr=Lisboa&amp;amp;daddr=Estrada+desconhecida&amp;amp;hl=pt-PT&amp;amp;geocode=%3BFd9JTAIdweR2_w&amp;amp;mra=ls&amp;amp;sll=38.556103,-8.968835&amp;amp;sspn=0.011243,0.022724&amp;amp;ie=UTF8&amp;amp;ll=38.553988,-8.983941&amp;amp;spn=0.005051,0.022724&amp;amp;t=h&amp;amp;z=16&amp;amp;layer=c&amp;amp;cbll=38.554108,-8.985423&amp;amp;panoid=DmiL-5hmvUFjbqMdlN0SEw&amp;amp;cbp=11,90.53,,0,5.17"&gt;ink para chegarem ao Festival&lt;/a&gt;&lt;div&gt;&lt;img src="https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5726671056318066713-4812603384860786403?l=www.hamaisvidaalemdodefice.com" alt="" height="1" width="1" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/%7Er/HMaisVidaAlmDoDfice/%7E4/dthiPY1NO_4" height="1" width="1" /&gt;"&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11259758-973460530881043029?l=ferrao.org%2Findex.html' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://ferrao.org/2010/03/festival-queijo-pao-e-vinho.html</link><author>noreply@blogger.com (Lúcio Ferrão)</author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_1TOdWUYxntE/S4xe-0sqO5I/AAAAAAAAAT4/Y_3TTMqPTmg/s72-c/queijo_pao_vinho.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-11259758.post-8077068652215296407</guid><pubDate>Tue, 02 Mar 2010 18:12:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-03-02T18:14:07.701Z</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>intervenção cívica</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Portugal</category><title>A 20 de Março, limpar Portugal</title><description>&lt;object width="400" height="335"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/7i8H8rg19zg&amp;hl=pt_PT&amp;fs=1&amp;"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/7i8H8rg19zg&amp;hl=pt_PT&amp;fs=1&amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="400" height="335"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11259758-8077068652215296407?l=ferrao.org%2Findex.html' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://ferrao.org/2010/03/20-de-marco-limpar-portugal.html</link><author>noreply@blogger.com (António Chaves Ferrão)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-11259758.post-5493385492618431706</guid><pubDate>Mon, 01 Mar 2010 14:09:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-03-01T14:22:29.443Z</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>11 de Setembro</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>EUA</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>terrorismo de Estado</category><title>Sterling D. Allan - 911 Truth, San Francisco</title><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Há excelentes videos sobre o 11 de Stembro, produzidos recentemente e que merecem a atenção, quer se trate de alguém que já convencido de que houve uma conspiração e uma tentativa subsequente de cobertura promovida por elementos do governo dos Estados Unidos da América, ou de alguém que ainda não tenha chegado a essa conclusão.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;object height="243" width="400"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/gZFDsAH-CLA&amp;amp;hl=pt_PT&amp;amp;fs=1&amp;amp;"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/gZFDsAH-CLA&amp;amp;hl=pt_PT&amp;amp;fs=1&amp;amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" height="243" width="400"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;There have been some excellent 911 Truth videos produced recently that deserve your attention, whether you are already convinced that there is a conspiracy and cover-up from elements within the U.S. government, or you have yet to come to that conclusion. Such a criminal cover-up is blatantly obvious if you will consider the evidence that is presented in these videos, which provide some new evidence as well as present the old evidence in power ways.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The reason this is relevant to free energy technology is that the faction that is involved in the 911 execution and cover-up is part of a wider conspiracy for whom the emergence of these game-changing free energy technologies and the liberation they would provide would spell disaster to the cabal's agenda to establish a world Orwellian police state. Likewise, you can see why helping such technologies emerge becomes a heroic endeavor of epic proportions.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Watching and propagating these videos is a revolutionary act. Be part of the resistance to tyranny. It's part of the milieu of defending and advancing freedom.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Sterling D. Allan, &lt;a href="http://peswiki.com/index.php/Review:911_Truth_Video_Collection_from_Winter_2010#Part_1.2F6_.E2.80.93_AE911_Truth_1000_.E2.80.93_SF_Press_Conference"&gt;Review:911 Truth Video Collection from Winter 2010&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Feb. 25, 2010&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11259758-5493385492618431706?l=ferrao.org%2Findex.html' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://ferrao.org/2010/03/sterling-d-allan-911-truth-san.html</link><author>noreply@blogger.com (António Chaves Ferrão)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-11259758.post-9182532682462508965</guid><pubDate>Wed, 24 Feb 2010 22:38:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-02-25T22:46:33.231Z</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>inundações</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Madeira</category><title>Madeira - Inundações e aluimentos</title><description>&lt;center&gt;&lt;a href="http://ferrao.org/uploaded_images/madeira.jpg"&gt;&lt;img src="http://ferrao.org/uploaded_images/madeira.jpg" alt="Madeira" align="center" height="300" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;(clique sobre a imagem para ampliar)&lt;/span&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A 20 de Fevereiro de 2010, uma chuva torrencial inundou a ilha portuguesa da Madeira. Água, rocha e lama deslizaram pelas vertentes escarpadas da ilha e atingiram as ruas do Funchal e de outras cidades da costa Sul da ilha, a mais densamente povoada. Com as inundações, pelo menos 42 pessoas morreram e 13 continuam desaparecidas, segundo informação de 23 de Fevereiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Duas características sobressaem da topografia desta parte da Madeira: montanhas elevadas e valas profundas. Ambas são evidentes na imagem, e ajudam a compreender a dimensão das inundações. A ilha da Madeira apresenta declives elevados desde a costa no Oceano Atlântico, estando o seu pico mais elevado a uma altitude de 1862 metros. As escarpas do terreno descarregam as águas que caem das montanhas para a costa, quando ocorrem chuvadas extremas, como a que atingiu a ilha a 20 de Fevereiro; os aluimentos nestas condições são inevitáveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Valas profundas determinam o curso normal das águas no seu caminho para a costa. As manchas escuras da foto denunciam a posição dessas valas iluminadas pelo Sol da madrugada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Três rios correm das montanhas para a cidade do Funchal. As valas que trazem dois destes rios são nítidos na imagem. Estes rios estão alinhadas com algumas das estradas principais da cidade e juntam-se num "V" na zona do porto.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a href="http://earthobservatory.nasa.gov/NaturalHazards/view.php?id=42787&amp;amp;src=nha"&gt;Earth Observatory&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;br /&gt;&lt;object height="335" width="400"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/aTf0h3nobAs&amp;amp;hl=pt_PT&amp;amp;fs=1&amp;amp;"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/aTf0h3nobAs&amp;amp;hl=pt_PT&amp;amp;fs=1&amp;amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" height="335" width="425"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/center&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11259758-9182532682462508965?l=ferrao.org%2Findex.html' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://ferrao.org/2010/02/madeira-inundacoes-e-aluimentos.html</link><author>noreply@blogger.com (António Chaves Ferrão)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-11259758.post-4825677118048213048</guid><pubDate>Sun, 21 Feb 2010 22:38:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-02-21T22:39:27.252Z</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>pintura</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Portugal</category><title>Rosa Vaz - Uma artista de Angola</title><description>&lt;center&gt;&lt;a href="http://ferrao.org/uploaded_images/rosavaz.jpg"&gt;&lt;img src="http://ferrao.org/uploaded_images/rosavaz.jpg" width="400" height="300" alt="Rosa Vaz" align="center"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;(Clique na imagem para ampliar)&lt;/center&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11259758-4825677118048213048?l=ferrao.org%2Findex.html' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://ferrao.org/2010/02/rosa-vaz-uma-artista-de-angola.html</link><author>noreply@blogger.com (António Chaves Ferrão)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-11259758.post-6552993873100228730</guid><pubDate>Thu, 18 Feb 2010 13:22:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-02-25T08:13:30.469Z</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Matemática</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Algoritmos</category><title>Extracção da Raíz Cúbica</title><description>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://ferrao.org/uploaded_images/file-712587.GIF"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 298px; height: 236px;" src="http://ferrao.org/uploaded_images/file-712585.GIF" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Apresento a seguir um método bastante prático para extrair a raiz cúbica de um número decimal.&lt;br /&gt;Por razões de simplicidade, neste caso vou apresentar o quadro completo logo de início, e seguidamente passarei aos detalhes da execução.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O método consiste em construir um quadro a cinco colunas, como se apresenta acima.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No exemplo indicado pretende-se extrair a raíz cúbica do número 33077, com o resultado final representado por 32,1 x 32,1 x 32,1 + 0,839 = 33077,000.&lt;br /&gt;Começamos então por traçar um quadro a cinco colunas, onde colocamos o número dado na quarta coluna, tendo o cuidado de colocar a parte decimal do mesmo, se houver na quinta coluna. Além disso, iremos agrupar os algarismos em grupos de três, a contar sempre a partir da vírgula decimal, tanto para a esquerda (parte inteira) como para a direita - parte decimal.&lt;br /&gt;Completamos a preenchimento desta primeira linha com a referência y2, indicando que iremos calcular o quadrado de um número, utilizei y em vez de x para não confundir com o sinal de vezes que aparece noutros locais; a referência x3 significa que iremos multiplicar qualquer coisa por três, e o mesmo para x100.&lt;br /&gt;Na segunda linha temos uma multiplicação por 30 somada com qualquer coisa, a seguir um certo produto, a seguir uma soma.&lt;br /&gt;O cálculo começa com a obtenção do --&gt; 3, resultado da extracção da raíz cúbica inteira de 33, e a colocação do correspondente 27 que é o maior cubo que cabe em 33. Colocamos o 3 no espaço indicado entre (parêntesis), indicando que a contrução deste campo irá evoluir até se alcançar o resultado final.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A parte que se segue é repetitiva, por isso separamos a obtenção de cada um dos restantes dígitos do resultado, com traços horizontais.&lt;br /&gt;Em primeiro lugar fazemos a diferença de 27 para 33, obtendo o 6 que será completado com os três algarismos seguintes do número dado, indicado na primeira linha, cujo resultado é o 6077 que no fundo, é o resto que fica depois de elevar ao cubo o trinta que já tenho.&lt;br /&gt;A primeira linha desta etapa consiste em calcular o 9, que é o quadrado do (3), seguindo-se o 27, que é o triplo do 9, e multiplicando este valor por 100, conforme indicado nas mesmas colunas da primeira linha.&lt;br /&gt;Obtido o 2700, faz-se a divisão inteira do 6077 por 2700, produzindo o --&gt; 2 que há-de ser o segundo algarismo da raíz cúbica, se tudo correr bem.&lt;br /&gt;Este --&gt; 2 é adicionado ao produto de 30 pelo três que já tenho no resultado, produzindo o 92.&lt;br /&gt;O mesmo --&gt; 2 multiplica pelo 92 da primeira coluna, produzindo o 184;&lt;br /&gt;E este 184 á adicionado ao 2700 da terceira coluna, produzindo o 2884, conforme se encontra indicado na segunda linha para proceder.&lt;br /&gt;Seguidamente multiplico o 2884 pelo mesmo --&gt; 2, resultando o 5768 da quarta coluna que completa esta segunda etapa.&lt;br /&gt;Como o resultado obtido é inferior ao 6077 que lhe fica acima, fica confirmado o --&gt; 2 como segundo algarismo do resultado, o qual será inscrito a seguir ao (3) da segunda linha da quinta coluna.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na terceira etapa segue-se o mesmo procedimento, fazendo a subtracção indicada na quarta coluna para obter o 309, que será completado por três zeros já que, no nosso caso, o número dado não tinha parte decimal.&lt;br /&gt;Na primeira coluna calculo o quadrado do (32) que já tenho, obtendo o 1024, multiplico o mesmo por três, obtendo o 3072, e finalmente multiplico o mesmo por 100, tendo agora o cuidado de passar estes dois zeros para o lado direito do traço separador, uma vez que os zeros que se baixaram no 309 também se encontram à direita do respectivo traço.&lt;br /&gt;A seguir faço a divisão inteira destes dois números, mas considerando-os como inteiros o que corresponde à --&gt; 1 unidade que irá utilizar-se para construir a linha seguinte.&lt;br /&gt;Multiplicando o (32) que já tenho por 30 e adicionando-lhe a --&gt; 1 unidade, obtenho o 961.&lt;br /&gt;Este 961 multiplicado por --&gt; 1 corresponde ao 961 da segunda coluna, e será adicionado ao 307200 considerado como inteiro, produzindo o 3081,61 que figura na terceira coluna.&lt;br /&gt;E este 3081,61 será multiplicado por 0,1 que é o significado decimal desta --&gt; 1 unidade, para efeitos de proceder à subtracção final do número que lhe fica acima.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Confirmado este algarismo --&gt; 1, posso acrescentá-lo ao (32) para produzir o resultado final, e obter o resto como 0,839 que é indicado na tabela.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11259758-6552993873100228730?l=ferrao.org%2Findex.html' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://ferrao.org/2010/02/extraccao-da-raiz-cubica.html</link><author>noreply@blogger.com (José Ferrão)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-11259758.post-9110196740237717927</guid><pubDate>Wed, 17 Feb 2010 22:49:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-02-17T23:01:06.791Z</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Matemática</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Algoritmos</category><title>A extracção da Raiz Quadrada</title><description>A extracção da raiz quadrada foi um dos temas que foi contemplado com a invasão do ensino público pelo eduquês.&lt;br /&gt;Não me conformando com a substituição da algoritmia pela máquina de calcular, apresento aqui uma representação deste algoritmo que se revela bastante simples e sistemática, embora algo diferente daquela que aprendi nos idos do meu tempo escolar, isto embora a lógica seja a mesma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Interessou-me particularmente este exemplo numérico, para efeitos da exposição do cálculo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Começo por considerar o desenvolvimento em três colunas, a saber:&lt;br /&gt;Na primeira coluna figuram os cálculos auxiliares;&lt;br /&gt;Na segunda coluna figuram as partes inteiras do número dado, e dos eventuais restos.&lt;br /&gt;Na terceira coluna figuram as partes decimais dos anteriores, e também o valor final da raiz quadrada, este na segunda linha.&lt;br /&gt;De duas em duas linhas, será traçada uma linha horizontal para separar o desenvolvimento de cada um dos dígitos do resultado obtido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Começo então por colocar na segunda e terceira colunas, o número de que pretendo extrair a raiz quadrada, assim:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; .. |   1.52|27.6&lt;br /&gt; .. |  ... 1   |1&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O número inicial é 152,276 portanto coloquei a parte inteira na segunda coluna, e a parte decimal na terceira.&lt;br /&gt;Depois de colocar o número, distribui-se o separador . de modo a marcar o número de dois em dois dígitos, a contar a partir do separador decimal - a vírgula na nossa notação, a qual neste algoritmo é representada pelo segundo traço vertical.&lt;br /&gt;Esta separação de dois em dois dígitos resulta do facto da centena ser o quadrado da dezena, e na realidade cada uma das etapas consiste em obter o dígito do resultado que corresponde a cada um dos pares de dígitos do valor dado.&lt;br /&gt;O "1" que coloquei na terceira coluna da segunda linha corresponde já à zaíz inteira do "1" que foi separado do 152, e é já o primeiro dígito do resultado, que ficará colocado neste mesmo local.&lt;br /&gt;E o "1" que coloquei na segunda coluna da segunda linha corresponde ao quadrado perfeito do "1" que ficou na terceira coluna.&lt;br /&gt;Uma vez calculado o primeiro dígito do resultado, traçamos o primeiro separador horizontal e passamos à parte repetitiva do desenvolvimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; .... | ..  1.52|27.6&lt;br /&gt; .... | ......  1   |1&lt;br /&gt;---------------&lt;br /&gt;20|  .. 0 52|&lt;br /&gt;22|   .....  44|&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Começamos por subtrair os valores da segunda coluna, para obter o zero; a este acrescenta-se o 52 que é o segundo grupo de dois algarismos em que se dividiu o número inicial.&lt;br /&gt;O 20 foi obtido fazendo o dobro do resultado parcial que figura actualmente na segunda linha da terceira coluna (=1) e acrescentando-lhe um zero.&lt;br /&gt;O 22 que foi colocado abaixo do anterior resulta de substituir o zero do 20 por um outro inteiro, de tal modo que multiplicando este resultado pelo mesmo 2, há-de dar um produto que não seja superior ao 52.&lt;br /&gt;E o 44 corresponde ao produto final do 22 pelo mesmo algarismo 2 que se substituiu no 20.&lt;br /&gt;O algarismo a acrescentar ao 1 que figura no nosso resultado parcial, é portanto o 2 que converte o "1" em "12", completanto a segunda etapa do processo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; .... | ..  1.52|27.6&lt;br /&gt; .... | ......  1   |1&lt;br /&gt;---------------&lt;br /&gt;20|  .. 0 52|&lt;br /&gt;22|   .....  44|&lt;br /&gt;---------------&lt;br /&gt;24|0  ....  08|27&lt;br /&gt;24|3  ......   7|29&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O 240 corresponde ao dobro de 12, que é o resultado parcial actual, acrescentando-lhe um zero.&lt;br /&gt;O 827 vem da subtracção indicada acima, acrescentando-lhe os dois dígitos seguintes do número dado inicialmente, na primeira linha.&lt;br /&gt;O 243 é aquele número que é adaptado do 240, de tal modo que, multiplicado pelo mesmo 3, não será superior ao 827.&lt;br /&gt;E o 729 é o triplo do 243, que confirma o algarismo "3" como terceiro dígito do resultado, a acrescentar ao "12", depois de lhe colocar a vírgula decimal uma vez que o 27 que se baixou para o obter já figura na terceira coluna.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; .... | ..  1.52|27.6&lt;br /&gt;  .... | ......  1   |1&lt;br /&gt; ---------------&lt;br /&gt; 20|  .. 0 52|&lt;br /&gt; 22|   .....  44|&lt;br /&gt; ---------------&lt;br /&gt;24|0  ....  08|27&lt;br /&gt;24|3  ......   7|29&lt;br /&gt;---------------&lt;br /&gt;24|60  ....  0|9860&lt;br /&gt;24|64  ......   |9856&lt;br /&gt;---------------&lt;br /&gt;...  |   ........   0|0004&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dispensando-me aqui de repetir a descrição desta última etapa, mostro apenas que o último resto, igual a 0,0004 significa que o quadrado de 12,34 corresponde a 4 décimas milésimas a menos do que 152,276, ou seja 12,34 x 12,34 + 0,0004 = 152,276.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A colocação dos algarismos entre a primeira e a segunda colunas, é feita de tal maneira que os algarismos trespassam o traço vertical, em correspondência com o que acontece nos restos que se distribuem entre a segunda e a terceira colunas. No caso deste exemplo, isso aconteceu a seguir à linha que contém o 22 e o 44.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11259758-9110196740237717927?l=ferrao.org%2Findex.html' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://ferrao.org/2010/02/extraccao-da-raiz-quadrada.html</link><author>noreply@blogger.com (José Ferrão)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-11259758.post-7753586772413805088</guid><pubDate>Mon, 08 Feb 2010 20:47:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-02-08T22:38:19.935Z</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>11 de Setembro</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>intervenção cívica</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>EUA</category><title>9/11 - Demoliçao controlada</title><description>&lt;center&gt;&lt;a href="http://www.ae911truth.org"&gt;&lt;img src="http://ferrao.org/uploaded_images/colapsotorre.jpg" width="320" height="320" alt="Torres gémeas" align="center"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/center&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A associação &lt;em&gt;Architects and Engineers for the 9/11 Truth&lt;/em&gt; definiu dez sinais distintivos de uma demolição programada:&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;ol style="text-align: justify;"&gt;&lt;li&gt;Activação repentina da destruição na base do edifício&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Colapso vertical de todo o edifício sobre os alicerces&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Explosões faseadas retiram o apoio das vigas&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Queda livre no trajecto de máxima resistência&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Fraccionamento das vigas de aço em pedaços prontos para o transporte&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Afectação mínima dos edifícios vizinhos&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Estampidos e clarões de explosões&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Nuvens enormes de cimento pulverizado&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Foguetes: jactos de cargas explosivas visíveis nos andares superiores&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Presença quimicamente comprovável de cargas de corte&lt;/li&gt;&lt;/ol&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Todos estes sinais estão presentes na queda das torres 1, 2 e 7 (esta última não foi atingida por qualquer avião).&lt;br /&gt;O relatório oficial sobre os acontecimentos de 11 de Setembro de 2001, pelos numerosos factos omitidos, foi incapaz de eliminar as dúvidas junto dos familiares das vítimas e das pessoas que assistiram directamente aos acontecimentos ou mesmo através da televisão. Dando voz aos anseios de todas essas pessoas, a &lt;em&gt;Architects and Engineers for the 9/11 Truth&lt;/em&gt; solicitou uma investigação independente para levar os responsáveis a tribunal.&lt;br /&gt;Richard Gage, o fundador da &lt;em&gt;Architects and Engineers for the 9/11 Truth&lt;/em&gt;, que já conta com mais de mil especialistas na área da construção civil, propõe:&lt;br /&gt;- Em primeiro lugar, façamos emergir todos os factos tecnicamente comprováveis, deixando de lado as questões de conspiração ou de outra natureza.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;object height="344" width="425"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/isTGuaaln9A&amp;amp;hl=pt_PT&amp;amp;fs=1&amp;amp;"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/isTGuaaln9A&amp;amp;hl=pt_PT&amp;amp;fs=1&amp;amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" height="344" width="425"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11259758-7753586772413805088?l=ferrao.org%2Findex.html' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://ferrao.org/2010/02/911-demolicao-controlada.html</link><author>noreply@blogger.com (António Chaves Ferrão)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-11259758.post-2334001662012642208</guid><pubDate>Wed, 03 Feb 2010 20:02:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-02-03T20:03:56.673Z</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Portugal</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>prepotencia</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>jornalismo</category><title>Mário Crespo - O Fim da Linha</title><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Terça-feira dia 26 de Janeiro. Dia de Orçamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Primeiro-ministro José Sócrates, o Ministro de Estado Pedro Silva Pereira, o Ministro de Assuntos Parlamentares, Jorge Lacão e um executivo de televisão encontraram-se à hora do almoço no restaurante de um hotel em Lisboa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fui o epicentro da parte mais colérica de uma conversa claramente ouvida nas mesas em redor. Sem fazerem recato, fui publicamente referenciado como sendo mentalmente débil (“um louco”) a necessitar de (“ir para o manicómio”). Fui descrito como “um profissional impreparado”. Que injustiça. Eu, que dei aulas na Independente. A defunta alma mater de tanto saber em Portugal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Definiram-me como “um problema” que teria que ter “solução”. Houve, no restaurante, quem ficasse incomodado com a conversa e me tivesse feito chegar um registo. É fidedigno. Confirmei-o.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma das minhas fontes para o aval da legitimidade do episódio comentou (por escrito): “(…) o PM tem qualidades e defeitos, entre os quais se inclui uma certa dificuldade para conviver com o jornalismo livre (…)”. É banal um jornalista cair no desagrado do poder. Há um grau de adversariedade que é essencial para fazer funcionar o sistema de colheita, retrato e análise da informação que circula num Estado. Sem essa dialéctica só há monólogos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sem esse confronto só há Yes-Men cabeceando em redor de líderes do momento dizendo yes-coisas, seja qual for o absurdo que sejam chamados a validar. Sem contraditório os líderes ficam sem saber quem são, no meio das realidades construídas pelos bajuladores pagos. Isto é mau para qualquer sociedade. Em sociedades saudáveis os contraditórios são tidos em conta. Executivos saudáveis procuram-nos e distanciam-se dos executores acríticos venerandos e obrigados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nas comunidades insalubres e nas lideranças decadentes os contraditórios são considerados ofensas, ultrajes e produtos de demência. Os críticos passam a ser “um problema” que exige “solução”. Portugal, com José Sócrates, Pedro Silva Pereira, Jorge Lacão e com o executivo de TV que os ouviu sem contraditar, tornou-se numa sociedade insalubre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 2010 o Primeiro-ministro já não tem tantos “problemas” nos media como tinha em 2009.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O “problema” Manuela Moura Guedes desapareceu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O problema José Eduardo Moniz foi “solucionado”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Jornal de Sexta da TVI passou a ser um jornal à sexta-feira e deixou de ser “um problema”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi-se o “problema” que era o Director do Público.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora, que o “problema” Marcelo Rebelo de Sousa começou a ser resolvido na RTP, o Primeiro Ministro de Portugal, o Ministro de Estado e o Ministro dos Assuntos Parlamentares que tem a tutela da comunicação social abordam com um experiente executivo de TV, em dia de Orçamento, mais “um problema que tem que ser solucionado”. Eu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que pervertido sentido de Estado. Que perigosa palhaçada. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11259758-2334001662012642208?l=ferrao.org%2Findex.html' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://ferrao.org/2010/02/mario-crespo-o-fim-da-linha.html</link><author>noreply@blogger.com (António Chaves Ferrão)</author><thr:total>5</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-11259758.post-5690868582516899566</guid><pubDate>Mon, 01 Feb 2010 16:15:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-02-02T08:09:32.998Z</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>economia</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>energia electrica</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Angola</category><title>Desenvolvimento Angolano</title><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://ferrao.org/uploaded_images/20100201090935ngove%5B1%5D-772421.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 300px; height: 200px;" src="http://ferrao.org/uploaded_images/20100201090935ngove%5B1%5D-772418.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;A barragem hidroeléctrica do Ngove, situada a 120 quilómetros a sul da cidade do  Huambo, começa a produzir energia eléctrica a partir de Fevereiro de 2011,  revelou, na quinta-feira, à Angop, o director-geral do Gabinete de  Aproveitamento Hidrográfica da Bacia do Cunene.&lt;br /&gt;Gomes da Silva disse que a  reabilitação da barragem “está bastante avançada” e que depois de concluída vai  permitir a entrada em funcionamento de uma turbina de 20 megawatts para, quatro  meses depois, arrancarão outras duas com igual capacidade, totalizando 60  megawatts.&lt;br /&gt;Gomes da Silva afirmou que os ensaios da primeira turbina - que  vai produzir, numa primeira fase, electricidade apenas paras as cidades do  Huambo e do Kuito - estão previstos para Dezembro, prolongando-se até  Janeiro.&lt;br /&gt;A obra, orçada em 150 milhões de dólares, consiste na recuperação do  corpo da barragem e na montagem de uma central eléctrica.&lt;br /&gt;A empreitada inclui  a reabilitação e construção de casas para os operadores da barragem e a  reabilitação de um aeródromo, com uma pista de 1.060 metros, aéreas para  bombeiros e de abastecimento de combustível.&lt;br /&gt;O director-geral do Gabinete de  Aproveitamento Hidrográfico da Bacia do Cunene revelou que a barragem do Ngove,  além de produzir energia eléctrica, vai continuar como reguladora de cauda da  barragem do Ruacaná, na Matala, província da Huíla.&lt;br /&gt;O director provincial de  Energia e Águas no Huambo, Elias Adolfo, referiu que a entrada em funcionamento  da barragem “é um grande ganho para as populações da região e do sector  industrial, em particular”.&lt;br /&gt;Elias Adolfo frisou que, a par da reabilitação da  barragem do Ngove, está em curso a montagem de linha de transporte de  electricidade da subestação do Belém do Huambo para a cidade do Kuito.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11259758-5690868582516899566?l=ferrao.org%2Findex.html' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://ferrao.org/2010/02/desenvolvimento-angolano.html</link><author>noreply@blogger.com (Cláudio Ferrão)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-11259758.post-2749858128263428134</guid><pubDate>Mon, 01 Feb 2010 16:07:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-02-02T08:08:08.002Z</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>futebol</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Angola</category><title>Orgulho de ser Angolano.</title><description>&lt;p style="display: block; text-align: justify;" id="text1" class="text"&gt;O Presidente da Comissão da União Africana (CUA), o gabonês Jean Ping,  manifestou ontem, em Addis Abeba, a  sua satisfação pela forma brilhante como o  Governo angolano organizou a Taça de Africa das Nações em Futebol, CAN Orange  Angola’ 2010.&lt;br /&gt;Jean Ping, que discursava na cerimónia inaugural da XIV Cimeira  Ordinária da União Africana, assegurou que o êxito obtido por Angola vai  repetir-se no Campeonato do Mundo de Futebol, a ter lugar em Junho próximo, na  África do Sul, e condenou o ataque bárbaro perpetrado pela FLEC em Cabinda  contra a selecção nacional do Togo.&lt;br /&gt;O presidente da Comissão da União  Africana qualificou de injustificável, e aproveitou também a ocasião para  endereçar as suas condolências “aos irmãos e irmãs do Haiti, afectados pela  catástrofe do sismo, a 12 de Janeiro de 2010”.&lt;br /&gt;“Não esqueceremos com triste  emoção o ataque injustificável perpetrado contra o autocarro que transportava a  equipa nacional do Togo,  que causou a morte de duas pessoas, inclinando-nos em  sua memória”, disse.&lt;br /&gt;O Presidente da Comissão da União Africana também se  manifestou satisfeito com a evolução da situação na Guiné-Bissau, depois das  eleições presidenciais ganhas por Malam Bacai Sanha, ausente da cimeira por  razões de saúde.&lt;br /&gt;Na presença do Chefe de Estado do Sudão, Jean Ping disse  que a situação no Darfur continua grave, devendo um relatório sobre o assunto  ser entregue pelo antigo Presidente da África do Sul Thabo Mbeki aos Chefes de  Estado e de Governo africanos.&lt;br /&gt;Ontem, mais de 30 Chefes de Estado e de  Governo da UA, o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, e o presidente em  exercício da União Europeia, Jose Luiz Zapatero, participaram no acto oficial do  içar da nova bandeira da UA, cerimónia que contou com a presença do Presidente  da Assembleia Nacional, Fernando da Piedade Dias dos Santos.&lt;br /&gt;Representando o  Presidente da Republica, José Eduardo dos Santos, na XIV Cimeira Ordinária dos  Chefes de Estado e de Governo da  União Africana, Fernando da ­Piedade manteve,  pouco depois do içar da bandeira, encontros com os Presidentes de São Tomé e  Príncipe, Fradique de Menezes, do Gabão, Ali Bongo Ondimba, e da Tanzânia,  Jakaya Kikwete.&lt;br /&gt;Ainda à margem da cimeira,  o Presidente da Assembleia  Nacional, que regressa hoje ao país, reuniu-se com o vice-Presidente do Ghana, a  quem fez a entrega de uma mensagem do Presidente José Eduardo dos Santos para o  seu homólogo John Atta Mills.&lt;br /&gt;Fernando da Piedade participou também na  eleição consensual do candidato da SADC para a presidência rotativa da UA, que o  líder  líbio, Muammar Al Kadhafi, queria continuar a exercer por mais um  mandato, para supostamente concluir o seu projecto de construção dos Estados  Unidos de África. O líder líbio abandonou ontem mesmo os trabalhos da cimeira,  regressando ao seu país.&lt;br /&gt;O secretário executivo da SADC, Tomás Salomão,  manifestou-se satisfeito com a eleição consensual do candidato da comunidade,    tendo desdramatizado a posição dos representantes dos Estados do Magrebe que  defendiam mais um mandato para Kadhafi.&lt;br /&gt;Durante a sua intervenção, o  Secretario Geral da ONU, Ban Ki-moon, anunciou a realização de uma conferência  sobre as metas de desenvolvimento do milénio, em Setembro próximo, em Nova  Iorque, durante a qual as questões das tecnologias de informação e comunicação,  do clima, da agricultura e a actual crise económica e financeira serão abordadas  em profundidade.&lt;br /&gt;O Zimbabwe foi eleito sábado  membro do Conselho de Paz e  Segurança (CPS) da UA em representação da África Austral. O Comité Executivo dos  Ministros dos Negócios Estrangeiros elegeu igualmente dez membros do Conselho de  Segurança para um mandato de dois anos. Trata-se do Djibuti, do Rwanda, da  Mauritânia, da Nigéria, da Namíbia, da África do Sul, do Benin, da Côte  d’Ivoire, do Mali e do Tchad.&lt;br /&gt;A Mauritânia foi readmitida no seio da UA  depois duma breve suspensão na sequência do golpe de Estado militar de Agosto de  2008, sanado com a realização de eleições gerais. &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11259758-2749858128263428134?l=ferrao.org%2Findex.html' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://ferrao.org/2010/02/orgulho-de-ser-angolano.html</link><author>noreply@blogger.com (Cláudio Ferrão)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-11259758.post-5088434439678649357</guid><pubDate>Sat, 30 Jan 2010 21:59:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-02-02T08:07:14.562Z</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>conhecimento</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>tecnologia</category><title>A Sociedade da Informação</title><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Movido pela curiosidade, inscrevi-me numa &lt;a href="http://web.lisboaeditora.pt/conferencia"&gt;conferência&lt;/a&gt; da Lisboa Editora acerca do ensino da Matemática. No cartaz não dizia as horas, mas estava claro que era na Faculdade de Ciências, que era um local que eu já não visitava há muitos e bons anos.&lt;br /&gt;Depois de tropeçar numa fila quilométrica para a Loja do Cidadão dos Restauradores, lá subi o elevador da Glória, continuando a té chegar ao conhecido local da Rua da Escola Politécnica. Qual não foi o meu espanto, quando me apercebi que aquilo agora é só museus e a única coisa que continua é o Jardim Botânico, ou o que resta dele. Mas encontrei à entrada um solícito guarda que controlava a entrada dos carros, e que se aprestou a esclarecer-me que a FC agora passou lá para os lados da Rua do Século.&lt;br /&gt;Retomando o caminho de volta, lá encontrei no Jardim do Príncipe Real um mercado ao ar livre de produtos biológicos, onde uma vendedora procurava convencer a cliente que os preços pouco passam dos preços do mercado tradicional.&lt;br /&gt;Sem procurar interromper a transacção, encontrei outra cliente que se preparava para saborear o seu café numa mesa ao ar livre, a qual me esclareceu sem pestanejar que a FC ficava precisamente no local de onde eu me dirigia, em plena Rua da Escola Politécnica, fixando-me com aquele ar indignado a dizer "olha-m'este que nem sabe onde é a Faculdade de Ciências".&lt;br /&gt;Lá lhe expliquei o que me tinham dito, e ela com o mesmo ar catedrático lá me apontou a direcção da Rua do Século, para onde me dirigi. Percorrida a descida, vendo que por ali não se passava nada, deparei numa transversal com qualquer coisa que parecia uma escola, e ao procurar entrar perguntando-me ao que vinha, explicaram-me que a Faculdade de Ciências não era ali, mas sim mais adiante onde se via uma bandeira.&lt;br /&gt;Percorrendo mais uma centena de metros, no local indicado pelas bandeiras o que se encontrava era um outro museu, salvo erro de Arqueologia.&lt;br /&gt;Aí acabei por desistir definitivamente, substituindo a conferência por um humilde café onde o dono concordou comigo, que a tal Faculdade devia ser mas era lá para os lados do Campo Grande.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11259758-5088434439678649357?l=ferrao.org%2Findex.html' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://ferrao.org/2010/01/sociedade-da-informacao.html</link><author>noreply@blogger.com (José Ferrão)</author><thr:total>3</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-11259758.post-7575354545090956858</guid><pubDate>Fri, 29 Jan 2010 23:06:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-01-31T10:33:12.777Z</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>NATO</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Europa</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>imperialismo</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>terrorismo de Estado</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Italia</category><title>Danièle Ganser - Exércitos secretos da NATO (1)</title><description>Citando o &lt;a href="http://www.voltairenet.org/article162546.html"&gt;Reseaux Voltaire&lt;/a&gt;:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Ainda que se trate do trabalho de um historiador, esta investigação sobre a Gládio não se confina à História, mas reflecte a nossa vida quotidiana. Esta estrutura secreta continua activa e os estados europeus permanecem sob tutela anglo-saxónica (...).&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 102, 0); font-style: italic;"&gt;É impossível compreender a actual política na Europa sem ter uma ideia precisa sobre as redes stay-behind.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Este primeiro artigo retrata a descoberta da Gládio por magistrados italianos no fim da década de 1980.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://docs.google.com/View?id=dfhs9bpr_115fg45v7d4"&gt;Quando o juiz Casson destronou a Gládio...&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11259758-7575354545090956858?l=ferrao.org%2Findex.html' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://ferrao.org/2010/01/daniele-ganser-armas-secretas-da-nato-1.html</link><author>noreply@blogger.com (António Chaves Ferrão)</author><thr:total>2</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-11259758.post-7433748812734183365</guid><pubDate>Tue, 26 Jan 2010 12:06:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-01-26T12:25:54.717Z</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>NATO</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>guerra</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Portugal</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>petição</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Afganistão</category><title>Pela retirada imediata do Afeganistão</title><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Considerando:&lt;/div&gt;&lt;ul style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;li&gt;Que a guerra e a ocupação do Afeganistão, há cerca de oito anos, por forças da NATO, apenas tem acentuado a deterioração da segurança dos povos e da estabilidade na região;&lt;/li&gt;&lt;br /&gt;&lt;li&gt;Que a situação humanitária é catastrófica e vem alastrando, com a desestabilização no Paquistão e outras nações vizinhas do Afeganistão, como efeito directo da acção militar ofensiva, da NATO;&lt;/li&gt;&lt;br /&gt;&lt;li&gt;Que a resolução dos problemas do Afeganistão depende essencialmente do seu próprio povo e das soluções de regime que este escolher; que, entretanto, as forças ocupantes não hesitam em impor e apoiar narcotraficantes e senhores da guerra, no Governo e na Presidência, instalados no poder por eleições que todos consideram fraudulentas;&lt;/li&gt;&lt;br /&gt;&lt;li&gt;Que os protestos e resistência cívica à ocupação do Afeganistão crescem de forma notória nos EUA - potência responsável em primeira mão pelo empenhamento da NATO - e em vários países europeus, envolvendo todos os estratos da população, à medida que o desastre militar se vai tornando inevitável, falando-se mesmo, ao mais alto nível, dum novo Vietname;&lt;/li&gt;&lt;br /&gt;&lt;li&gt;Que Portugal e seus cidadãos, pela sua participação militar na campanha da NATO neste país são considerados inimigos pelos combatentes afegãos, tornando-se assim alvos considerados legítimos de acções de guerra. Pelo que não é sustentável argumentar-se com a defesa de Portugal, dos interesses portugueses ou de seus cidadãos e muito menos de segurança interna, para manter forças no Afeganistão.&lt;/li&gt;&lt;br /&gt;&lt;/ul&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Exigem, de acordo com os artº.s 7º, 273º e 275º da Constituição da República e tendo em conta que quaisquer compromissos militares do Estado Português não podem violar o artº 7º, que elenca os Princípios Fundamentais da Constituição,  a&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;retirada imediata das forças armadas portuguesas do Afeganistão,&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;dado o carácter ilegal dessa intervenção à luz do Direito internacional e interno.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.petitiononline.com/otanitna/petition.html"&gt;Petição&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11259758-7433748812734183365?l=ferrao.org%2Findex.html' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://ferrao.org/2010/01/pela-retirada-imediata-do-afeganistao.html</link><author>noreply@blogger.com (António Chaves Ferrão)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-11259758.post-3241524680000913270</guid><pubDate>Tue, 26 Jan 2010 11:53:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-01-26T12:03:19.280Z</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>artes gráficas</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>surdez</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>professores</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Portugal</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>vidas</category><title>Zé Luis Rebel - Memórias gestuais</title><description>&lt;div style="text-align: center; font-style: italic;"&gt;(recebido por email: &lt;a href="http://sol.sapo.pt/blogs/olindagil"&gt;Olinda&lt;/a&gt;)&lt;br /&gt;&lt;hr width="50%"&gt;&lt;/hr&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;object height="335" width="400"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/lmavAjaVu84&amp;amp;hl=pt_PT&amp;amp;fs=1&amp;amp;"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/lmavAjaVu84&amp;amp;hl=pt_PT&amp;amp;fs=1&amp;amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" height="335" width="400"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Francisco Goulão, é professor de Educação Visual no Centro António Cândido, Porto, há mais de 14 anos. No entanto, sempre se empenhou nesta profissão durante 32 anos, após se licenciar em Pintura pela Faculdade das Belas Artes da Universidade de Lisboa. E é Surdo de alma e coração, tem 58 anos de idade. Falamos do Professor Surdo Francisco Goulão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tem sido uma figura de referência incontornável para muitos Surdos que, na maioria deles, foram seus próprios alunos, não apenas como por entre muitos membros da comunidade Surda, pelo menos, da última geração em que a internet e outros géneros tecnológicos que hoje conhecemos, como o telemóvel, não eram ainda a realidade.&lt;br /&gt;Na altura, havia só jornais em papel que eram acessíveis apenas para quem compreendia razoavelmente o português escrito. E o tradicional e eterno telejornal e outros jornais televisivos continuava a barrar aos Surdos, apesar das imagens de alguma forma elucidativas , o precioso acesso à informação como complemento.&lt;br /&gt;O Professor Francisco Goulão era um dos escassos Surdos que dominavam a compreensão do português escrito e podia ler os jornais sempre que quisesse, mas também preocupava-se em informar e manter os Surdos actualizados do que se passava no nosso mundo em questões políticas e outras de natureza diversa e variada, tanto cá dentro como lá por mundo fora. Em outras palavras, procurava tirá-los da ignorância quase absoluta a que, na ausência de outros recursos possíveis, pareciam inevitavelmente condenados. Para esses mesmos Surdos, o Prof. Goulão era uma espécie de jornal 'vivo', do qual podiam ter acesso à informação generalizada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O documentário propõe demonstrar, através das entrevistas, as situações pontuais em que como o simples vivenciar de um humilde Surdo numa normal convivência com alguém congénere da geração anterior como o Prof. Goulão, dotado dos conhecimentos que tinha pela simples capacidade de ler jornais, pode potenciar tanto as oportunidades de permitir a um Surdo quase funcionalmente analfabeto esculpir uma visão particular, pessoal e abrangente sobre a realidade externa, a partir da sua própria consciência intrínseca que, com e graças às conversas constantes, pôde desenvolver em grande escala. O elemento central para esta 'ponte da informação' era irrevogavelmente o uso da Língua Gestual. É um daqueles casos que se pode dizer que os gestos não só falam mas que também informam... E mais ainda, informando por vezes pode-se ensinar e aprender de diferentes formas, explorando inúmeros temas e questões por meio da conversa. Vítor foi um dos alunos Surdos do Prof. Goulão, com quem o compartilhar da rotina quotidiana, tanto dentro como fora de aulas, lhe trouxe benefícios e teve ainda enormes influências e impactos determinantes para a vida que leva hoje. Um dos exemplos mais flagrantes passou-se quando Vítor, já adulto, recebeu uma carta da Segurança Social e, em virtude das bases de orientações que recebera das conversas habituais com o Prof. Goulão, pôde entender, em geral e de forma clara, o conteúdo do que vinha escrito na carta. Uma situação aparentemente vulgar para outros, mas para ele, sem dúvida, um marco muito significativo e que vem realçar a importância do modelo Surdo que representa para os Surdos em idade escolar, para fins da construção da identidade pessoal e outros benefícios inerentes como, por exemplo, o crucial desenvolvimento das faculdades cognitivas.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;ZLR&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dezembro 2009&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11259758-3241524680000913270?l=ferrao.org%2Findex.html' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://ferrao.org/2010/01/ze-luis-rebel-memorias-gestuais.html</link><author>noreply@blogger.com (António Chaves Ferrão)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-11259758.post-8785641622938793759</guid><pubDate>Tue, 12 Jan 2010 23:08:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-01-12T23:25:42.862Z</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>guerra</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Dinamarca</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Iraque</category><title>A Dinamarca na Guerra ao Iraque</title><description>O governo dinamarquês não se comportou honestamente no caso da Guerra ao Iraque, registou o relatório. A comissão classificou a justificação dada pelo governo como "algo trapalhona", pois insiste na tese do desmantelamento dos arsenais de Armas de Destruição Massiva como motivo principal, muito depois de se ter percebido que o objectivo central foi o da mudança de regime. Davids e os restantes membros da comissão assinalaram também o facto de as agências de espionagem se terem apoiado quase exclusivamente em informações prestadas pelos seus colegas de outros países, mas suavizando os termos. O ministro dinamarquês, no entanto, não conseguiu transmitir ao parlamento esta distinção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O relatório contestou a natureza defensiva dos lançadores de mísseis Patriot (fornecidos pela Dinamarca) estacionados próximo da fronteira do da Turquia com o Iraque, lembrando que tais fornecimentos sem o consentimento do parlamento são uma violação da lei constitucional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.nrc.nl/international/article2456912.ece/Dutch_government_misrepresented_case_for_Iraq_war"&gt;Dutch government misrepresented case for Iraq war&lt;/a&gt;, NRCHandelsblad, 12 de Janeiro de 2010&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11259758-8785641622938793759?l=ferrao.org%2Findex.html' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://ferrao.org/2010/01/dinamarca-na-guerra-ao-iraque.html</link><author>noreply@blogger.com (António Chaves Ferrão)</author><thr:total>3</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-11259758.post-3518840512256789913</guid><pubDate>Mon, 11 Jan 2010 18:15:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-01-11T18:58:57.721Z</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>música</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Ano Novo</category><title>BOM DIA, 2010!</title><description>&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;Embora atrasados, por motivos alheios à minha vontade, aqui deixo votos de um ano mais risonho, com a ajuda de André Rieu.&lt;/div&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;br /&gt;NOTA: Quando surge, no vídeo, "Brasil sinphony" é preciso ter em conta que a segunda música tocada é mexicana - La Bamba - e não brasileira.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;object height="335" width="400"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/USZJdAN50VA&amp;amp;hl=pt_PT&amp;amp;fs=1&amp;amp;"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/USZJdAN50VA&amp;amp;hl=pt_PT&amp;amp;fs=1&amp;amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" height="335" width="400"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11259758-3518840512256789913?l=ferrao.org%2Findex.html' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://ferrao.org/2010/01/bom-dia-2010.html</link><author>noreply@blogger.com (Magda Nieto Reprezas)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-11259758.post-6448224753496446905</guid><pubDate>Fri, 08 Jan 2010 22:09:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-01-08T22:16:02.647Z</atom:updated><title>Heterofobia</title><description>O casamento serve para proteger a família.&lt;br /&gt;Os acontecimentos de hoje só serviram para fragilizar esta protecção, ridicularizando-a através da perversão do seu fundamento.&lt;br /&gt;Sr. Presidente:&lt;br /&gt;Perante tamanho caso de cariz heterofóbico, por favor, vete.&lt;br /&gt;Peça um referendo. Oiça a verdadeira maioria.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11259758-6448224753496446905?l=ferrao.org%2Findex.html' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://ferrao.org/2010/01/heterofobia.html</link><author>noreply@blogger.com (Jorge Ferrão)</author><thr:total>0</thr:total></item></channel></rss>