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Quarta-feira, Junho 03, 2009

Vital Moreira, absentista

Via email de Manuel Sanches.


Vital Moreira
(clique na imagem para ampliar)


O Diabo, 19 de Maio de 2009

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Domingo, Setembro 21, 2008

José Sócrates pede um cheque em branco

O secretário-geral do PS disse, este sábado, num comício do partido em Guimarães, que a «esquerda do passado, imobilista e conservadora, nada tem a oferecer ao país», a propósito das críticas ao novo Código do Trabalho. (TSF)

Calma aí, Zé, que vais muito acelerado. O teu conceito de mobilidade está a chegar demasiado longe. Está a chegar até às zonas mais inconfessáveis da actividade política. Estás a transformar a tua forma de fazer política num autêntico embuste.

Por acaso, os eleitores apreciam que aqueles que são eleitos sejam suficientemente imóveis para que não rasguem as suas promessas eleitorais no dia seguinte à eleição.

O mote da tua última candidatura foi assegurar a governabilidade com uma maioria absoluta. Nunca cheguei a perceber essa necessidade. Se o governo fosse minoritário, haveria certamente muito mais concertação entre as forças políticas, as discussões seriam muito mais vivas, os problemas mais bem analisados. Todos ganharíamos, excepto, eventualmente, aqueles que só sabem governar à maneira de Salazar, isto é, sem compromissos de qualquer espécie.

Este anos, pelos vistos, o mote é a mobilidade. Aquilo que o Zé pensa fazer quando e se for eleito, não pode ser depreendido daquilo que diz hoje, porque é uma pessoa muito móvel. Quando e se for eleito, irá perguntar à OCDE, à Comissão Europeia e à NATO o que tem a fazer, pois não se deixa aprisionar a promessas eleitorais imobilistas.

Eleitores: sai mais um cheque em branco fresquinho pró Zé? Não têm o direito de saber para quê antes da eleição, face ao novo paradigma da política móvel, porém não terão grandes surpresas em saber depois. Simples continuidade relativa ao crescimento da inflacção e dos juros, aos congelamentos salariais, à perda de direitos, à centralização policial, à destruição da justiça e do ensino público, ao intervencionismo na Polícia Judiciária. Em suma, tudo muito imóvel.

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Terça-feira, Junho 24, 2008

Mário Rodrigues - Fraude na Educação

Sexta-feira passada, dia 20, participei numa fraude, uma fraude monumental. Como professor de letras, fui escalado para vigilante do Exame Nacional de Matemática, do 9.º Ano de Escolaridade.
Quando olhei para a prova não tive qualquer surpresa. Há muitos meses que previra a realidade que se me antolhava naquele momento. Quem percebeu quem é José Sócrates e Maria de Lurdes Rodrigues só podia esperar esta fraude nos exames. As suas políticas de “faz de conta”, de demagogia e de mentira já faziam prever o que se viria a passar. Talvez não se esperasse uma fraude tão colossal, mas parece não haver limites para estes (ir)responsáveis governamentais. Não lhes interessa o País nem o futuro dos alunos. Interessa-lhes apenas o poder, que os cega nesta política de mentira e de demagogia.
Para não causar problemas à escola onde lecciono e não perturbar a concentração dos alunos, não abandonei a sala. Vigiei a prova até ao seu termo, sujeitando-me à indignidade de colaborar nesta fraude intolerável. Aquele exame, com um grau de facilidade descomunal, pedagogicamente foi uma autêntica fraude. Os seus autores morais e materiais não são penalmente puníveis, mas à face das mais elementares regras da ética e da moral cometeram um crime hediondo. Com esta política educativa de mentira e de sucesso puramente estatístico, estão a assassinar gerações sucessivas de jovens e a aniquilar o futuro do País.
Não há nenhum dever institucional que obrigue um professor a silenciar estes crimes. Os alunos e Portugal são bem mais importantes do que o emprego ou a avaliação de um docente. O Ministério da Educação, com José Sócrates e Maria de Lurdes Rodrigues, está a cometer um verdadeiro crime de lesa-pátria que nenhum professor honesto e digno pode silenciar. Pelos alunos, pelos seus pais e por Portugal, impõe-se denunciar esta fraude, mesmo conhecendo-se as práticas persecutórias deste Governo. Quem tem como única política a defesa de Portugal e dos seus jovens, não pode temer retaliações, mesmo quando vários factos parecem indiciar que estamos perante políticos sem escrúpulos e de duvidosa hombridade…

Publicado em A Educação do meu Umbigo
em 24 de Junho de 2008

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Quarta-feira, Junho 04, 2008

Eugénio Rosa - A formação dos preços dos combustíveis

A Autoridade da Concorrência (AdC) acabou de apresentar o seu relatório sobre a formação dos preços dos combustíveis em Portugal. O cálculo dos preço dos combustível à saída da refinaria por parte das petrolíferas ( o chamado “pricing”) não se faz adicionando os custos suportados pela produção do combustível, que inclui o preço da matéria prima, que é o petróleo, e todos os custos de refinação, somando depois uma margem de lucro. As petrolíferas para estabelecerem os preços à saída da refinaria, recolhem os preços dos combustíveis no mercado de Roterdão, e depois os preços de venda dos combustíveis de cada dia aos distribuidores, à saída da refinaria, são os preços correspondentes aos do mesmo dia da semana anterior verificado naquele mercado do norte da Europa, a que deduzem apenas o chamado desconto de quantidade, que até beneficia mais a própria GALP, pois é ela que detém a maior quota a nível de distribuição (a GALP distribuição).

O que a Autoridade de Concorrência devis ter feito, mas não fez, era analisar se a adopção deste tipo de formação de preços se justificava, e se não estaria a determinar lucros especulativos para as petrolíferas à custa dos portugueses? O que a Autoridade da Concorrência devia ter feito, mas não fez, era analisar porque razão o petróleo utilizado apesar de ter sido o adquirido 2,5 meses antes, portanto a preços mais baixos, no entanto na formação dos preços à saída da refinaria ele é considerado como tivesse sido adquirido na semana anterior? O que a Autoridade da Concorrência devia ter feito, mas não fez, era analisar porque razão os lucros da GALP só determinados pelo chamado “efeito sotck”, ou seja, pela razão referida no ponto anterior, tenham aumentado, entre o 1º Trimestre de 2007 e o 1º Trimestre de 2008, em 228,6%, pois passarem de 21 milhões de euros para 69 milhões de euros? O que a Autoridade da Concorrência devia ter feito, mas não fez, era analisar porque razão a GALP passou a estabelecer os preços dos combustíveis com base nos preços de Roterdão da semana anterior, quando antes estabelecia com base nos preços de Roterdão do mês anterior, tendo passado depois para quinzenalmente, e agora semanalmente, e é de prever que, com a cobertura deste relatório, se prepare para ser diariamente o que, a concretizar-se, inflacionaria ainda mais os seus lucros com base na especulação à custa dos portugueses?

Leia o documento completo aqui

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Quarta-feira, Maio 28, 2008

Liam Tiernan - Easy Come, So Easy Go

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Terça-feira, Maio 13, 2008

Francisco - Formação dos professores

96 Mandamentos
Aprox. 2 euros/mandamento
Uma pechincha
Aproveite

(AF)




O Instituto Nacional de Administração, é um instituto público, com autonomia científica, administrativa, financeira (esta suspensa em 2003) e patrimonial. A sua lei orgânica, Decreto-Lei nº85/2007, de 29 de Março, estabelece-lhe como missão: “contribuir, através da formação, da investigação científica e da assessoria técnica, para a modernização da Administração Pública e para a actualização dos seus funcionários”
É neste Instituto Público que podemos encontrar, várias acções de formação para Avaliação de Pessoal Docente.
Os Destinatários são Membros de Conselhos Executivos, Coordenadores, Docentes, e outras pessoas envolvidas no processo de avaliação do pessoal docente.
Formador(es): Dr. Jorge Fatal Nogueira.
Nº máximo participantes: 25
Preço (privadas/públicas): 200€ / 200€
O Dr. Jorge Fatal é formador do INA e no seu currículo NADA consta na área da Supervisão mas anda a "vender" às escolas um sistema de avaliação baseado em condutas profissionais.

Jorge Fatal Nogueira:
  • Licenciatura em Engenharia de Sistemas Decisionais (Faculdade de Engenharia de Sistemas de Lisboa, 1985).
  • Pós-graduação em Marketing - Curso Aberto de Marketing para Executivos (Universidade Católica Portuguesa, 1995)
  • MBA (Insead França, 2000).
  • Director de projectos em várias organizações internacionais.
  • Expert em Liderança e Gestão de Equipas, Gestão do Tempo, Motivação e Gestão da Mudança.
  • Consultor e formador em diversas empresas internacionais.


E o programa em curso faz correr milhares de euros. É só fazer as contas, como dizia o "outro". Parece um verdadeiro NEGÓCIO fomentado e no seio de uma instituição pública, como pública é a escola e o ministério que a tutela.

Seminário Avaliação do Desempenho do Pessoal Docente
Semide, 9 e 10 de Maio, Agrupamento Escolas Ferrer Correia
INA, Oeiras, 12 e 13 de Maio - esgotado
Coimbra, 22 e 23 de Maio,
Agrupamento Escolas Martim de Freitas
INA, Oeiras, 6 e 7 de Junho - esgotado
INA, Oeiras, 11 e 12 de Junho - esgotado
INA, Oeiras, 20 e 21 de Junho - esgotado
INA, Oeiras, 30 de Junho e 1 de Julho
Póvoa do Varzim, 4 a 5 de Julho
Portel, 2 e 3 Julho


O "sistema" que o Dr. Jorge Fatal anda a "vender", consiste no enunciado de 96 "condutas" e mesmo assim, diz ele, que ainda funciona melhor se as condutas forem 12o, (com ponderações que a escola decide) de resposta Sim/Não.
E o que é GRAVE é que, para que "este sistema" seja usado, a escola tem de assinar um termo de compromisso de confidencialidade na base de um secretismo e confidencialidade inadmissíveis e inqualificáveis que vão contra todos os princípios avaliativos.
Vejamos então, as referidas Condutas, algumas delas perfeitamente incríveis e já denunciadas no Terrear de Matias Alves:


CONDUTAS


  1. É pontual.
  2. Disponibiliza-se para actividades que ultrapassam obrigações horárias/profissionais.
  3. Cumpre prazos.
  4. Quando trabalha em equipa é um elemento participativo e não conflituoso.
  5. Zela e preserva material/equipamento escolar.
  6. Proporciona ambiente calmo, propício à aprendizagem.
  7. Numa reunião tem uma atitude de colaboração e de entreajuda.
  8. Manifesta opinião própria e construtiva relativamente a assuntos debatidos.
  9. Não gera mau ambiente no local de trabalho.
  10. Evita banalidades e perda de tempo.
  11. É receptivo à mudança.
  12. Dá sugestões / tem opiniões críticas para melhoria de serviços.
  13. Faz formação de acordo com o projecto educativo da escola (1/3).
  14. Faz formação na sua área específica (2/3).
  15. Disponibiliza-se para apoiar os alunos após as horas lectivas, sempre que considere necessário.
  16. Regista e avalia o cumprimento das actividades planificadas.
  17. Estabelece planos de acção para corrigir desvios.
  18. Apoia o desenvolvimento de métodos de aprendizagem / estudo.
  19. Estabelece e faz respeitar regras de convivência, colaboração e respeito.
  20. Aplica os critérios de avaliação aprovados pelos órgãos competentes.
  21. Cumpre o horário - substituir parâmetros de assiduidade.
  22. Mantém a calma perante uma situação de tensão com alunos, professores ou pais.
  23. Mantém limpo e arrumado o local de trabalho.
  24. Oferece-se para ajudar em outras áreas que não a sua quando é necessário.
  25. Predispõe-se para ajudar as pessoas aquando da necessidade de urgência no serviço.
  26. Conhece o PE da escola, a missão e a visão da escola.
  27. Utiliza correctamente os equipamentos.
  28. Verifica o estado dos equipamentos antes e depois da sua utilização.
  29. Zela pelo cumprimento do regulamento interno da escola.
  30. É educado e cordial com todos os elementos da comunidade escolar.
  31. Perante uma situação determinada, apresenta diferentes alternativas como solução.
  32. Comunica por escrito ao conselho executivo sugestões a implementar (por ex:com base na análise de melhores práticas de outras escolas ou organizações) que ajudam a garantir um serviço de mais qualidade.
  33. Mantém a confidencialidade e discrição perante determinadas situações.
  34. Recolhe diferentes opiniões ou sugestões procurando criar sinergias com os seus colegas com a mesma função.
  35. Colabora / age no sentido de proporcionar um bom clima de escola.
  36. Resolve situações de conflito sem ter que solicitar ajuda extra.
  37. Assiste a aulas de colegas sempre que considera útil.
  38. Permite que outros colegas assistam a aulas suas.
  39. Actua de forma rápida e eficaz, de acordo com critérios predefinidos, dentro das acções previstas nos processos de trabalho em que está envolvido.
  40. Age com assertividade e discernimento, encontrando as soluções mais pertinentes para cada situação, apresentando-as ao respectivo responsável hierárquico.
  41. Analisa problemas e toma decisões relativas a rotinas de trabalho, não necessitando de apoio superior.
  42. Avalia sistematicamente os resultados que se propõe atingir e reformula as actividades para atingir os resultados de forma mais eficaz.
  43. Cumpre prazos.
  44. Transmite a sua opinião de forma racional e controlada.
  45. É receptivo à mudança e envolve os seus pares para melhorar a sua área, a dos outros e a escola no seu todo, não se opondo às questões.
  46. Quando é chamado a desenvolver outras actividades, encara sempre a situação de uma forma positiva, predispondo-se para actuar.
  47. Revela empenho no desenvolvimento das tarefas, realizando-as antecipadamente.
  48. Toma decisões e assume a responsabilidade não jogando a culpa dos problemas para cima de outros.
  49. Sugere soluções inovadoras, antecipando a ocorrência de problemas.
  50. Gere com eficiência todos os meios existentes na escola.
  51. Procura todas as oportunidades de formação de forma a alargar conhecimentos específicos relativos à área da sua intervenção.
  52. Propõe actividades com vista à modernização e desenvolvimento da comunidade onde se integra (extravasando os limites da escola).
  53. Supera as expectativas do grupo com contribuições activas de desenvolvimento, motivando estes a seguir o exemplo, oferecendo ajuda e dando opiniões construtivas (não havendo rejeições das suas contribuições).
  54. Assiste a eventos desenvolvidos por qualquer tipo de entidade.
  55. Está ao corrente de situações e dificuldades de outras escolas desenvolvendo soluções na escola como prevenção.
  56. Perante uma dificuldade na escola conversa com outros colegas que possam partilhar situações similares e sugere determinadas acções.
  57. Traz à escola pessoas de assuntos de interesse partilhando experiências.
  58. Desenvolve planos de acção para a implementação de melhores práticas pesquisadas e adequadas à escola.
  59. Fomenta o networking interno e externo através de comunicações e actividades.
  60. Analisa continuamente as tendências dos outros e procura implementar as melhores práticas para encontrar as melhores soluções.
  61. Aplica a formação recebida nas tarefas que lhe são atribuídas.
  62. Aproveita ideias de outras áreas ou de organizações semelhantes e adapta-as à sua.
  63. Avalia sistematicamente os resultados que se propõe atingir e reformula as tarefas, no sentido da melhoria, ou seja, faz alterações ao previsto, para atingir os resultados de forma mais eficaz.
  64. Consegue sinergias com outras áreas da organização no sentido de facilitar ou agilizar o serviço.
  65. Identifica situações que fogem do padrão do controle previsto e apresenta soluções ao Coordenador no sentido de evitar possíveis problemas.
  66. Organiza e coordena actividades consideradas por outras áreas como melhores práticas e incorpora-as com vista à superação dos resultados previamente estabelecidos, apresentando propostas ao Coordenador para superação de objectivos através de um plano de aula.
  67. Orienta e planeia acções com uma visão partilhada que potencia a missão e os valores da organização.
  68. Partilha técnicas, ferramentas e conhecimentos dentro da organização.
  69. Partilha técnicas, ferramentas e conhecimentos fora da organização, por exemplo fazendo apresentações em congressos, palestras, etc.
  70. Partilha técnicas, ideias e recursos melhorando o trabalho em equipa através de aconselhamentos aos seus colaboradores.
  71. Predispõe-se para ajudar as pessoas aquando da necessidade de urgência no serviço.
  72. Procura todas as oportunidades de formação de forma a alargar conhecimentos específicos relativos à área da sua intervenção.
  73. Sempre que verifica alguma anomalia mesmo que não seja da sua área sugere soluções simples mas concretas.
  74. Contribui para a mudança planeando melhores práticas e tomando iniciativas, com base em projectos de autonomia e liderança, medindo o grau de satisfação de pelo menos 75% dos seus colaboradores através de pesquisas de satisfação rápidas.
  75. Apresenta por escrito propostas de soluções novas de problemas fora da sua área de trabalho e de actuação.
  76. Cria acções novas e motivadoras para a manutenção da disciplina na sala.
  77. Cria e implementa novas formas e metodologias que favorecem a participação dos alunos na realização da aula.
  78. Cria ferramentas de controle da sua actividade ou de outros dentro da organização que sejam simples mas resolvam os problemas de acompanhamento.
  79. Cria instrumentos que proporcionam auto avaliação dos alunos com rigor e objectividade.
  80. Cria novos métodos de estudo para os alunos, demonstrando a sua eficácia.
  81. Cria novos sistemas ou metodologias nas turmas que estimulam o processo de ensino-aprendizagem.
  82. Cria processos e critérios de avaliação e partilha com os avaliados, obtendo consenso e validação.
  83. Desenvolve recursos inovadores para a realização de actividades lectivas.
  84. É capaz de desenhar condutas observáveis dos colegas avaliados de forma simples e objectiva.
  85. Envolve-se em projectos comunitários inovadores por iniciativa própria.
  86. Estabelece mecanismos novos de seguimento ou acompanhamentos da implementação dos planos de melhoria negociados com os avaliados.
  87. Executa um projecto de liderança inovador e consegue implementar ideias revolucionárias e estratégicas, envolve as pessoas nesses projectos não deixando de fora ninguém.
  88. Inova com ideias jamais testadas em algum lado e prova que a organização poderá beneficiar disso.
  89. O professor cria e implementa processos claros e reconhecidos pelos alunos para facilitar a sua disponibilidade e apoio aos mesmos.
  90. Preocupa-se no desenho e implementação de novas ideias criadas por ele que ajudem a escola na redução do abandono escolar.
  91. Propõe novas actividades com vista à modernização e desenvolvimento da comunidade onde se integra.
  92. Quando apresenta os problemas apresenta também hipóteses de várias soluções criadas por ele, devidamente estudadas e analisadas e dá a sua opinião de como o problema pode ser resolvido da melhor forma.
  93. Sugere novas estratégias para a resolução de problemas.
  94. Sugere novos critérios que permitam fazer uma análise da planificação e estratégias de ensino para a adaptação ao desenvolvimento das actividades lectivas.
  95. Sugere soluções inovadoras, antecipando a ocorrência de problemas.
  96. Utiliza os resultados da avaliação dos alunos como base para criar novas formas de actividade lectiva que permitam desenvolver com eficácia e competência as atitudes dos alunos.



Apêndice (às 20:30h do dia 11 de Maio)

Alertado pelo Paulo G. de ameaças do Dr. Fatal a diversos Blogs que tenham publicado aquilo a que ele parece chamar de "ferramentas" sobre as quais também não sei se tem alguns direitos autorais, quero reafirmar que estas 96 condutas não são de facto minhas, nem as quero rigorosamente para nada. Supostamente serão dele, do dr. Fatal, pelo menos parece que foi isso que fez passar aos seus formandos nas referidas acções onde cada um pagou a módica quantia de 200 euros. Ele a mim (ainda) nada me disse nem escreveu pelo que mantenho algumas reservas sobre as eventuais ameaças.
Mesmo assim, espero e faço mesmo questão que nenhum colega use estas tretas. Tem mais proveito, como se vê o dr. Fatal que qualquer um dos colegas. Noventa e seis (96) condutas? É de doidos, já nem questiono os conteúdos.
Aqui deixo também, para que conste, a menção quanto ao copyright, não sei quem possa estar interessado na "ferramenta" do dr. Fatal.

Francisco in O NEGÓCIO DA AVALIAÇÃO DE PROFESSORES COM O BENEPLÁCITO DO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
publicado por PSITACÍDEO em 8 de Maio de 2008

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