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Sábado, Junho 07, 2008

Papoilas

Umas papoilas para alegrar os nossos dias, para nos lembrarmos que ainda é Primavera embora estas flores tenham chegado tardiamente.
São as cores de que mais gosto: o vermelho, o verde e o azul. Este amortece a força do vermelho e o verde torna-o mais irradiante. Juntas representam a alegria de viver, o renascer da Natureza.
É vê-las pelos caminhos, em pequenos grupos. Parecem falar umas com as outras dando vida à erva que vai secando em seu redor!

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Terça-feira, Maio 13, 2008

A serenata do rouxinol

Oiço muitas vezes os trinados diferentes do rouxinol, especialmente ao anoitecer e mesmo durante a noite, quando estou no campo. É dos sons mais relaxantes que se escutam naquelas circunstâncias.
Recebi este pps por e-mail e desconheço-lhe a autoria mas a beleza das imagens valem alguns minutos de paragem assim como os sons registados. E é bom parar para readquirir forças consumidas durante o dia.
É só clicar:

nachtegalen-serenade.pps


Também se pode ouvir Andre Rieu numa interpretação mais completa

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Terça-feira, Janeiro 22, 2008

A aurora boreal - Interacções na Natureza


Do latim boreale, que significa Norte.

A aurora boreal, que é vista muitas vezes nas latitudes extremas Norte, é uma das exibições mais inspiradoras da Natureza. Partículas carregadas oriundas do Sol penetram no campo magnético da Terra. Neste, as forças de Lorentz actuam, aprisionando algumas delas em trajectórias espiraladas que convergem para o Polo, já que o campo magnético terrestre não é uniforme.

Quando estas partículas rodopiam à volta do Polo, muitas vezes descem o suficiente para colidirem com as moléculas do ar, excitando-as, originando a emissão de luz visível aquando da sua desexcitação.

Porque estas partículas são carregadas podem ser vistas como uma corrente oscilante, fluindo na atmosfera.

Pela lei de Ampère esta corrente origina um campo magnético variável, embora fraco, junto ao solo.

Pela lei de Faraday este campo magnético variável induz um campo eléctrico.

Se bem que fraco, quando estendido por centenas de quilómetros, o campo eléctrico pode acumular uma energia considerável, capaz de provocar grandes descargas, suficientes para paralisar centrais eléctricas ou interferir de outro modo com dispositivos eléctricos.

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Quinta-feira, Janeiro 17, 2008

A Antártida em fotos



Imagens lindíssimas recebidas por e-mail. Não resisti em colocá-las aqui. Os seus autores estão identificados assim como a música.
Partilho convosco a calma que transmitem.


É só carregar em:
Antártida (pps)

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Sexta-feira, Dezembro 07, 2007

A borboleta monarca

Exemplar do Jardim Botânico

Esta borboleta fez parte do meu mundo infantil. Corri atrás dela, admirei-lhe o rigor do desenho e acho que ainda espetei alguma(s) com um alfinete para uma possível colecção. Coisa que não sucedeu pois não me recordo de a concretizar!

É muito conhecida e famosa pelas longas viagens migratórias que a leva desde a América do Norte ao México, em número de milhões, todos os anos, pela altura do dia de finados, motivo pelo qual muitos mexicanos as vêem como almas de antepassados seus.
Elas fixam-se em terrenos onde cresça a sua planta hospedeira, a Asclepia cuvassarica. Existe há muito na ilha da Madeira onde encontrou a planta e as condições ecológicas de que necessita mas tem sido difícil a sua fixação no continente. Durante muito tempo foram observadas estas borboletas mortas junto à costa, no Algarve. Porém, conforme publicado no Boletim da Sociedade Portuguesa de Entomologia pelos biólogos Luis Palma e A. Bivar de Sousa, esta borboleta acaba de conseguir constituir uma colónia reprodutora em Portugal Continental, com centenas de indivíduos na ribeira de Seixe, na Serra de Monchique. Aqui as borboletas descobriram uma planta, a Gomphocarpus fruticosus, uma espécie de origem afro-asiática, que adoptaram para proliferar por ter compostos químicos semelhantes à de que depende na sua origem.
É uma notícia feliz!



Gomphocarpus fruticossus


Fonte: National Geographic


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Quarta-feira, Novembro 07, 2007

Naica - Cristais de gesso

Os maiores cristais do mundo situam-se em cavernas imensas no México.

Ainda por explorar completamente, muito já foi descoberto e fotografado. Aqui pode ver-se como o nosso tamanho não é assim tanto...
Os cristais de gesso são prismáticos, exfoliáveis, fibrosos e de brilho sedoso. A sua composição química é de sulfato de cálcio dihidratado e pode ser riscado com a unha.
O alabastro é uma variedade opaca de grão fino enquanto que a selenite desfaz-se em folhas incolores e transparentes.
O gesso pode ter brilho vítreo, pérola ou sedoso. As suas tonalidades dependem das impurezas que contem: incolor, acinzentado, amarelado, rosado ou acastanhado.

Encontra-se em regiões vulcânicas ricas em vapores sulfurosos que, misturados com o cálcio de depósitos salinos, se combinam com ele formando o sulfato de cálcio.
É também comum como ganga de filões metálicos.

No fabrico do gesso corrente, o mineral é moído e aquecido até 200 ºC .
Posteriormente, ao misturar-se com água, absorve-a lentamente, endurecendo. É usado como material de construção e decoração de interiores.
Misturado com argila serve como fertilizante.
O alabastro pode ser torneado para fins ornamentais.

in Dana - Hurlbut, Manual de Mineralogía, Editorial Reverté,S.A. Barcelona, MCMLXII.

Vejamos o pps que nos dá uma ideia real das Cuevas de Naica:

NaicaCrystalCave%28RudiSchwark%29.pps
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Terça-feira, Outubro 09, 2007

As leis da simetria na Natureza

Clique na imagem para aumentar

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Quarta-feira, Junho 27, 2007

A Dança das Sombras

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Terça-feira, Junho 05, 2007

Xue Shen, Hongbo Zhao - Tokyo 2007, Gala -1 Caruso

O olhar segue os movimentos e o pensamento voa, voa até muito longe. A sincronização dos corpos lembra a busca do perfeito, do óptimo, acto diário nem sempre, melhor dizendo, raramente conseguido.



E a vontade de dançar com eles, quase sendo eles!

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Segunda-feira, Maio 14, 2007

A Nova Biblioteca de Alexandria



Recebido por e-mail e, andando por aí, partilho convosco imagens da Nova Biblioteca de Alexandria.

"A maior colecção de escritos da antiguidade - a Biblioteca de Alexandria - foi incendiada pela primeira vez no ano 43 a.C. e finalmente, mesmo empobrecida, destruída no século IV, pelo bispo Teófilo, Patriarca de Alexandria, um cristão fundamentalista dos tempos de Teodósio o Grande, que viu naquele prédio um depósito das maldades do paganismo e do ateísmo, mobilizando a multidão cristã para a sua demolição, ocorrida provavelmente no ano de 391.

Portanto, hoje encontra-se em total descrédito a narrativa que responsabilizara os muçulmanos, especialmente o califa Omar de Damasco, de ter mandado o general Amrou incendiar a grande biblioteca no ano de 642, depois que as tropas árabes ocuparam a cidade.

Ao seu desaparecimento definitivo deve-se ainda associar o fecho das academias de filosofia, entre elas a de Platão, ocorrida em 526 (que funcionara durante novecentos anos), determinada pelo imperador Justiniano, encerrando-se assim (devido ao modo lamentável e intolerante de agir do cristianismo daqueles primeiros tempos), as grandes contribuições que o mundo antigo deu à Humanidade, perdendo-se para sempre um vasto tesouro da antiga sabedoria.

Em 1989, o Estado Egípcio anunciou um concurso para a construção de uma NOVA BIBLIOTECA DE ALEXANDRIA, e, surpreendentemente, quem venceu o concurso, disputado por 650 empresas, foi uma pequena firma norueguesa "Snoehetta" cujo maravilhoso projecto, inaugurado em 2002, pode ser visto em anexo (pps).

O culto à sabedoria comove sempre.
Que os espíritos dos grandes do passado inspirem os que virão no futuro nesta grandiosa tarefa!"

Clique, por favor:
AlexandriaLiabrary.pps

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Quarta-feira, Fevereiro 14, 2007

O poder da Natureza


Na estrada vão pessoas (ou carros?): dois ou três pontinhos brancos... Parecem alheias a toda aquela energia acumulada, concentrada numa zona imensa capaz de as destruir e a tudo o que apanhar.
É um turbilhão de sons, de materiais, um torvelinho de desespero que tapa o Sol, uma densidade que se vê, que pesa, dói, esbugalha olhos, pensamentos, um sorvedoiro de sentimentos, um vórtice de potência estonteante que nos impede de raciocinar. Só dá para olhar sem compreender. Só dá para pensar o porquê depois que tudo passar!

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