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Sexta-feira, Maio 08, 2009

João Severino - Perigos da Terceira Travessia do Tejo

O Professor Carvalho Rodrigues disse que houve pessoas quase a morrer em Sacavém. Mas eu conheci uma pessoa, trabalhador da STE, que morreu de facto nas inundações de 2008, arrastado pelas águas. (AF)


A Terceira Travessia do Tejo (TTT) em Ponte no Mar da Palha põe definitivamente em risco as populações ribeirinhas das cidades de Lisboa até Vila Franca de Xira e do arco ribeirinho da margem sul (Alcochete, Montijo, Moita, Barreiro, Seixal e Almada). O índice de assoreamento no Mar da Palha é extremamente elevado, como é bem visível nesta fotografia do "Dique" Vasco da Gama (http://www.anmpn.pt/images/apvg.jpg ) dado que, o aumento de amplitude do estuário naquela zona provoca uma diminuição significativa da velocidade da água, que facilita a precipitação dos sedimentos que vêm em suspensão. Na maré baixa, no trajecto Seixal - Lisboa, existem locais onde já não passam dois catamarans um pelo o outro. Os cerca de 50 pilhares da nova Ponte vão originar igual número de ilhas cujo aumento de volume ao longo dos anos provocará um efeito de Dique, potenciando a ocorrência de catástrofes com inundações das zonas ribeirinhas, em situações de caudais elevados aliadas a ventos e marés vivas equinociais. Efectivamente, dado que os caudais no rio têm vindo a aumentar fruto da diminuição das zonas de infiltração em terra ocupadas pela malha urbana, a introdução de infra-estruturas no rio que funcionam como obstáculos à corrente fará crescer significativamente o nível de assoreamento, potenciando a ocorrência de inundações devido à subida da altura da água. Este problema não foi objecto de qualquer estudo científico, nem sequer foram consultadas as entidades de referência no domínio da hidrografia, nomeadamente, o Instituto Hidrográfico. O Professor Carvalho Rodrigues, no Programa Clube de Imprensa da RTP2, através de uma experiência simples, mostra-nos os riscos que a TTT em ponte (em qualquer dos corredores) representará para as populações ribeirinhas, no caso de não vir a ser travada a tempo. A falta de rigor e superficialidade do estudo subjacente à TTT no respeitante aos seus efeitos na área molhada, é uma vergonha para a Engenharia Portuguesa, aliás bem patente no parecer sobre o Projecto emitido pelo Gabinete de Sexa. o Chefe do Estado Maior da Armada, quando afirmou (sic): "Apesar do Estudo de Impacto Ambiental referir que o Instituto Hidrográfico foi contactado como entidade interessada, convém esclarecer que as solicitações dirigidas àquele Instituto não foram nesse sentido, tendo tido apenas como objectivo a cedência de dados hidrográficos publicados pelo IH." Ou seja, quem sabia da poda, quem tinha a soberania sobre os saberes, não foi consultado!
Para ver a totalidade do video do Clube de Imprensa de 2009.04.29 - Portugal, País de Descobertas - clique neste link:
http://ww1.rtp.pt/multimedia/?tvprog=23329&idpod=24754

João Severino, A nova ponte é um perigo
Pau para toda a obra, 4 de Maio de 2009

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Domingo, Julho 27, 2008

Os novos aerogeradores

Cinco megawatts cada, com pás do hélice de cinquenta metros, a entrar brevemente em serviço no Mar do Norte...
Aerogerador

Aerogerador


Anselm Waldermann, OFFSHORE WIND FARMS
A Green Revolution off Germany's Coast

Der Spiegel, 24 de Julho de 2008

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Sábado, Julho 12, 2008

O carro eléctrico do professor Hiroshi Shimizu

Hiroshi Shimizu
(Clicar na figura para abrir o vídeo)


Documentário sobre o desenvolvimento de um carro elétrico pelo professor Hiroshi Shimizu . Este carro se chama Eliica. Usa Baterias de Lítio . Autonomia de mais de 300Km de distância entre recargas. Aceleração de 0 à 160Km/h em 7,04 segundos. Velocidade máxima possivel de 370Km/h. Este automóvel gasta um terço da energia em relação a um automóvel comum para o mesmo desempenho.


Electric Lithium-Ion Car
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Noticias
Electric Car Lithium


Andrelz in Eliica o Super Carro Elétrico Japonês
publicado por Google video em 10 de Dezembro de 2006

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Quarta-feira, Fevereiro 07, 2007

Michael Santarini - Questões da formação em engenharia

Que conjunto de aptidões serão necessárias para os engenheiros dos Estados Unidos da América (EUA), de forma a acompanhar o mundo em rápida mudança; quantos engenheiros serão necessários; onde farão falta? Estas são apenas algumas questões que os responsáveis para a educação nos EUA levantam ao tentarem definir o curriculo das próximas gerações de engenheiros, segundo Leah Jamieson, presidente e directora executiva do Institute for Electrical and Electronic Engineers (IEEE) para 2007, nas suas notas ao DesignCon 2007.

No seu discurso, Janieson, que também é decana em engenharia de John A. Edwarson no College os Engineering da Pordue University, apresentou uma larga lista de questões que os educadores deste sector estão a considerar para preparar melhor os jovens engenheiros para os desafios que irão enfrentar.

"Como se prepara a Universidade para criar o quadro geral em que se irão desenvolver as carreiras no futuro e que responsabilidades assumimos para garantir que as oportunidades de carreira existirão no dia em que completarem os seus estudos; ainda mais importante, nos quarenta anos seguintes?" perguntou Jamieson. "Devemos questionar-nos: terão os licenciados as aptidões e qualificações necessárias para uma carreira de quarenta anos?"

Um dos factores que motiva alterações curriculares é o surgimento de novas tecnologias que exigem conjuntos de conhecimentos multidisciplinares. "Há uma necessidade crescente de comunicação entre disciplinas para se conseguir projectos eficientes ao nível de sistemas", disse, salientando que outros factores são o ritmo da mudança, a globalização e questões de mão-de-obra.

Nos EUA, os educadores são também confrontados com o desinteresse pela engenharia em geral, acrescentou Jamieson, citando uma sondagem abrangendo alunos do secundário segundo a qual o interesse pela engenharia decresceu 18% desde 1991. Outros estudos indicam que, enquanto os vários graus que vão até ao bacharelato estão em rápida expansão na China e crescem moderadamente na Índia, nos EUA estão estacionários ou em declínio.

Além disso, muitos académicos sustentam que o semi-período de vida dos conhecimentos em engenharia está algures entre os dois e os sete anos, disse Jamieson. "Posso dizer-vos que, para nós que estamos dentro das universidades, eventualmente - se este período se reduzir abaixo dos cinco anos - e certamente - se se tronar inferior a quatro anos - iremos assustar-nos pois então irá acontecer que, com os alunos que entrarem agora e ao tempo em que terminarem o curso, metade do que tenhamos feito no primeiro par de anos poderá não ser relevante" acresentou. "É um pensamente estarrecedor, e por isso há que continuar a interrogar-nos sobre que partes são relevantes para que os conhecimentos estejam actualizados para além da data de graduação ou, no mínimo, nessa data."
...

Jamieson salientou também que há membros da academia que propõem medidas mais radicais, tendentes a subir a fasquia da certificação em engenhria; tornando-a acessível apenas ao actual nível de mestrado. A idéia não é popular entre os estudantes de engenharia e menos ainda entre os seus pais, admitiu.

As linhas mestras da de Jamieson podem ser escutadas integralmente em DesignCon.

Tradução parcial do artigo:
The future of engineering education: More questions than answers
publicado por Voice of the Electronic Engineer em 2 de Fevereiro de 2007

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