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Quarta-feira, Junho 11, 2008

Ramsey Clarck - Pela impugnação de Bush

Ramsey Clark
A impugnação não é uma questão política. A impugnação é um dever constitucional. É o único poder e a mais elevada obrigação que a Constituição outorga ao Congresso para manter, proteger e defender a Constituição dos Estados Unidos da América quando o Presidente, o Vice-Presidente e outros funcionários superiores dos Estados Unidos cometem traição, subornos ou outros actos de alta criminalidade ou delitos em geral.

De forma deliberada, falsa e sistemática, George Bush induziu em erro o Congresso e o povo americano quanto aos actos mais criminisos, ruinosos e prejudiciais desta administração, conduzindo-nos à guerra, perdas trágicas de vidas humanas, devastando o Iraque, gastando biliões de dólares em despesas militares, despedaçando a economia que levará décadas a recuperar, assaltando despoduradamente a Carta dos Direitos (Bill of Rights), promovendo um desastre humanitário internacional, o antagonismos entre os povos e entre as nações que antes se relacionavam, em geral, amistosamente e agravando o assalto à qualidade do ambiente na Terra.

Em 5 de Junho de 2008, um relatório de 170 páginas - longamente protelado por cinco anos - da Comissão especial do Senado sobre a espionagem concluiu por unanimidade que o Presidente Bush, o Vice-Presidente Cheney e outros funcionários superiores produziram acusações falsas e sistematicamente exacerbaram - para além do que era justificável face às provas fornecidas pelos serviços de espionagem - os perigos representados pelo Iraque. A Comissão foi composta tanto por democratas como por republicanos.

Hoje o Presidente Bush usa todo o seu poder e influência para obter o apoio da Europa, de Israel e de outros países para um ataque ao Irão, o que planeia fazer nos restantes meses do seu mandato. O Irão é maior que o Iraque e o Afganistão, tem milhões de habitantes, não foi atingido por qualquer guerra recente e lutará ferozmente se for atacado. George Bush negoceia uma presença militar permanente no Iraque, colocando os Estado Unidos da América nas fronteiras do Irão.

Os próximos presidentes dos EUA estão condenados a desgastarem-se em guerras iniciadas por Bush e a nossos recursos económicos estão condenados a serem consumidos em despesas militares.

A impugnação, uma obrigação constitucional, é a única maneira de impedir que George Bush e a sua cabala alastrem as guerras desastrosas que já infligiram ao mundo e ao povo americano. A Casa dos Representantes deve considerar com urgência que as razões para a impugnação foram largamente excedidas e o Senado deve preparar-se para levar Bush à barra do tribunal, tal como o Vice-Presidente Cheney e outros funcionários implicados.

Ramsey Clark
10 de Junho de 2008
publicado por Impeach Bush


Em 9 de Junho de 2008, Dennis Kucinich apresentou ao congresso 35 artigos acusatórios que justificam a impugnação do Presidente George W. Bush.

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Terça-feira, Julho 10, 2007

José Sócrates - Estudos sobre Jornalismo Técnico

Jornalista perfeito
Se não acredita que este é o paradigma do jornalista perfeito segundo José Sócrates, confirme aqui.

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Quinta-feira, Junho 28, 2007

EUA - Cresce a tensão entre o Senado e a Casa Branca

A Comissão Jurídica do Senado intimou A Casa Branca e o Vice-Presidente Dick Cheney a pronunciarem-se sobre o programa de escutas ilegais.

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Segunda-feira, Janeiro 15, 2007

Neil A. Lewis - Ataque às firmas de advogados


O oficial do Pentágono responsável pelos detidos militares suspeitos de terrorismo disse, em entrevista, que estava consternado com o facto de muitas das principais firmas de advogados estarem a representar detidos da baía de Guantânamo, Cuba, e que os clientes empresariais dessas firmas deveriam terminar as suas ligações com elas.

Estes comentários de Charles D. Stimson, o procurador adjunto do secretário da defesa para os assuntos dos detidos, desencadearam uma torrente de respostas por parte de advogados, especialistas em ética do Direito e dirigentes de associações de Justiça, que disseram sexta-feira que tais declarações são repelentes e demonstram ignorância àcerca da função dos advogados na representação de pessoas com problemas legais.

"Isto é prejudicial para a administração da Justiça", disse Stephan Gillers, um professor de Direito na Universidade de Nova York e uma autoridade em ética legal. "É possível que aquilo que os advogados têm largamente aceite como uma ocupação digna comece a ser rejeitado devido a receios de problemas com clientes importantes".

"Há um funcionário superior do Estado que sugeriu que a defesa desses detidos comprometia de alguma forma os interesses da América, tendo mesmo indicado os nomes das firmas, oferecendo assim um alvo para as empresas americanas".

O Sr Stimson fez estas observações num entrevista na quinta-feira à Federal News Radio, uma estação local de Washington destinada a funcionários públicos.

O mesmo ponto de vista foi retomado na sexta-feira pelo editorial do The Wall Street Journal, no qual Robert L. Pollock, um elemento do corpo redactorial, apresentou uma lista de firmas de advogados e mencionou um anónimo "oficial superior dos Estados Unidos" como tendo declarado que "os presidentes das administrações das empresas que encarem estas firmas devem obrigá-las a escolher entre negócios lucrativos ou representação de terroristas."


Tradução da parte inicial do artigo:
Official Attacks Top Law Firms Over Detainees
publicado no The new York Times em 12 de Janeiro de 2007

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