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Domingo, Novembro 16, 2008

O implacável

No passado dia 14 de Novembro, o Presidente da República mostrou-se indignado pelo lançamento de ovos por alguns estudantes por ocasião, primeiro de uma visita da Ministra da Educação, e depois pelos seus dois secretários de estado, a duas escolas públicas.

Apraz-nos o sentido cívico demonstrado pelo mais alto magistrado da nação a propósito de atitudes assumidas por menores, mas gostaríamos de observar a mesma indignação presidencial perante figuras bem mais relevantes, que ocupam os mais elevados cargos na chefia do estado e que têm vergonha do seu próprio registo biográfico.

Pessoalmente, preferia vir um dia a suportar a vergonha por um filho meu ser apanhado a atirar ovos podres, do que passar a vida envergonhado por ser governado por governantes que têm nojo do seu próprio currículo.

Quem sabe, se a política educativa da ministra da educação e dos seus secretários de estado, não será mais culpada pela atitude daqueles menores, do que os pais e os professores desses mesmos menores?

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Terça-feira, Março 04, 2008

A nova Inquisição

Retratação de Manuel Cardoso

Em discurso indirecto, revelada por Fátima Campos Ferreira:

...Queria também dizer-vos que aqui foi dito por um professor, ali, que esteve aqui na primeira fila, que na escola dele um inspector lhe disse que não podia dar menos de três, portanto dizia ele que era uma nota de facilitismo.
Ora, esse professor escreveu posteriormente uma carta à DREN, a retratar-se, a pedir desculpa do que tinha dito, e a dizer que não era verdade, a dizer-lhes que não era verdade, que tinha sido em virtude da emoção também vivida aqui, que lhe tinha saído isso da boca mas que não subscrevia, mais friamente.
O próprio inspector também desmentiu essa informação, dada aqui por esse professor.

Prós & Contras de 3 Mar 2008, fim da 1ª parte

A notícia da Lusa

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Quinta-feira, Janeiro 31, 2008

Novas tecnologias

Hitler e as tecnologias modernas
Hitler foi comprovadamente um adepto da utilização das tecnologias modernas para reforçar o seu poder. Não só viajou de avião frequentemente entre Berlim e Munique num tempo em que as viagens aéreas não eram a norma, como reconheceu o poder da rádio antes de muitos outros políticos.


Foto e texto: Der Spiegel

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Terça-feira, Dezembro 04, 2007

Em nome de Portugal

Exijo o conhecimento e o reconhecimento público da História nacional, desde o início do século XX e até aos nossos dias. Já não é admissível que, em nome de uma dogmática perpétuamente transitória, de cariz supostamente anti-fascista e alegadamente anti-colonialista, se procure eternizar a superioridade dos políticos actuais e das políticas contemporâneas sobre os titulares políticos do passado e a sua condução das políticas nacionais e internacionais.
Os orgulhosos republicanos de hoje, que acusaram o regime anterior ao 25/4 de intransigência no reconhecimento do direito à independência das antigas colónias, erguem ao altar os garbosos republicanos de ontem, que acusaram a monarquia de ceder aos britânicos os territórios do mapa cor-de-rosa.
Os nossos políticos cor-de-rosa, que não sabem esgrimir as suas virtudes sem ser a trocar acusações à volta do défice, que não sabem governar uma câmara sem ser a pedir empréstimos para pagar empréstimos, preferem chamar nomes aos políticos do passado, do que estudar e aplicar a maneira como eles conseguiram sanear as contas públicas, credibilizar a economia e impor a moeda nacional a nível externo.
E tudo isso sem enganar ninguém: não prometeram a liberdade, mas ofereceram a segurança, que era o que as populações desejavam acima de tudo o resto. Hoje, promete-se a liberdade, e tira-se a segurança. Antigamente não havia eleições, mas hoje em dia as populações não só se recusam a exercer o seu direito de voto, como ainda invocam essa recusa como a única maneira que lhes resta para tentar colocar os políticos na ordem.

Em nome de Portugal, abandone-se de uma vez por todas, o estigma ridículo do regresso ao passado, e estude-se sem preconceitos, tudo o que de melhor e de pior ocorreu no século XX, independentemente dos titulares dos cargos públicos.
Porque feitas as contas, nenhum dos políticos que temos agora, conseguiu vencer o défice das contas públicas como aquele que é mais atacado por todos eles, e sem recorrer a qualquer ajuda externa.

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Quarta-feira, Outubro 03, 2007

Coincidências....

Não, não me estou a referir ao facto do inspector da Polícia Judiciária ter sido afastado da investigação da menina inglesa, no dia do seu aniversário.

Contráriamente ao que se ia passando em Portugal, na Inglaterra os políticos do "statu quo" estavam enterrados até às orelhas com o desenrolar deste caso.

Nisto de comparações pela negativa, esta situação estava a tornar-se insustentável: vá lá que pela positiva raramente conseguimos colocar-nos a par ou acima dos nossos parceiros, a não ser quando algum atleta consegue o seu brilharete, mais pessoal do que institucional.

Mas pela negativa, meus amigos, são coisas que não admitimos é que nos passem a perna. É ver tudo o que é estatísticas, da sinistralidade rodoviária à educação, passando pelo desemprego, que ainda era uma coisa onde não estávamos dos piores na fotografia.

Portanto, havia que repor as coisas no seu devido lugar: o inspector da PJ foi afastado no dia em que a Inglaterra deu o seu acordo à cimeira internacional que decorria em Lisboa.

Para a próxima, mais vale nestes casos em que entram cidadãos estrangeiros, entregar logo o caso ao Ministério dos Negócios Estrangeiros, em vez de andar a fingir que o assunto não é político. Do mesmo modo que o ministro Alberto Costa vem afirmar que os polícias não servem para comentar as investigações, mas apenas para trabalhar, também não se pode pedir a um polícia que tenha sensibilidade para as subtilezas dos compromissos internacionais em que o governo se anda embrenhado.

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Sábado, Dezembro 30, 2006

Georges Gurwitch - Tecnicização das ciências humanas

...A tecnicização atinge também as "ciências humanas", muitas vezes tocando a raia da paródia. Os representantes das ciências humanas, em particular os da psicologia (individual, "social" e colectiva) e da sociologia, dão-se ares de técnicos da vida psíquica e da vida social e reivindicam cada vez mais o título de "tecnocratas". Os detentores do poder económico e do poder público recorrem frequentemente às suas pretensas competências em diversos ramos do serviço público, com o único fito de justificar medidas não razoáveis, impopulares e autocráticas.
Estes psicólogos e sociólogos revelam-se assim como "tecnocratas de palha", servindo apenas como biombos destinados a encobrir o lado arbitrário e autoritário dos poderes públicos, por um lado; e dos trusts e cartéis privados nacionais e internacionais, por outro. Estes pseudo-sábios, que nada têm a ver com as ciências verdadeiras que pretendem representar (tais como organizadores das "sondagens" da opinião pública e de estudos de mercado, etc) só conseguem desfigurar as ciências humanas. Desembocam na mecanização e na tecnicização das "relações humanas" e dos problemas reais que a vida mental e social coloca, com o único objectivo de os subordinar às orientações recebidas de antemão.

Excerto (tradução) de :
Les Cadres Sociaux de la Conaissance
Georges Gurwitch (1966)

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Terça-feira, Novembro 07, 2006

Alemanha propõe exército europeu

Kurt Beck, dirigente dos sociais-democratas, apelou segunda-feira para a constituição de um exército europeu com comando único, sendo a primeira vez que um partido político alemão propõe tal estrutura. Se fôr adoptada, poderá conduzir a uma política de defesa e segurança da União Europeia independente da NATO.
...

...Beck afirmou que a Europa deve tornar-se a "potência global da paz" com o seu próprio comando militar e objectivos.
Artigo completo em International Herald Tribune

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