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Sexta-feira, Abril 30, 2010

Caros leitores

Alterações ao blogger e o ferrao.org.

blog

A partir de amanhã, 1º de Maio de 2010, este blog estará congelado, pelo menos até se encontrar uma alternativa. A utilização do software do blogger deixará de estar disponível para computadores alheios à google. A todos os que nos honraram com as suas visitas, o nosso muito obrigado.

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Quarta-feira, Março 25, 2009

Ana Monteiro - Porque escolhi este poema

Para ser grande, sê inteiro: nada
Teu exagera ou exclui.
Sê todo em cada coisa. Põe quanto és
No mínimo que fazes.
Assim, em cada lago a Lua toda
Brilha, porque alto vive.
Ricardo Reis



Eu escolhi este poema de Ricardo Reis por três motivos:
Primeiro: o poema expressa uma máxima a que eu aspiro – “Se tiveres que fazer algo, fá-lo bem feito.” – pois quando se faz algo, por mais pequeno ou insignificante que seja, por nós, pelos outros, quer gostemos ou nao, ficamos bem com nós próprios e orgulhosos, mesmo que ninguém repare ou elogie, porque temos a certeza de que o fizemos bem e é isso que conta.
O segundo motivo pelo qual escolhi este poema foi devido ao facto de ele nos mostrar que devemos procurar exceder sempre as nossas expectativas e a dos outros, porque a vida é o nós fazemos dela e o nosso futuro está sempre a mudar a cada pequena decisão que tomamos. Já que estamos neste mundo, por que não “rock it out with style?!” (não sei se podemos escrever em inglês, mas não sabia como expressar isto em português.)
E, por último, mas não menos importante, o facto de este poema possuir uma complexidade sintática, o que o torna interessante para mim, pois eu gosto de procurar o singnificado das coisas. A complexidade deste poema encontra-se na sua sintaxe, pois é clássica, latina e muito diferente daquela que estudámos em Alberto Caeiro. Este poema apresenta uma sintaxe latina, como já referi, com a frequente inversão da ordem lógica, favorecendo o ritmo das suas (Ricardo Reis) ideias disciplinadas.

Ana Monteiro, 12ºA Começar o ano... em grande!, 6 de Janeiro de 2009




Amigo Leitor

Deseja entregar-se ao poder encantatório das palavras? Então não deixe de visitar este one of a kind blog feito numa escola de Barcelos:

No Limiar das Palavras

onde, no dizer da professora que o criou, escrever não é um acto inútil. Inútil é calar-se.

(AF)

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Terça-feira, Março 24, 2009

Encontro de blogs comunistas

Encontro de blogs comunistas
(Recebido por email)

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Terça-feira, Setembro 23, 2008

Da dízima periódica à fracção

Algoritmo da divisão decimal



Desde a Matemática elementar é conhecido o facto de que a divisão termina quando aparece um resto zero. Nem sempre, porém, esse resto aparece, sem que antes se repita outro resto. Nesta altura encontramos uma dízima infinita e periódica. Todos conhecemos, portanto, o caminho que vai da fracção à dízima periódica.
E se, como ponto de partida, tivermos uma dízima periódica e quisermos conhecer a fracção correspondente? Quem estiver interessado, pode consultar o método neste excelente artigo que Américo Tavares publicou em problemas | teoremas.

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Quarta-feira, Setembro 17, 2008

Problemas | Teoremas

Américo TavaresCaro Américo Tavares

Aos meus ouvidos chegaram rumores de que o blog problemas | teoremas estaria em risco de terminar. Se ainda estiver a tempo de reverter essa perspectiva sombria, permita-me dizer das minhas razões porque considero importante que aconteça o contrário.

Vivemos numa fase de alguma confusão. Estou em crer que passageira. Pessoas válidas em todos os domínios resguardam-se da exposição pública, deixando o terreno livre. Imediatamente um poletão de incompetentes vem ao terreiro com uma algazarra inaudível, apresentar-se como os verdadeiros especialistas.

O blog a que deu vida afastou-se salutarmente da mediocridade estridente. Colocou corajosamente questões difíceis a todos nós. Confrontou-nos com as nossas próprias limitações. Em cada um dos artigos, deixou antever uma disciplina mental que só amadurece num tempo prolongado. Constitui um evento único no panorama da blogosfera portuguesa, que a enriquece singularmente. Era meu desejo que escritos com nível equiparável estivessem disseminados amplamente, também noutros domínios, com a convivialidade interactiva que os blogs proporcionam. O exemplo de problemas | teoremas pode expandir-se. Alguns distraidos, mas que partilham interesses em Matemática - todos sabemos a facilidade com que estas pessoas se distraem - poderão ainda vir a descobri-lo e a enriquecê-lo. É provável que o façam, se a janela temporal de actividade do blog for compatível com a ocorrência dos acontecimentos raros.
Os exemplos de esforço intelectual não se propagam ao ritmo dos exemplos de desleixo. Quisera eu que também tivessem a sua oportunidade.

Um grande abraço

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Terça-feira, Setembro 09, 2008

Luta dos professores - ProfAvaliação

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Quinta-feira, Julho 31, 2008

Boas férias

Map overlay
Este blog descansará provavelmente por uns tempos. Nascido do desejo de desintoxicar da informação comercial, o Ferrao.org tem-se caracterizado mais pelas traduções de artigos que por contribuições próprias. Que fazer? Não podemos ser especialistas em todos os domínios, mas todos os domínios nos encantam. Se há quem fale melhor sobre Direito Internacional, Economia, Informática, Engenharia, Linguística, Música, etc, porque não aproveitar?
Este mês perfizemos as 600.000 hits. Certamente não mereceríamos, pelo pouco esforço investido. Aqueles dos nossos leitores que porventura se interessem por estes factos, devem saber que os motores de busca apresentam primeiro os resultados onde as palavras-chave aparecem em título. Esta é uma parte importante dos artigos, a resguardar de tentações figurativas ou irónicas. Talvez isso explique tantos hits.

Nos últimos trinta dias, foi a seguinte a distribuição geográfica das nossas visitas:
Paises visitantes do Ferrao.org
Apraz-nos especialmente saber que os paises onde se fala português estão bem representados na amostra.


Nos mesmos trinta dias, entre as visitas que chegam de outros blogs, a distribuição foi a seguinte:
A educação do meu umbigo 157
A sinistra ministra76
Problemas|teoremas50
Espuma da mente42
Sala dos professores 26
Catarse 18
Fliscorno16
Do Portugal profundo13
Anovis Anophelis 12
CyberCultura e Democracia Online5
visitas estas que muitos nos honram, naturalmente.

Os que chegaram a nós por via das pesquisas na Internet procuraram o seguinte:
nomes proprios, lista de nomes, nomes próprios, lista nomes, lista de nomes proprios, lista nomes proprios 936
receitas de pão, maquina de fazer pão, máquina de fazer pão, maquina de fazer pao, maquinas de fazer pão, maquina fazer pao, receitas para máquina de pão, fazer pão,
máquina fazer pão, receitas de pao, maquinas de fazer pao, receitas para maquina de pao, como fazer pao, máquina de pão, maquina fazer pão, maquina de pao, máquinas de fazer pão, receitas para maquina de pão, maquina pao, maquinas de pao, receitas pão, fazer pao, receitas para máquina de fazer pão
768
ramiro marques92
tabuada de dividir85
medina carreira66
imagens fantasticas63
a importancia de um orquestra na educação 54
resultados dos exames nacionais31
imagens escondidas 30
carlos vieira dias 28


Os artigos sobre o pão e a onomástica do preguiçoso Lúcio continuam a dar cartas.
Receitas para máquinas de fazer pão3.500
ferrao.org - onomástica portuguesa1.580
Ramiro Marques - Avaliação de professores252
Imagens Fantásticas222
Escola Secundária D. Maria II, Braga - Avaliação dos professores203
Mário Rodrigues - Fraude na Educação195
Viagem a Paris193
Dividir sem usar a tabuada...164
O Sol que nos dá Vida154
Índia: sem comentários151


Obrigado pela visita e votos de boas férias.

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Terça-feira, Maio 20, 2008

Almocreve das Petas - cinco anos

One of a kind blog. As correntes por baixo das ondas. O que vê masson (assim com minúscula, que é como gosta de assinar) quando olha à sua volta? (AF)masson




Com o sol a crescer dia-a-dia e apesar disso, não muda de opinião. "Por toda a noite bebida" [Éluard], toca, apalpa com devoção, capricha na libertinagem. O Almocreve não é um "murmúrio casual", é a sombra da memória. Da nossa!

A vidinha está boa é para contabilistas. De lápis afiado sobre a orelha, é bom de ver. Hoje a galeria de técnicos & travestis de políticos que "trocaram de alma" [como diria R. Proença] é a recitação da nova paróquia. (ler aqui o resto)


Fonte: Almocreve das Petas

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Terça-feira, Março 04, 2008

Mais um blogger em tribunal?

O emplastro
O chefe do Departamento de Relações Públicas (em segundo plano na imagem) da Ministra da Educação que, por questões de pudor, ostenta civilmente uma denominação mais respeitável, pretende processar um blogger que mais não fez que indicar a fonte dos recursos gastos em viagens, almoços e outras despesas correntes para o desempenho da sua nobre missão.


Imagem: We have kaos in the garden

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Quarta-feira, Janeiro 02, 2008

Paulo Guinote - Debate sobre a Gestão das Escolas

Já que não se percebe como a tutela pensa envolver todos os interessados na discussão do novo modelo de gestão escolar, para além do espaço reservado no site do ME para quem quiser deixar o seu contributo, parece sentir-se a necessidade em muitos de nós de conhecer melhor o novo modelo proposto para a gestão das escolas públicas, assim como de debater a solução apresentada.

Se com os contributos que foram deixados para o Debate Nacional sobre a Educação foi o que se viu (tudo na gaveta), com todo o aparato formal que teve, já sabemos que neste caso a “consulta pública” não passará de uma formalidade com um sentido: o ME apresenta a sua proposta, os parceiros e o vulgo lêem-na e está tudo resolvido. Acertam-se umas vírgulas, emendam-se as incongruências mais disparatadas e o projecto faz-se lei com todas as suas insuficiências, equívocos e contradições com outros diplomas legais em vigor.

Pelo menos com o RAAG houve algum cuidado em, gostássemos ou não do projecto, tentar explicá-lo às pessoas, com sessões abertas ao público interessado e mesmo com debates sobre o tema. Podiam não ser as melhores iniciativas - assisti a uma perfeitamente caricata com um técnico superior do ME, apoiado num powerpoint, que não aceitava interrupções na sua exposição e escrutinava as questões a que não respondia - mas era alguma coisa.

Agora adivinha-se pouco mais do que nada: um destes dias alguém do ME reúne-se com os “parceiros” e dessa reunião sairão sindicatos zangados, Confap feliz e a ANMP a pedir mais dinheiro. Consta que o Conselho de Escolas emitirá um parecer, mas desconhecem-se os trâmites para a sua elaboração.

Por isso mesmo é necessário que algo mais se faça, em tão curto espaço de tempo. E nesse sentido a Isabel Guerreiro enviou-me no passado domingo o mail que passo a transcrever na íntegra (e a que já aludira em post anterior):

Olá Paulo

Não me conheces mas como tu sou professora e descobri há pouco tempo o teu blogue, onde me revejo (como muitos outros colegas aliás) nas tuas tomadas de posição perante o descalabro que tem sido a actuação deste governo no campo da educação.

Ao mesmo tempo constato, com desânimo, que muitas das vozes de protesto que se ouviam/liam se remeteram ao silêncio (de mim falo) ou andam por aí espalhadas pelos vários umbigos da blogosfera.

Esta notícia do Público (ver anexo) não é uma surpresa e faz antever a machadada final que se preconiza para a escola pública, republicana e laica.

Penso que, se não fizermos alguma coisa agora, será muito difícil reavê-la mais tarde.

Sabemos como é a nossa “classe” e os nossos “sindicatos” mas ninguém me convence de que esperarmos de braços cruzados é a única alternativa.

Por que não esquecermos as divergências pontuais de alguns professores e pedagogos mais lúcidos e activos da nossa (pobre) praça (estou a pensar em Santana Castilho, Mithá Ribeiro, Amélia Pais e outros tantos que certamente conhecemos) e nos reunimos para tomar uma posição firme e clara perante tudo isto?

O projecto de lei vai estar em debate público durante o mês de Janeiro, não há tempo a perder.

Um dos pontos de partida poderia ser um abaixo-assinado on line que permitisse também agregar o maior número de pessoas em torno desta questão central para a democracia, de modo que, mesmo o governo leve avante o seu projecto, se possa constituir um grupo mais ou menos organizado de resistentes.

A escola pública tem de ser uma questão transversal de cidadania acima de lógicas “politiqueiras” mesquinhas!

Uma vez que muitos colegas nossos frequentam o teu blogue, deixo-te este desafio: não queres tomar a iniciativa de promover um debate público aberto sobre esta questão (não faltarão espaços onde um evento desses possa ter lugar)?

Isabel Guerreiro
(professora de educação musical)

Como a ideia é boa, reencaminhei este mail para uma dúzia de colegas, autores de blogues e não só, no sentido de auscultar ideias e se procurarem propostas de acção concreta para as próximas semanas. O Fernando Martins divulgou a ideia no Geopedrados, o Miguel Pinto fez o mesmo, acrescentando a sua opinião no outrÒÓlhar, o José Matias Alves já vem abordando o assunto há alguns dias no Terrear, assim como já terão aparecido entretanto outras prosas em outros blogues, à medida que fui recebendo resposta aos mails e comentários aqui no Umbigo por parte de pessoas de que não tenho o contacto directo.

Neste momento, e para facilitar, eu sintetizaria algumas das opções em aberto, para serem concretizadas em rede ou isoladamente, a partir da ideia original. Nos próximos dias (até final da semana) irei tentar sistematizar prós e contras e avaliar da exequibilidade de cada uma:
  • Realização de um encontro de âmbito nacional sobre o tema, organizado a partir da blogosfera, mas com ancoragem em grupos locais/regionais de professores.
  • Realização de uma rede de encontros locais/regionais deste tipo, com um calendário adequado às possibilidades de cada grupo dinamizador, reunindo-se no final os diversos contributos.
  • Sensibilização dos órgãos de gestão das Escolas/Agrupamentos e Centros de Formação para a realização - em prazo útil - de iniciativas destinadas ao debate do tema.
  • Organização de um abaixo-assinado/petição online para que o debate em torno desta legislação seja mais alargado.
  • Produção de materiais sobre o tema para um suplemento especial do Correio da Educação a publicar na segunda/terceira semana de Janeiro, sob coordenação do J. Matias Alves.
  • Abordagem sistemática do diploma apresentado pelo ME, assim como do modelo de gestão da Escola Pública nos blogues.
Penso que, no essencial, são estas as ideias que até ao momento recolhem maior consenso, sendo evidente que quase todos os que se pronunciaram parecem concordar que, mesmo articulando esta iniciativa com organizações existentes, deveria ser algo que emanasse directamente dos professores e da sua vontade de participar na discussão do seu futuro, sem filtragens hierárquicas/organizativas, que possam desvirtuar a sua espontaneidade ou tornar mais fácil a sua catalogação por parte de quem gosta de ver o mundo apenas a preto/branco ou vermelho/verde.

Como iniciativa de Ano Novo a coisa é obviamente ambiciosa.

Pelo que me toca, e na medida das minhas possibilidades, a partir de amanhã penso começar uma série de textos sobre a proposta governamental de gestão escolar, da qual discordo em vários aspectos da sua fundamentação teórica, da sua dimensão prática e ainda da sua incongruência com diversa legislação existente,a começar pela LBSE. Esses textos serão sintetizados para uma crónica a inserir no Correio da Educação. Se estiver mesmo bem disposto colocarei os materiais produzidos aqui no blogue, incluindo este post, no espaço de propostas aberto pelo ME.

Na minha escola, onde tem sede um Centro de Formação, irei procurar saber o que se poderá realizar a nível local e, a partir daí, procurar perceber o que será possível alargar.

Claro que quem tiver essa possibilidade e principalmente os contactos certos, também deveria sensibilizar quem de direito nos órgãos de comunicação social de “referência”, escritos mas não só. Porque não conheço a agenda do Prós & Contras não sei se esta será uma temática a abordar proximamente.

Agora, é esperar de forma activa pelos próximos episódios.

Paulo Guinote in
O Novo Modelo de Gestão das Escolas: O Debate Necessário
publicado por A Educação do meu Umbigo em 1º de Janeiro de 2008

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Quarta-feira, Dezembro 12, 2007

L'arbre de les 1000 Musiques

Há um lugar da internet onde todos os melómanos se sentem bem. Alonsii vive na Catalunha, porém os músicos de quem fala podem estar em qualquer parte do Mundo. Sobre cada música tem uma história para contar.
Em tempos chegou a pedir às visitas portuguesas que manifestassem as suas preferências musicais.
Reflexivamente, fez-me notar que quase nada conheço da música catalã. Nem fica nada longe, a Catalunha. Vivemos demasiado tempo de costas voltadas. Escolhi por isso um tema, mas deixo a apresentação a Alonsii.
(AF)

Txala
Txala:
La Mestressa


En catalán Xalar significa divertirse. Y suena como Txala, el diminutivo con el que los Vascos llaman la Txalaparta. Txala es el nombre que adoptan esta formación catalana centrada en la fusión de los folklores Vasco y Catalán. Así instrumentos de las dos tierras comparten historias. El flabiol y el tamborí típicos de la música catalana acompañan a txalapartas de todos los tamaños y materiales. Temas típicos de aquí (Catalunya) que suenan con sabor de allá (Pais Vasco). Instrumentos de allá con sabor de aquí.

Pero que nuestros amigos del PP no se preocupen, que tan solo es música, cultura, no separatismo nacionalista. Que si se junta un catalán y un vasco , puede ser que, con toda seguridad, también salga algo bueno. Pero por desgracia, a veces se niegan como propias las diversas herencias culturales de la península; la música, las palabras, la comida, la gente, las ideas van siempre se un lado para otro y al final no son ni de aquí ni de allá. Quién lo entienda ya sabe de lo que hablo.

El disco me lo cede el amigo Txiribita, de ekaitzaldi, Posiblemente el blog más importante dedicado a la música y cultura de Euskalerria. De verdad, no dejéis de hecharle un ojo.

Si queréis saber cómo se ve el tema de Txala desde Euskalherria, mirar lo que nos dice Txiribita, aquí.


in Xalar é divertir-se
publicado por Alonsii em L'arbre de les 1000 musiques em 3 de Dezembro de 2007

Som: Rapidshare

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Segunda-feira, Dezembro 10, 2007

Quinta frase da página 161

Sermão

Rogerio Leite da Silva, lançou-me o desafio seguinte, que agradeço:

Pegar num livro à distância de um braço, abrir na página 161 e reproduzir a quinta frase. Depois passar a mais cinco candidatos o mesmo desafio.

Como geralmente acontece, o enunciado de um exercício é mais fácil que a sua execução. À distância de um braço tenho Probability Theory - The Logic of Science, de Edward Jaynes, mas na posição indicada está algo entre parêntesis cheio de símbolos matemáticos difíceis de reproduzir em HTML; tenho Eduquês: Um Flagelo sem Fronteiras, de Roger Balian e outros, que termina na página 97; tenho Angola - Processos Políticos da Luta pela Independência, de Maria do Carmo Medina, que na página 161 já contem anexos e, por azar, é a primeira página de fac-simile de um texto jurídico contendo apenas as três primeiras frases; em desespero, peguei nos Provérbios & Adágios Populares, de Cláudia Ribeiro onde está:
Quem encomendou o sermão que o pague.
Agora, passar a quem o desafio? Creio que à minha volta já quase todos passaram por ele. Aqui vai, com algum atrevimento:
Sendo muito restrito o grupo de blogs que comento, tenho de socorrer-me da prata da casa:


Bonne chance.

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Quarta-feira, Novembro 28, 2007

De um conhecimento virtual a um almoço real

Barreiro

A conversa correu animada. A libertação dos condicionamentos bloguísticos e a teimosa persistência de constrangimentos temporais precipitaram cada um dos interlocutores num atropelo de palavras. Cada tema - já objecto de anteriores abordagens ou totalmente novo - caiu sobre a mesa sem rebuços ou cautelas preventivas.
Dois indivíduos totalmente desconhecidos ainda há dois anos atrás, com percursos territoriais distintos, sem intersecções no mundo académico, político ou artístico, que casualmente se encontraram na blogosfera, decidiram completar o cenário das palavras escritas com o de um verdadeiro restaurante e dar dispensa ao teclado.
De um lado da mesa, o autor de um fenómeno de comunicação digital: do outro um simples amador. Ao longo de meses cada um foi dando a conhecer-se; quase sempre de forma indirecta pelas posições assumidas. Ilustrando o facto de que mais fica por declarar que o que é declarado, está a confusão do almoço.
De uma forma extrovertida e bem disposta, o campeão - dezasseis anos mais jovem - desentrelaçava episódios de vida que enformaram as suas opções principais. No meio de flagrantes contrastes, sobressaiu o cuidado de não perder, entre aquilo que foi abdicado, a firmeza de princípios, a confiança no valor singular do conhecimento e o apego à liberdade de expressão, que, pela forma como cultiva no seu site, facilmente se identifica como a sua imagem de marca.
E assim a hora de convívio pareceu tão fugaz como a passagem de um avião.

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Quarta-feira, Novembro 07, 2007

Prémio Blogue visitante

Correspondendo à menção do nosso mais assíduo visitante, chegou a nossa vez de nomear aqueles que nos visitam. Alguns ajustes foram necessários: como os blogues não nos visitam, referimos os nomes ou pseudónimos das visitas. Por visitas, entendemos aqueles que venceram as barreiras psicológicas que antecedem a escrita de um comentário, pois outra métrica não possuimos. Algumas visitas têm mais do que um blog. Dentro do possível, escolhemos aquele em que detêm uma participação mais forte. Incluimos apenas os que inscreveram mais do que um comentário nos últimos sete meses. Embora estejamos igualmente agradecidos a todos os restantes, mesmo os que nunca escreveram qualquer comentário. A lista segue a ordem decrescente do número de comentários.








1espumanteESPUMADAMENTE
2MoriaeIAOEOAI
3Maria LisboaPágina em branco
4Paulo SempreFilhos de um deus menor
5LaurentinaMarginal Nzambi
6Paulo G.Educação do meu umbigo
7alonsiiL'ARBRE DE LES 1000 MUSIQUES
8Rogerio Leite da Silvavermelho vivo

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Quarta-feira, Outubro 10, 2007

Recuperar forças

Página em branco é um daqueles recantos bucólicos onde é possível recolhermo-nos em dias em que parece nada fazer sentido.Artur Ferrão

Foto: Artur Ferrão

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Sexta-feira, Julho 06, 2007

Maria Lisboa - o lado inusitado da vida

Maria Lisboa

Vale a pena remar contra a maré? Porquê construir, se podemos comprar? Lenga-lengas, que é isso? O jogo do pião existe? Bonecas que não sejam a Barbie? Canções infantis de todos os tempos. Com os pés bem assentes na terra e talvez um sorriso nos lábios que a linguagem escrita não transmite, Maria Lisboa vai acenando para estas minudências que tendem a escapar-nos. Pequenos segredos a levar muito a sério.

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Segunda-feira, Junho 18, 2007

António Balbino Caldeira - Do Portugal Profundo



Não é todos os dias que um post tem direito a mais de 1600 comentários. Só isso constitui um facto notável. O comentário que escolhi, assinado Curiosa é aquele com que mais me identifico. Mas a narração merece ser seguida de perto.


Desculpem lá, mas não me venham com a treta do cidadão José Sousa se sentir enxovalhado com o debate acerca do seu percurso académico, em particular o da UnI.

Para já, não se pode queixar enquanto cidadão, na medida em que utilizou meios públicos na frequeência do seu curso, como é o caso do papel timbrado da secretaria do ambiente, o fax da mesma, cartões com timbre da mesmo e inclusivé o motorista. Logo aqui enxovalhou-nos a todos.

Em segundo, utilizou os secretários e acessores do primeiro ministro José Sócrates, para responder por si enquanto cidadão José Sousa. Voltou-nos a enxovalhar.

Em terceiro, usou o meio de comunicação do estado (RTP1) enquanto primeiro-ministro, para expor o que bem entendeu.

Em quarto, para levantar processo, deveria fazê-lo a quase todos os cidadãos portugueses que falam sobre ele, não se esqueçendo do ciganito a quem apreenderam a mercadoria de contrafacção numa feira qualquer, nem do Arouca que disse que ele aprendeu o inglês com a namorada.

E assim por diante...
Curiosa | 15.06.07 - 11:06 pm |

Fonte: Arguido por causa... do Dossier Sócrates
publicado por António Balbino Caldeira a 15 de Junho de 2007

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Domingo, Junho 03, 2007

Apenas bloguistas



Hoje dispomos desta capacidade de atirarmos palavras ao vento, com ou sem assinatura, avançarmos para o diálogo de uma forma ampla que não era possível até há pouco tempo. Nem todos mantêm aberta a caixa de diálogos, nem todos assumem plenamente a sua identidade, nem todos têm computador ligado à rêde global mas não há dúvida de que o campo está profundamente alterado. Isto é, genuinamente, a concretização de um velho sonho. Não há limites ou melhor, os limites formais - ou legais - e tecnológicos estão imensamente ampliados. Um palco para oportunidades está aberto que era difícil mesmo imaginar que aparecesse em tão pouco tempo. Com a vantagem de se desenvolver através da linguagem escrita, o que lhe confere uma dignidade adicional, além de contribuir activamente para a literacia.
Para quem sentiu o que era a asfixia da palavra, o não poder dizer o que lhe ía nas entranhas, calar a revolta, ouvir as suas intenções deturpadas por vozes autorizadas - este tempo é de festa.
As palavras emergem em grande quantidade, chocam-se, soltam-se as paixões, revitalisam-se fantasmas, marca-se território, rebuscam-se memórias, contrapõe-se argumentos, compara-se exemplos, perscruta-se intenções, ignora-se as razões institucionais, descobrem-se novas razões, dá-se contribuições individuais para a amálgama geral das opiniões. O resultado parece um pouco confuso. Nada parecido com a simples polarização da situação versus do contra dos tempos do antanho.
Alguns já se vão dando conta das novas responsabilidades que a escrita acarreta: discordando, procuram fazê-lo de modo que as suas palavras não possam ser viradas contra o próprio. É uma faceta difícil de desenvolver na arte de discordar. Mas mantém as portas abertas para que um dia possamos descobrir que da mente que nos pareceu mais obtusa viesse a solução mais inesperada e prometedora para algum desconforto que nos tenha atormentado.
Por particularidades que fica bem aos sociólogos explicar, os professores estão bastante activos nesta festa. Já por duas ocasiões deparei, com surpresa, que o seu estatuto profissional é usado contra eles, numa tentativa de os fazer calar. Como se, na blogosfera, não estivessemos mais próximos da cidadania directa e activa, fazendo pontes transprofissionais, desobrigados mas não impedidos de usar calão técnico específico, mas igualmente livres de mostrarmos outras facetas das nossas personalidades que o exclusivo exercício da profissão tende a asfixiar. Pequenos escolhos num terreno que já mudou radicalmente a paisagem comunicacional, mas que ocasionalmente não apreciamos na sua plenitude. Como se, nesta festa, não fôssemos todos apenas blogistas.

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Sexta-feira, Junho 01, 2007

Paulo Guinote - a discussão necessária


Meu caro amigo, os números da última greve na FP foram - vamos lá usar o lugar comum - pouco animadores. Em relação às movimentações anteriores, notou-se um decréscimo da mobilização. Por exemplo nas Escolas a adesão foi mesmo muito baixa, incluindo professores e funcionários. O efeito de “confluência” e acréscimo de entusiasmo na mobilização tinha ultrapassado o seu pico.

As pessoas começaram a resignar-se. Mesmo entre os docentes.

Se essa é uma atitude errada? Certamente que poderá ser.

Só que lidamos com pessoas e grupos. Há que ler os momentos e não ouvir apenas as vozes dos mais entusiastas, porque esses já estão convencidos à partida. Há que ir à procura dos cépticos, dos que balançam, daqueles que têm receio ou dúvidas e, em vez de os criticar por assim serem, convencerem-nos a deixar de o ser.

Se é verdade que as manifestações e greves de final de 2006 foram encorajadoras, se é verdade que em 2007 o Governo continuou num caminho desfavorável para muitos trabalhadores, não é menos verdade que bastaria a alguns activistas saírem de si e irem em busca dos outros, das outras formas de pensar e agir, para perceberem que podem estar a dar um tiro no pé enorme, pois gastaram uma arma que deve ser usada com ponderação, de forma desnecessária. No sector privado, globalmente, a desão à greve deve ter sido abaixo dos 20%. É muito pouco.

As pessoas são o que são. Agarram-se à rocha escorregadia enquanto podem, se sentem o mar agreste. E estando o mar muito agreste, não querem perder a sua réstia de segurança.

Haverá que vituperá-las por isso? Talvez mais importante seja convencê-las. E para isso não é muito certo avançar de punho em riste. Isso deve reservar-se para quem está por cima.Não para quem está por baixo.

Ver mais opiniões aqui.

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Terça-feira, Maio 29, 2007

Have we chaos in the garden?



Comentários aqui, sff.

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