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Quarta-feira, Maio 14, 2008

George Soros - As duas funções dos especuladores financeiros

George Soros, o segundo especulador de maior sucesso no mundo, quando fala de finanças, sabe o que diz. É muito curioso que não partilhe, de forma alguma, a confiança no papel auto-regulador e socialmente benéfico da mão invisível keynesiana que ainda constitui a bandeira ideológica dos liberais dos nossos dias. (AF)


George SorosOs participantes racionais desempenham uma função dupla. Por um lado, procuram compreender a situação. Chamo a esta a função congnitiva. Por outro lado, tentam alterar a situação. Chamo a esta a função manipuladora. As duas funções produzem efeitos contrários e, em determinadas circunstâncias, podem interferir mutuamente. Chamo a esta a interferência reflexiva.


George Soros in Soros: Financial Crisis Stems from 'Super-Bubble',
publicado por NPR em 12 de Maio de 2008

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Sábado, Dezembro 08, 2007

Isabel do Carmo e o Serviço Nacional de Saúde

Isabel do Carmo
As críticas nas áreas da Educação e da Saúde feitas pelos partidos da direita, pelos cronistas fazedores de opinião ideológica à direita e pela sua movida tão presente na comunicação social, e particularmente na televisão, têm um objectivo de fundo, expresso ou oculto – apresentar como alternativa os benefícios do sistema privado. Mas como as críticas se baseiam muitas vezes sobre problemas reais, misturam-se em amálgama com as críticas dos partidos mais à esquerda. E estes deixam-se cavalgar e cavalgam as críticas de direita, sem fazerem uma separação higiénica e pedagógica. Há sempre um afã eleitoralista imediato ou mediato que cega e afasta os objectivos estratégicos. Será esta uma irremediável lógica partidária? Ou seja, as críticas centram-se muito mais no governo e nos seus protagonistas do que no sistema e na sua enxurrada. Assim se ajuda a abrir portas ao avanço da direita, do neoliberalismo e dos seus desígnios.


Ler o resto do artigo em Isabel do Carmo,
O "bota-abaixo" do Serviço Nacional de Saúde

publicado pelo Le Monde diplomatique em 22 de Novembro de 2007

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Terça-feira, Outubro 30, 2007

Espumante - Mainstream or not mainstream

Espuma da mente

O meu querido amigo que acredita nas virtudes rectificadoras do mercado e com quem troco agradáveis desinteligências espanta-se do meu esforço - coordenado, militante, activo e resistente - em divulgar opiniões de economistas, comparada com a bonomia com que ele próprio passa sobre o assunto.
Com o Partido Socialista a ultrapassar em desvario neoliberal tudo o que os partidos alegadamente mais à direita já haviam alguma vez ousado fazer; com o Banco Central Europeu a distorcer as regras do mercado (que, pelos vistos, só são duras para os trabalhadores) fabricando dinheiro às ordens dos bancos comerciais por mais inábeis que estes sejam na condução dos seus negócios; enfim, com a retaguarda de uma campanha dos meios de informação a servir os cidadãos com pestilências de auto-regulação do mercado, benefícios da livre concorrência enquanto se processa a concentração dos bancos, benefícios do ensino privado (financiado pelo Estado) contra o desorçamentado ensino público, se eu fosse liberal preferiria até estar calado.
Para quem não é, talvez nem reste outra hipótese além daquela que me aduziu. De facto, as coisas não são mesmo comparáveis.

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