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Domingo, Janeiro 03, 2010

Glen Alleman - A equipa



Documento original: Forming, Norming, Storming, Performing, de Glen Alleman

Tradução livre de António Ferrão

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Quinta-feira, Abril 10, 2008

Produtividade segundo a Google

Há muita gente a falar de produtividade no trabalho. Nós fomos observar como fazem os verdadeiros especialistas na matéria. Eis o que descobrimos em Zurique: gostei da sala do data-show, com música ao vivo. Quando teremos nós empresários inteligentes em Portugal?
Clique nas imagens para ampliar.
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Quarta-feira, Janeiro 02, 2008

Paulo Guinote - Debate sobre a Gestão das Escolas

Já que não se percebe como a tutela pensa envolver todos os interessados na discussão do novo modelo de gestão escolar, para além do espaço reservado no site do ME para quem quiser deixar o seu contributo, parece sentir-se a necessidade em muitos de nós de conhecer melhor o novo modelo proposto para a gestão das escolas públicas, assim como de debater a solução apresentada.

Se com os contributos que foram deixados para o Debate Nacional sobre a Educação foi o que se viu (tudo na gaveta), com todo o aparato formal que teve, já sabemos que neste caso a “consulta pública” não passará de uma formalidade com um sentido: o ME apresenta a sua proposta, os parceiros e o vulgo lêem-na e está tudo resolvido. Acertam-se umas vírgulas, emendam-se as incongruências mais disparatadas e o projecto faz-se lei com todas as suas insuficiências, equívocos e contradições com outros diplomas legais em vigor.

Pelo menos com o RAAG houve algum cuidado em, gostássemos ou não do projecto, tentar explicá-lo às pessoas, com sessões abertas ao público interessado e mesmo com debates sobre o tema. Podiam não ser as melhores iniciativas - assisti a uma perfeitamente caricata com um técnico superior do ME, apoiado num powerpoint, que não aceitava interrupções na sua exposição e escrutinava as questões a que não respondia - mas era alguma coisa.

Agora adivinha-se pouco mais do que nada: um destes dias alguém do ME reúne-se com os “parceiros” e dessa reunião sairão sindicatos zangados, Confap feliz e a ANMP a pedir mais dinheiro. Consta que o Conselho de Escolas emitirá um parecer, mas desconhecem-se os trâmites para a sua elaboração.

Por isso mesmo é necessário que algo mais se faça, em tão curto espaço de tempo. E nesse sentido a Isabel Guerreiro enviou-me no passado domingo o mail que passo a transcrever na íntegra (e a que já aludira em post anterior):

Olá Paulo

Não me conheces mas como tu sou professora e descobri há pouco tempo o teu blogue, onde me revejo (como muitos outros colegas aliás) nas tuas tomadas de posição perante o descalabro que tem sido a actuação deste governo no campo da educação.

Ao mesmo tempo constato, com desânimo, que muitas das vozes de protesto que se ouviam/liam se remeteram ao silêncio (de mim falo) ou andam por aí espalhadas pelos vários umbigos da blogosfera.

Esta notícia do Público (ver anexo) não é uma surpresa e faz antever a machadada final que se preconiza para a escola pública, republicana e laica.

Penso que, se não fizermos alguma coisa agora, será muito difícil reavê-la mais tarde.

Sabemos como é a nossa “classe” e os nossos “sindicatos” mas ninguém me convence de que esperarmos de braços cruzados é a única alternativa.

Por que não esquecermos as divergências pontuais de alguns professores e pedagogos mais lúcidos e activos da nossa (pobre) praça (estou a pensar em Santana Castilho, Mithá Ribeiro, Amélia Pais e outros tantos que certamente conhecemos) e nos reunimos para tomar uma posição firme e clara perante tudo isto?

O projecto de lei vai estar em debate público durante o mês de Janeiro, não há tempo a perder.

Um dos pontos de partida poderia ser um abaixo-assinado on line que permitisse também agregar o maior número de pessoas em torno desta questão central para a democracia, de modo que, mesmo o governo leve avante o seu projecto, se possa constituir um grupo mais ou menos organizado de resistentes.

A escola pública tem de ser uma questão transversal de cidadania acima de lógicas “politiqueiras” mesquinhas!

Uma vez que muitos colegas nossos frequentam o teu blogue, deixo-te este desafio: não queres tomar a iniciativa de promover um debate público aberto sobre esta questão (não faltarão espaços onde um evento desses possa ter lugar)?

Isabel Guerreiro
(professora de educação musical)

Como a ideia é boa, reencaminhei este mail para uma dúzia de colegas, autores de blogues e não só, no sentido de auscultar ideias e se procurarem propostas de acção concreta para as próximas semanas. O Fernando Martins divulgou a ideia no Geopedrados, o Miguel Pinto fez o mesmo, acrescentando a sua opinião no outrÒÓlhar, o José Matias Alves já vem abordando o assunto há alguns dias no Terrear, assim como já terão aparecido entretanto outras prosas em outros blogues, à medida que fui recebendo resposta aos mails e comentários aqui no Umbigo por parte de pessoas de que não tenho o contacto directo.

Neste momento, e para facilitar, eu sintetizaria algumas das opções em aberto, para serem concretizadas em rede ou isoladamente, a partir da ideia original. Nos próximos dias (até final da semana) irei tentar sistematizar prós e contras e avaliar da exequibilidade de cada uma:
  • Realização de um encontro de âmbito nacional sobre o tema, organizado a partir da blogosfera, mas com ancoragem em grupos locais/regionais de professores.
  • Realização de uma rede de encontros locais/regionais deste tipo, com um calendário adequado às possibilidades de cada grupo dinamizador, reunindo-se no final os diversos contributos.
  • Sensibilização dos órgãos de gestão das Escolas/Agrupamentos e Centros de Formação para a realização - em prazo útil - de iniciativas destinadas ao debate do tema.
  • Organização de um abaixo-assinado/petição online para que o debate em torno desta legislação seja mais alargado.
  • Produção de materiais sobre o tema para um suplemento especial do Correio da Educação a publicar na segunda/terceira semana de Janeiro, sob coordenação do J. Matias Alves.
  • Abordagem sistemática do diploma apresentado pelo ME, assim como do modelo de gestão da Escola Pública nos blogues.
Penso que, no essencial, são estas as ideias que até ao momento recolhem maior consenso, sendo evidente que quase todos os que se pronunciaram parecem concordar que, mesmo articulando esta iniciativa com organizações existentes, deveria ser algo que emanasse directamente dos professores e da sua vontade de participar na discussão do seu futuro, sem filtragens hierárquicas/organizativas, que possam desvirtuar a sua espontaneidade ou tornar mais fácil a sua catalogação por parte de quem gosta de ver o mundo apenas a preto/branco ou vermelho/verde.

Como iniciativa de Ano Novo a coisa é obviamente ambiciosa.

Pelo que me toca, e na medida das minhas possibilidades, a partir de amanhã penso começar uma série de textos sobre a proposta governamental de gestão escolar, da qual discordo em vários aspectos da sua fundamentação teórica, da sua dimensão prática e ainda da sua incongruência com diversa legislação existente,a começar pela LBSE. Esses textos serão sintetizados para uma crónica a inserir no Correio da Educação. Se estiver mesmo bem disposto colocarei os materiais produzidos aqui no blogue, incluindo este post, no espaço de propostas aberto pelo ME.

Na minha escola, onde tem sede um Centro de Formação, irei procurar saber o que se poderá realizar a nível local e, a partir daí, procurar perceber o que será possível alargar.

Claro que quem tiver essa possibilidade e principalmente os contactos certos, também deveria sensibilizar quem de direito nos órgãos de comunicação social de “referência”, escritos mas não só. Porque não conheço a agenda do Prós & Contras não sei se esta será uma temática a abordar proximamente.

Agora, é esperar de forma activa pelos próximos episódios.

Paulo Guinote in
O Novo Modelo de Gestão das Escolas: O Debate Necessário
publicado por A Educação do meu Umbigo em 1º de Janeiro de 2008

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Quarta-feira, Outubro 24, 2007

Gestão pública versus privada - 1200 milhões de dólares malparados

Ignoro se José Miguel Júdice sabe destas proezas da gestão privada. Mas podemos dormir descansados, que o homem sabe do que fala.

Cambalachos

O Departamento de Estado (Ministério da Defesa) dos Estados Unidos da América está com problemas em saber onde param mil e duzentos milhões de dólares confiados à eficiente gestão privada da Dyncorp para treino de polícias iraquianos.

Fonte: Report: Most of $1.2 billion to train Iraqi police unaccounted for
publicado por CNN a 23 de Outubro de 2007

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Quinta-feira, Outubro 18, 2007

Alexandre Rupert - medo ou motivação?

Nenhum trabalhador trabalha bem sob o peso de ameaças.(AF)


Agora Vox

O insucesso chegou à França: uma doença provocada pelas relações laborais.



Porque vai mal a França e como sair da espiral desastrosa do medo nos locais de trabalho?

Todos ouviram da boca do primeiro ministro, o Sr Filon, em visita no estrangeiro:
Estou à cabeça de um estado que está em derrapagem financeira.
Que estas palavras tenham sido contestadas ou atenuadas por outros políticos ou economistas não altera a clareza da mensagem: há uma doença na nossa sociedade. Será possível negá-la por mais tempo?
As estatísticas e a observação dos factos corroboram a afirmação: num inquérito reealizado em janeiro de 2003 - já lá vão quatro anos - pela revista Capital, que levantou bastante celeuma na altura, concluiu-se que apenas 3% dos quadros franceses se declarava pronto a empenhar-se no trabalho (inquérito Gallup). Os restantes 97% cumpriam honestamente um trabalho sem grande interesse pelos respectivos empregadores. Primeiro na Renault e mais tarde na Peaugeot-Citroën, houve mesmo casos em que o suicídio foi a melhor forma de empregados se libertarem do mau estar no trabalho.

Na Áustria ouve-se frequentemente:
Escolhe um trabalho onde te sintas bem, é importante; desde que aí permaneças todo o dia e por uma parte importante da tua vida.

Este conselho choca pela sua autenticidade e eu formulo-o a todos os que estão activos! Quantas pessoas gostariam de deixar os seus empregos, mas não o fazem dadas os problemas com que se defrontam os outsiders? Não permitem alguns dirigentes, dado o actual desiquilíbrio no mercado de trabalho, que nas suas empresas se instale um clima tenso, tentando que os seus empregados se esforcem pelo medo? Isto poderá funcionar a curto prazo, mas será mesmo possível construir o futuro da empresa com base no medo?

Isto não pode durar: sabe-se que a motivação é que faz o sucesso das organizações. Além disso, a motivação é que governa o comportamento das empresas (e o comportamento cívico, se falarmos à escala da nação). O resultado está à vista: estamos perante o sintoma de uma doença. A não motivação é a raiz, a causa da doença. A falta de motivação dos empregados hoje coverte-se nos maus resultados de amanhã. Empregados a trabalhar em condições mentais deploráveis só conduzem ao fiasco do Estado. Porquê? Porque a riqueza do país vem do trabalho dos seus activos. É por isso urgente considerar seriamente o impacto do bem-estar e da motivação nos objectivos da empresa, como têm sido demonstrados pelos estudos de organização.


Primeiro resultado: a nossa gestão privilegiou a visão de curto prazo sobre a administração dos recursos humanos.

Os indicadores relectem objectivos, quando seriam mais úteis para detectar sintomas. Por exemplo, uma alta taxa de absentismo leva ao aperfeiçoamento dos sistemas de controlo de presenças. Porque não são consideradas as causas do absentismo? A resposta é fácil: porque se procuram resultados a qualquer preço. Não dispõem de qualquer instrumento sintético: os grandes grupos como a McKinsey realizam análises multidimensionais de que não se inferem conclusões precisas e que, ademais, restringem as opções de decisão, dependentes da amplitude do problema.

Abdicam assim as organizações de empreender vias de solução consistentes, de se inovarem e condenam-se de arrasto a concentrar as atenções nas piores práticas. Não é de surpreender que tal via comece por desmotivar as pessoas mais expostas, as das direcções gerais, simultaneamente vítimas e responsáveis pela aplicação de decisões aberrantes, espraiando-se mais tarde e progressivamente pelos escalões intermédios. Contra a sua intuição mas caucionada por argumentação matemática, assistem à tomada de decisões que desde logo identificam como improcedentes mas cujas consequências se manifestam num prazo demasiado largo para poderem ser incorporadas num guia de acção a curto prazo. O conjunto dos empregados é naturalmente atingido pelo clima gerado na empresa e perde o gosto pelo trabalho.


Segundo resultado: não se tem em conta os ânimos dentro da empresa, e isto custa caro.

Desviadas as atenções para a gestão das catástrofes, a subtis relações entre os ânimos e o desempenho ou até a segurança desaparecem de cena. Forçados a intervir nos respectivos âmbitos de responsabilidade, pais, gestores e governantes voltam-se para os comportamentos como se estes fossem o alvo. Erro, o alvo é a fonte, os ânimos. Os instrumentos analíticos modernos também induzem em erro: fazem-se sondagens para tipificar a satisfação, a motivação, o ambiente geral de trabalho. Como os objectivos de melhoria, progressos e recompensas são construidos sobre o conjunto de sintomas detectados, alguns gestores são atraidos pela ideia de os influenciar directamente, sem acautelar as atitudes, que desconhecem, que gradualmente poderiam alterar as situações. Não contemplar as exigências dos ânimos das pessoas é mão reconhecer a hunanidade do indivíduo nem a realidade do nosso contexto.

Excerto de Alexandre Rupert in La France vue depuis L' Autriche
publicado por AGORA VOX - Le média citoyen a 17 de Outubro de 2007

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