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Terça-feira, Dezembro 19, 2006

Festa escolar de Natal

Na sala onde se apinhavam cerca de cem pessoas, como uma onda que se propagasse do palco para o balcão ao fundo, o burburinho foi substituído pela voz clara da menina de três anos interpretando o canto no tom que lhe aprouve. Durante dois a três minutos, até que o coro entrasse, a voz branca a solo impôs-se como única realidade, prendendo a atenção quase ao ponto de cada um se recriminar por não suster a respiração. O coro cumpriu a coda. O inesperado momento de puro deleite desfez-se numa estrondosa ovação.

- Ó Jorge, - perguntei - mas onde é que foste descobrir esta preciosidade?
- Sabes lá. Esta aluna foi a que mais me desesperou. Com uma voz forte, talvez porque não conseguisse ouvir os outros, nunca consegui que resultasse no coro. Decidi isolá-la.

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