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Segunda-feira, Março 01, 2010

Sterling D. Allan - 911 Truth, San Francisco

Há excelentes videos sobre o 11 de Stembro, produzidos recentemente e que merecem a atenção, quer se trate de alguém que já convencido de que houve uma conspiração e uma tentativa subsequente de cobertura promovida por elementos do governo dos Estados Unidos da América, ou de alguém que ainda não tenha chegado a essa conclusão.



There have been some excellent 911 Truth videos produced recently that deserve your attention, whether you are already convinced that there is a conspiracy and cover-up from elements within the U.S. government, or you have yet to come to that conclusion. Such a criminal cover-up is blatantly obvious if you will consider the evidence that is presented in these videos, which provide some new evidence as well as present the old evidence in power ways.

The reason this is relevant to free energy technology is that the faction that is involved in the 911 execution and cover-up is part of a wider conspiracy for whom the emergence of these game-changing free energy technologies and the liberation they would provide would spell disaster to the cabal's agenda to establish a world Orwellian police state. Likewise, you can see why helping such technologies emerge becomes a heroic endeavor of epic proportions.

Watching and propagating these videos is a revolutionary act. Be part of the resistance to tyranny. It's part of the milieu of defending and advancing freedom.

Sterling D. Allan, Review:911 Truth Video Collection from Winter 2010
Feb. 25, 2010

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Sexta-feira, Janeiro 29, 2010

Danièle Ganser - Exércitos secretos da NATO (1)

Citando o Reseaux Voltaire:

Ainda que se trate do trabalho de um historiador, esta investigação sobre a Gládio não se confina à História, mas reflecte a nossa vida quotidiana. Esta estrutura secreta continua activa e os estados europeus permanecem sob tutela anglo-saxónica (...). É impossível compreender a actual política na Europa sem ter uma ideia precisa sobre as redes stay-behind.
Este primeiro artigo retrata a descoberta da Gládio por magistrados italianos no fim da década de 1980.


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Domingo, Setembro 13, 2009

As contas do senhor engenheiro

Os adversários continuam a fazer de conta que o homem é engenheiro, e o dito cujo continua a fazer de conta que aceita a alcunha.
A Ordem dos Engenheiros, essa continua a fazer de conta que a alcunha pode ser utilizada na vida pública como equivalente a um título social, em prejuízo de todos os seus associados.
O único engenheiro que o precedeu na vida pública, coitado, esse apesar de ser um engenheiro a sério, ficou para a história como mais deastrado a fazer as contas do que um qualquer advogado ou economista, que possuem menos cadeiras de Matemática no currículo do que a engenharia.
Mas voltemos ao nosso engenheiro, que esse é que conta para o momento que vive o país.
A retórica que gosta de debitar contra os adversários, resume-se na pobreza franciscana de atirar com números para cima dos outros, como quem lança como se fossem mísseis teleguiados, que desferem um golpe durante o calor do debate, que tem por detrás toda uma preparação que pode corresponder a uma séria de meses de investigação a toda uma equipa de funcionários públicos. E que para ser desmontada, exigiria uma resposta que não pode estar na ponta da língua, porque exigiria uma outra investigação equivalente à anterior.
Até porque o senhor engenheiro, detesta atirar com esses números para cima de homens da sua igualha, ou seja, detesta agredir outros primeiros-ministros com os números da sua governação. Um é porque actualmente se encontra como presidente, portanto não fica bem; outro é porque foi primeiro-ministro na altura em que ele próprio era ministro, portanto realmente daria um tiro não no seu próprio pé, mas na sua própria cabeça; o outro, esse então em vez de o agredir com a sua aritmética, ainda se põe a ridicularizar aqueles que ousam discordar da sua reeleição para a comissão europeia; e finalmente o último, era só o que faltava com meia dúzia de meses de guerrilha palaciana com o presidente, ser responsabilizado pelos males de todos aqueles que o precederam.
À falta de responsáveis a quem atirar com os seus números, entretém-se a agredir os subordinados, esperando que a escumalha ignorante e votante se excite com os resultados da sua aritmética.
É capaz de contar uma a uma, as pequenas e médias empresas que foram ajudadas no consulado de Durão Barroso, e no seu próprio. E pretende esmagar a adversária com a mesma simplicidade com que se compara um milhar com trinta e sete mil.
Mas quando se pergunta porque é que ao ser eleito subiu os impostos, que tinha prometido não subir antes das eleições, aí culpa a mesma aritmética que lhe serve para agredir os adversários com os seus mísseis teleguiados.
É que antes de ser eleito, ele "não sabia" como é que estavam as contas do estado, a única coisa que sabia era o número de PME que tinham sido ajudadas.
Se o homem fosse avaliado da mesma maneira como a sua ministra pretende avaliar os professores, o resultado só podia ser um redondo "não satisfaz". E porquê? Não, não é porque ele se encontrava como deputado, e nessa condição era pago para saber. A razão, é mais simples do que isso. É porque, simplesmente, na altura própria não tinha apresentado uma queixa de lhe andarem a esconder as contas do estado.

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Domingo, Fevereiro 24, 2008

11 de Setembro - Por uma comissão de inquérito independente

Passadas algumas semanas sobre o Parlamento Japonês, é a vez da Europa abrir um debate sobre os acontecimentos do dia 11 de Setembro de 2001. Apesar de jornalistas e políticos franceses continuarem a sustentar a versão da conspiração islâmica da adminisração Bush, o eurodeputado italiano Giulietto Chelsa organizou uma jornada histórica que irá decorrer no Parlamento Europeu de Bruxelas no próximo dia 26 de Fevereiro, que inclui a exibição do seu filme "ZERO - Inchiesta sull' 11 Setembre."

Este documentário é fruto de um trabalho colectivo englobando oito meses de inquéritos, reportagens e entrevistas, tanto na Europa como nos Estados Unidos da América. O filme será seguido de debate com, entre outros, Giulietto Chiesa (jornalista e político italiano, membro da comissão de inquérito do Parlamento Europeu sobre as prisões secretas da CIA), Andreas von Bulow (antigo ministro alemão e especialista dos serviços secretos), Pr David Ray Griffin (autor de quatro livros de referência sobre o 11 de Setembro e especialista em processos de investigação) e Yukihisa Fujita (deputado japonês).

Esta iniciativa inscreve-se no movimento de resistência, agora com amplitude internacional, iniciado pelas famílias das vítimas e que apela à formação de uma comissão de inquérito internacional independente sobre o 11 de Setembro.

Ler a notícia completa aqui.

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