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Quinta-feira, Novembro 12, 2009

Cucha Carvalheiro - Porquê máquina de somar?

Cucha Carvalheiro


Para dirigir o espectáculo de inauguração desta nova etapa do Teatro da Trindade desafiei a Fernanda Lapa. Questão de confiança artística e profissional, questão também de homenagear uma Mulher de Teatro que desde sempre tem lutado por uma maior presença feminina no tecido teatral português. Com ela partilhei a minha vontade de apresentar um espectáculo musical e popular, cujo tema fosse relevante e actual, que simultaneamente divertisse e levantasse questões na ordem do dia.

Vivemos numa época em que a política tem vindo a ser reduzida à economia, a economia ao crescimento e ao lucro. Os cidadãos, convertidos em seres descartáveis que perderam referências e horizontes, refugiam-se na rotina entre o trabalho (aqueles que o têm) e a vida privada, sentindo-se impotentes perante um sistema que lhes é apresentado como inevitável. Cada vez convivemos menos, cada vez discutimos menos, cada vez nos confrontamos menos connosco próprios, cada vez ousamos menos expor sentimentos genuínos.

Máquina de somar, de Else Rice, escrita à 88 anos e cuja recente adaptação musical apresentamos, veio ao encontro destas preocupações, cumprindo uma das mais nobres funções do Teatro desde as suas origens atenienses, a reflexão sobre a condição humana e a Polis, o Teatro ao serviço do exercício da Cidadania.

Não posso deixar de agradecer ao António Lagarto que, desde o primeio momento, abraçou o Projecto; à Ana Zanatti, que aceitou o desafio de traduzir e adaptar o texto; ao João Paulo Soares, que assumiu a direcção musica; à Marta Lapa, que assina a coreografia e ao Paulo Sabino, responsável pelo desenho da luz.

Mas Máquina de Somar é mais do que a soma de algumas cumplicidades. è o encontro feliz de uma equipa cujo entusiasmo nos contagia, graças ao empenhamento de um brilhante conjunto de criativos e ao talento e entrega de todos os intérpretes.


Este espectáculo estreou-se no Teatro da Trindade de Lisboa, no Salão Nobre, a 17 de Outubro e está em cena até 24 de Novembro de 2009

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Quinta-feira, Julho 02, 2009

Porto - Teatro infantil

Teatro Fidra

O que é que fazem duas marionetas antes do espectáculo começar? Ao descobrirem que ambos se mexem e falam como as pessoas, Marocas e Bilocas decidem contar tudo aquilo que já viveram, para se conhecerem melhor um ao outro. É nesta conversa, mantida num palco sem público, que os bonecos partilham segredos, demonstram receios, revelam sonhos, enquanto o Homem não chega.
Vizinhos de personagens como o Lobo Mau, a Cinderela, o Gato das Botas e vítimas das maldades de duas bruxas, eles vão tentar perceber como vivem as pessoas: as grandes e as pequeninas. Serão os seus mundos tão diferentes dos deles? Saberá um boneco seguir o seu coração? Poderá uma boneca vestida de seda ter sonhos de menina?

Teatro Fidra



Mais informações: Grupo de Teatro Fidra

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