"; PlayWin.document.write(winContent); PlayWin.document.close(); // "Finalizes" new window // UniqueID = UniqueID + 1 // newWinOffset = newWinOffset + 20 // subsequent pop-ups will be this many pixels lower }

Quarta-feira, Setembro 02, 2009

O Dossiê Sócrates

Já saiu o livro acerca da licenciatura do primeiro ministro de Portugal.
Disponível em edição electrónica, gratuita, ou em papel.
Leitura recomendável especialmente a quem ainda não tenha encontrado contra quem é que deve votar nas eleições que se aproximam.
Em edição do Autor, teve que ser publicado no estrangeiro porque a nossa democracia ainda não chegou à liberdade para apuramento dos factos acerca do primeiro ministro.
Num governo que encerra a universidade que licenciou o primeiro ministro, sem se sentir obrigado a dar uma justificação ao país.
Os mais sinceros parabéns ao corajoso Autor, o nosso amigo e animador do PortugalProfundo, a quem aproveito para endereçar o maior reconhecimento e admiração pela iniciativa.

Etiquetas: ,

Domingo, Março 15, 2009

O mentiroso

Não vou falar aqui dos 150 mil postos de trabalho que foram prometidos e que não foram cumpridos. Porque a promessa é mais ridícula do que o próprio resultado. Neste ponto, tanto o aldrabão como o aldrabado sentem-se incapazes de admitir uma ingenuidade tão grande que a promessa fosse para cumprir, e que o resultado da eleição fosse ditado por essa promessa. A única coisa que fica para a História, é o calibre de um político que é capaz de se rebaixar ao ponto de prometer para o futuro dos outros, aquilo que toma para o presente dele, em vez do comandante do navio, que deve ser o último a abandonar o barco.
Também não me apetece falar da promessa de não subir os impostos, que foi precisamente a primeira coisa que fez, e que o mesmo presidente da república que tinha acabado de despedir um primeiro ministro por incapacidade, foi incapaz de despedir o novo primeiro ministro, que decretou a sua própria incapacidade. Aqui, a mensagem que os portugueses captaram, foi tão cristalina como isto: que mintas a todos os portugueses, ainda vá lá, mas agora mentir-me a mim é que não vale.
Ou seja, o que venho colocar em causa, não é a realidade actual, perante as promessas que foram formuladas nos idos de antes das eleições.

Senhor primeiro ministro, afinal aonde é que está o socialismo que o senhor e o seu partido, andam a prometer aos portugueses desde o 25 de Abril?

O senhor diz que não gostava do fascismo, mas não estou a ver a diferença entre o antes e o depois. Aquilo a que assisti no rescaldo da manifestação de 200 mil pessoas, é preciso recordar às pessoas menos avisadas, que foi exactamente o mesmo que ouvia dos políticos que o precederam: "não eram as pessoas que estavam ali, mas apenas os partidos". Se os números não interessam ao primeiro ministro, então também tenho o direito de presumir que o único socialismo que interessa ao senhor primeiro ministro, é o seu próprio socialismo. Se os números não lhe interessam, porque é que prometeu 150 mil postos de trabalho, em vez de 400 mil? Afinal quando se fez eleger, pretendia dar emprego apenas a alguns desempregados?
Se o senhor primeiro ministro não aprecia que o chamem de mentiroso na rua, então tem bom remédio: avance com aquilo que o senhor mesmo reclama que os outros façam, ou seja, apresente as sua ideias, mas numa lógica de enfrentar a crise internacional do ponto de vista da desgraça nacional, em vez de enfrentar a desgraça nacional do ponto de vista da crise internacional.
Porque se para o senhor, a crise internacional é a bóia de salvação para as suas ridículas expectativas de reeleição para outra maioria absoluta, para todos aqueles que foram agredidos com a sua apreciação da manifestação dos 200 mil, a única bóia de salvação a que podem aspirar é que apareçam políticos que digam a verdade.

Etiquetas:

Sábado, Novembro 10, 2007

Terrorismo de Estado em Portugal

Portugal não é um país onde as leis são para cumprir.

As leis só são para cumprir, quando correspondem às convicções de certos governantes, e /ou se pretendem aplicar a certos governados.
Quando o primeiro ministro deseja impor a lei do aborto à região autónoma da Madeira, que até votou contra o aborto, fica-lhe mais bonito dizer que "é preciso aplicar a lei" do que dizer que "vais ter que fazer o aborto, nem que seja à força".
Mas na realidade há aquelas leis que são para cumprir, e há aquelas que não são para cumprir, pelo menos por todos.

O decreto-lei nº 77/99, de 16 de Março, está a ser violado pelo menos desde 2002, com pleno conhecimento do estado, e o estado recusa-se a impor a aplicação da lei.
O caso já foi ao primeiro-ministro, depois de ter passado por todas as capelinhas, e ontem recebi mais uma resposta negativa.
Diz aquela lei, que uma empresa imobiliária, não pode abrir nenhum balcão ao público, que não seja utilizado única e exclusivamente pela mesma empresa, isto é, não pode abrir ao público um local que seja partilhado com outrs empresas.
Ora a Predial Liz sempre teve as suas instalações partilhadas com a Liz Portuguesa, conforme se pode ver sem mais do que abrir a lista telefónica da cidade de Lisboa; nem é preciso ir lá para ver.

O artigo 16, nº 1 diz assim:
"As empresas só podem efectuar atendimento ao público em instalações autónomas, separadas de quaisquer outros estabelecimentos comerciais ou industriais e de residências, e exclusivamente afectas ao exercício da actividade de mediação imobiliária, designadas por estabelecimentos".

Com base nessa transgressão, aquela quadrilha Predial Liz /Liz Portuguesa adquire o direito de cobrar a mediação imobiliária duas vezes: uma ao proprietário, para publicitar o negócio, e outra ao comprador ou arrendatário, para concretizar o negócio.
Para procurar o cliente, a Predial Liz cobra ao proprietário do imóvel; e para alugar a casa, a Liz Portuguesa cobra três meses de renda, sendo dois para o senhorio e um para a empresa. Se o cliente repara que foi à procura da Predial Liz, e passaram-lhe um recibo da Liz Portuguesa, eles dizem que "isso é a mesma coisa".
Entrando deste modo em concorrência desleal com as imobiliárias que respeitam a lei, e permitindo-se com a cumplicidade do estado, explorar em proveito próprio um direito fundamental que se encontra consagrado na constituição, que é o direito à habitação.

Se posso pensar que a dupla cobrança beneficia o cobrador, também posso admitir que o que se passa é que os próprios governantes se estão a abotoar com a ilegalidade.
E posso não só pensar como afirmar isso mesmo, a partir do momento em que dei conhecimento da situação às autoridades, e elas se recusam a aplicar a lei.

O nosso primeiro ministro, sente-se no direito de verbalizar nas Nações Unidas, que é contra a pena de morte.
E eu como cidadão e contribuinte, sinto-me no direito de verbalizar que prefiro ser abatido de uma vez pela ETA, do que passar a vida a ser comido aos poucos, por gatunos que se escondem atrás do aparelho do estado.

Etiquetas: , , ,

Sábado, Abril 14, 2007

Certidão de habilitações


(clicar na imagem para ver melhor)



Certidão examinada por Braganza mothers em 14 de Abril de 2007

Etiquetas: ,

Quinta-feira, Janeiro 04, 2007

Iraque - Primeiro-ministro demissionário

Stephen Hadley, conselheiro para a Segurança Nacional dos EUA:
- "Ou o primeiro-ministro do Iraque não sabe o que se passa, ou a sua competência não é suficiente para transformar as suas boas intenções em actos"
Memorando confidencial de Novembro de 2006
Nouri al-Maliki, primeiro-ministro do Iraque:
- "Espero abandonar o cargo antes do fim do mandato. Gostaria de servir fora do círculo dos funcionários superiores, talvez no parlamento ou trabalhando directamente com o meu povo. Não quis esta posição, apenas a aceitei porque pensava que era útil para os interesses nacionais, e não voltarei a aceitá-la."
Wall Street Journal, 24 de Dezembro de 2006
General William Caldwell, principal porta-voz militar dos EUA em Bagdad:
- "No final deste ano, a dinâmica será completamente diferente."
The Guardian, 4 de Janeiro de 2007

Fonte:

Iraqi prime minister says he wants to quit office

publicado no The Guardian em 4 de Janeiro de 2007

Etiquetas: , ,


hits: