"; PlayWin.document.write(winContent); PlayWin.document.close(); // "Finalizes" new window // UniqueID = UniqueID + 1 // newWinOffset = newWinOffset + 20 // subsequent pop-ups will be this many pixels lower }

Segunda-feira, Junho 25, 2007

Patrick Keefe - Não privatizem os nossos espiões

Nem só a Câmara Municipal de Lisboa anda em roda livre no outsourcing. Veja-se até onde já chegam os campeões do neo-liberalismo.(AF)


David SuterLogo a seguir ao 11 de Setembro, o senador Bob Graham, presidente da Comissão do Senado para a espionagem, apelou à "relação simbiótica entre a comunidade de espionagem e o sector privado". Foi então dito que deveríamos ter cuidado com o que queríamos.

Nos anos subsequentes foi desenvolvido um imenso complexo industrial de espionagem, à medida que o governo contratava externamente tudo, desde a tecnologia de vigilância até gestão de gabinetes oficiais no estrangeiro. Hoje, menos de metade dos membros em serviço no Centro Nacional de Contra-terrorismo em Washington são funcionários do estado, segundo noticiou o Los Angeles Times; No escritório da CIA em Islamabad, Paquistão, as contrataçóes externas ultrapassam o número de empregado na razão de três para um.

Que parte do orçamento de espionagem vai parar a mãos privadas? Como o orçamento está abrangido pelo mais alto grau de secretismo e muitos contratos são feitos sem controlo de custos ou confontos de competitividade, parece que nunca haveremos de saber. Até que, no mês passado, um funcionário superior da Procuradoria do Gabinete de Direcção da National Intelligence fez uma apresentação em PowerPoint numa conferência no Colorado e deixou escapar um dado estatístico espantoso - os contratos privados ascendem agora a 70% do orçamento para a espionagem.

Excerto do artigo de Patrick Radden Keefe:
Don’t Privatize Our Spies
publicado pelo New York Times em 25 de Junho de 2007

Etiquetas: , , ,


hits: