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Sábado, Janeiro 30, 2010

A Sociedade da Informação

Movido pela curiosidade, inscrevi-me numa conferência da Lisboa Editora acerca do ensino da Matemática. No cartaz não dizia as horas, mas estava claro que era na Faculdade de Ciências, que era um local que eu já não visitava há muitos e bons anos.
Depois de tropeçar numa fila quilométrica para a Loja do Cidadão dos Restauradores, lá subi o elevador da Glória, continuando a té chegar ao conhecido local da Rua da Escola Politécnica. Qual não foi o meu espanto, quando me apercebi que aquilo agora é só museus e a única coisa que continua é o Jardim Botânico, ou o que resta dele. Mas encontrei à entrada um solícito guarda que controlava a entrada dos carros, e que se aprestou a esclarecer-me que a FC agora passou lá para os lados da Rua do Século.
Retomando o caminho de volta, lá encontrei no Jardim do Príncipe Real um mercado ao ar livre de produtos biológicos, onde uma vendedora procurava convencer a cliente que os preços pouco passam dos preços do mercado tradicional.
Sem procurar interromper a transacção, encontrei outra cliente que se preparava para saborear o seu café numa mesa ao ar livre, a qual me esclareceu sem pestanejar que a FC ficava precisamente no local de onde eu me dirigia, em plena Rua da Escola Politécnica, fixando-me com aquele ar indignado a dizer "olha-m'este que nem sabe onde é a Faculdade de Ciências".
Lá lhe expliquei o que me tinham dito, e ela com o mesmo ar catedrático lá me apontou a direcção da Rua do Século, para onde me dirigi. Percorrida a descida, vendo que por ali não se passava nada, deparei numa transversal com qualquer coisa que parecia uma escola, e ao procurar entrar perguntando-me ao que vinha, explicaram-me que a Faculdade de Ciências não era ali, mas sim mais adiante onde se via uma bandeira.
Percorrendo mais uma centena de metros, no local indicado pelas bandeiras o que se encontrava era um outro museu, salvo erro de Arqueologia.
Aí acabei por desistir definitivamente, substituindo a conferência por um humilde café onde o dono concordou comigo, que a tal Faculdade devia ser mas era lá para os lados do Campo Grande.

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Sábado, Julho 12, 2008

O carro eléctrico do professor Hiroshi Shimizu

Hiroshi Shimizu
(Clicar na figura para abrir o vídeo)


Documentário sobre o desenvolvimento de um carro elétrico pelo professor Hiroshi Shimizu . Este carro se chama Eliica. Usa Baterias de Lítio . Autonomia de mais de 300Km de distância entre recargas. Aceleração de 0 à 160Km/h em 7,04 segundos. Velocidade máxima possivel de 370Km/h. Este automóvel gasta um terço da energia em relação a um automóvel comum para o mesmo desempenho.


Electric Lithium-Ion Car
Mais Informações em Português
Mais Informações em inglês
Noticias
Electric Car Lithium


Andrelz in Eliica o Super Carro Elétrico Japonês
publicado por Google video em 10 de Dezembro de 2006

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Sábado, Março 01, 2008

Eclipse total da Lua dia 20 de fevereiro de 2008

Como estávamos a dormir quando aconteceu aqui por Lisboa, "roubei " estas cenas espectaculares no YouTube:

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Quinta-feira, Janeiro 31, 2008

Novas tecnologias

Hitler e as tecnologias modernas
Hitler foi comprovadamente um adepto da utilização das tecnologias modernas para reforçar o seu poder. Não só viajou de avião frequentemente entre Berlim e Munique num tempo em que as viagens aéreas não eram a norma, como reconheceu o poder da rádio antes de muitos outros políticos.


Foto e texto: Der Spiegel

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Sábado, Dezembro 15, 2007

Natalie Cole e Nat King Cole

Graças à tecnologia foi possível Natalie Cole ter o prazer de acompanhar o pai nesta e noutras canções mesmo após a morte deste.

Muito bonito!

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