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Segunda-feira, Dezembro 14, 2009

Aquecimento global? Mudanças climáticas?

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Segunda-feira, Fevereiro 09, 2009

Renaud Laillier - A globalização é o caos acelerado

Nunca era certo onde pretendiam chegar os liberais, quando invocavam a necessidade de agir "mundialmente". Com a crise, viu-se ao que vinham...

Isto deveria servir de lição. Porém, não é caso para eleger o proteccionismo como o novo princípio da autoridade. Os países podem aderir a um proteccionismo não declarado, sem que isso resulte em grandes barreiras.

O paradigma da célula biológica é adequado para melhor compreender a relação dos países com o seu espaço económico. É necessária uma parede - no caso, uma fronteira - para que a célula possa viver e desenvolver-se, dispondo dos meios necessários. São as paredes que ajudam a célula a respirar e a efectuar as trocas; não a sua ausência, como nos querem fazer acreditar.

A globalização, tal como vem sendo praticada, só pode espalhar a ruína. Certos dirigentes pró-globalização trataram de abolir as "paredes", qualificando-as como obsoletas e como obstáculos ao desenvolvimento, o que não são de modo algum.

O sistema biológico indica-nos precisamente o contrário. Faltando a "parede", as defesas imunitárias sãs da sociedade são destruídas por dentro, ao serem expostas a todos os fluxos ao mesmo tempo, sem organização nem controlo. De onde resulta uma redução forçada das energias criativas locais e uma evolução acelerada para o caos nos planos económico, social, financeiro, cultural e civilizacional, bem como do ecosistema.

Além disso, a preservação do ambiente exige sempre algum grau de proteccionismo. É necessário preservar as estruturas, tal como na arquitectura se preservam os contrafortes, as trancas e as portadas. Isto é tanto válido para os EUA, cuja hegemonia mundial está em queda, como para cada uma das restantes nações do mundo.

Só assim o verdadeiro progresso se verificará. Destas condições depende o progresso que cada um poderá esperar: reforçando todas as comunidades, aproveitando toda a criatividade em benefício local para criar o máximo de riqueza.

A globalização é o caos acelerado.

Renaud Laillier, Le mondialisme, entropie accélérée, ContreInfo, 7 de Fevereiro de 2009

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Domingo, Junho 01, 2008

O pensamento do dia

Magdalena Stupar - SérviaFlores de Maio do jardim de Magdalena Stupar - Sérvia

"O Mundo não está ameaçado pelas pessoas más
E sim por aquelas que permitem a maldade".
( A. Einstein )

Estou a pensar nas crianças já que o dia de hoje lhes é dedicado. A sua protecção é responsabilidade de todos nós.

Os governos mundiais pouca ou nenhuma atenção desperdiçam com elas, tão ocupados andam em produzir leis que os protejam e arranjar contactos que lhes permitam segurança económica e social quando saiem das suas funções governativas!

Por isso:
"Faz o que puderes, com o que tiveres, onde estiveres" - Theodore Roosevelt, pois "Sem esforço não há paz, sem luta não há vitória" - Tomás de Kempis.

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Terça-feira, Julho 03, 2007

Adriano Moreira - exportar mão-de-obra

Adriano Moreira
A sorte dos países pobres do Sul da Europa é exportarem mão-de-obra; os ricos exportam capitais.
Adriano Moreira, entrevistado por Mário Crespo em 2 de Julho de 2007.


Nesta cândida afirmação, perfeitamente ajustada àquilo que assistimos todos os dias, o salazarista Adriano Moreira diz mais sobre o futuro de Portugal que todas a promessas mal fundamentadas do Partido Socialista. É triste reconhecê-lo. É o corolário lógico de uma longa história de abstenção dos portugueses aos actos eleitorais; da avaliação insuficiente das propostas em jogo e das práticas governativas.
Contrariar o êxodo de mão-de-obra qualificada para os países ricos do Norte exigiria, antes de mais, a confiança não fingida do Governo nas capacidades de realização dos portugueses. Exigiria uma profunda confiança do Governo no trabalho dos professores do ensino público em primeiro lugar. Exigiria que as partes mais dinâmicas da Universidade pública não fossem dadas de mão-beijada (ao preço simbólico de um euro) a fundações privadas. A história do ensino universitário privado em Portugal, salvo uma ou outra excepção, é uma história bem triste de se contar; e o acesso selectivo tornam-no impróprio para vencer batalhas de desenvolvimento nacional. Globalmente visto, o ensino universitário privado está hoje politicamente derrotado, pois não conseguiu cumprir qualquer papel complementar ao ensino público, apenas fornecer ao mercado de trabalho fornadas de trabalhadores mal preparados. Não contentes com tão tristes resultados, conscientes da inutilidade do seu papel social, voltam-se para o ensino público com a sanha dos vampiros à procura de sangue fresco. Claro que problemas dessa natureza não constituem preocupação para os burocratas cinzentos e apátridas da OCDE, cujas recomendações são prontamente transformadas em decreto-lei por governantes acéfalos, medíocres e vende-pátrias. Favorecendo as condições que levam a mão-de-obra qualificada a emigrar para os países ricos, o governo do PS está a comprometer não já o presente, mas o futuro de Portugal.

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Terça-feira, Janeiro 02, 2007

Mia Couto - Os Sete Sapatos Sujos

Eu contei sete sapatos sujos que necessitamos deixar na soleira da porta dos tempos novos.













Mia Couto
Os Sete Sapatos Sujos
publicado no Vertical em Março de 2005

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Quinta-feira, Novembro 09, 2006

Tecnologia liga o Mundo

"Muitos programas da Carnegie Mellon University (CMU) aceitaram o desafio de 'reforçar o poder (empowering) dos alunos e das crianças em qualquer parte do Mundo' para usarem a tecnologia, segundo as palavras do fundador do programa, Berardine Dias, um professor de robótica da CMU. Dias desenvolveu o TechBridgeWorld porque 'ama aqueles momentos ah-ha quando os olhos (das crianças) brilham'. Os estudantes universitários interessados na difusão da tecnologia pelos países em desenvolvimento são encorajados a unir-se ao TechBridgeWorld, que os conduz a uma disciplina designada Tecnologia para as Comunidades em Desenvolvimento que posteriormente é complementada por diversas outras disciplinas compondo um programa de estudo independente. Consultoria Técnica no Comunidade Global é uma classe restrita que promove estágios de 10 semanas realizados em comunidades em desenvolvimento, onde trabalham como consultores tecnológicos aliados a departamentos governamentais ou organizações não-lucrativas num amplo campo de actividades."

Fonte: TechBridgeWorld

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