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Sábado, Março 21, 2009

Análise da retórica de Augusto Santos Silva

O professor João Paulo Maia caracteriza assim o modo como Augusto Santos Silva cultiva a Retórica. O Leitor facilmente concluirá sobre a justeza desta análise nas próximas intervenções do Ministro dos Assuntos Parlamentares. (AF)

  • frases feitas;
  • conclusões de pretensas estatísticas lançadas sem se justificar como se chegava a tais coisas;
  • muitas falácias: ad hominem, falsas disjunções, petições de princípio, generalizações precipitadas, …;
  • entimemas (sim porque é assim que tenta cativar alguns auditórios, amputando argumentos e optando-se, não raro, apenas por slogans).
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Excerto de um comentário de João Paulo Maia em A educação do meu umbigo a 20 de Março de 2009

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Sábado, Fevereiro 14, 2009

Apoio aos Senhores Bispos

Na falta de interlocutores que se revelem dispostos a enfrentar o assalto da política aos valores mais nobres em que assenta a nossa sociedade, venho exprimir o mais sentido apoio à hierarquia católica que se levanta em defesa dos valores da vida humana.
Alheio aos preceitos religiosos, mas atento ao posicionamento de cada um perante aquilo em que acredito, e que dá sentido às opções que somos levados a assumir no dia-a-dia de cada um, não posso deixar de reconhecer que quem tem o trabalho de casa todo por fazer, não são os bispos católicos mas sim os governantes, com especial destaque para o partido no poder, que se revelam totalmente incapazes de legislar sobre tudo aquilo que se relacione com a vida humana.
A única lei capaz que foi produzida nesta matéria, é a proibição como é o caso da pena de morte.
Se se pretende legislar para além disso não pode sair um resultado diferente do horror da lei do aborto, que não fez mais do que subjugar os valores da vida às vantagens materiais das clínicas, sejam elas privadas ou estatais, que tiram mais proveito de um aborto do que de um parto.

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Domingo, Novembro 16, 2008

O implacável

No passado dia 14 de Novembro, o Presidente da República mostrou-se indignado pelo lançamento de ovos por alguns estudantes por ocasião, primeiro de uma visita da Ministra da Educação, e depois pelos seus dois secretários de estado, a duas escolas públicas.

Apraz-nos o sentido cívico demonstrado pelo mais alto magistrado da nação a propósito de atitudes assumidas por menores, mas gostaríamos de observar a mesma indignação presidencial perante figuras bem mais relevantes, que ocupam os mais elevados cargos na chefia do estado e que têm vergonha do seu próprio registo biográfico.

Pessoalmente, preferia vir um dia a suportar a vergonha por um filho meu ser apanhado a atirar ovos podres, do que passar a vida envergonhado por ser governado por governantes que têm nojo do seu próprio currículo.

Quem sabe, se a política educativa da ministra da educação e dos seus secretários de estado, não será mais culpada pela atitude daqueles menores, do que os pais e os professores desses mesmos menores?

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Segunda-feira, Dezembro 31, 2007

Eugénio Rosa desmente José Sócrates

Mais umas mentiritas do nosso Primeiro-Ministro, revelando um estado agudo de analfabetismo funcional. (AF)
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Eugenio RosaSe a comparação for feita entre a média do emprego nos primeiros três trimestres de 2005 (5.118,8 mil) e a média do emprego nos três primeiros trimestres de 2007 (5.163,5 mil), em que o efeito da sazonalidade está mais diluído, o aumento de postos de trabalho foi apenas de 44,7 mil, que corresponde a 42% do aumento referido por Sócrates na sua mensagem de Natal.

No entanto, se analisarmos com maior profundidade o aumento do emprego verificado durante o governo de Sócrates , procurando conhecer as causas e características desse aumento, as conclusões a que se chegam talvez surpreendessem o próprio 1º ministro se ele estivesse realmente interessado no rigor e em conhecer a verdade.

Tomando como base de comparação a média dos números do emprego dos primeiros três trimestres de 2005 e dos primeiros três trimestres de 2007 conclui-se que, entre 2005 e 2007, o emprego total aumentou em 44,7 mil, mas o emprego a tempo parcial cresceu em 45,2 mil. Portanto, o crescimento no emprego que se verificou deveu-se apenas ao aumento do emprego a tempo parcial porque o emprego a tempo completo até diminuiu, como mostram também os dados do INE constantes no quadro.

Como os portugueses não conseguem arranjar emprego a tempo completo são obrigados a aceitar emprego a tempo parcial (os chamados “biscates”), em que a remuneração corresponde a cerca de 47% da remuneração a tempo completo (em 2006, segundo o INE, a remuneração média a tempo completo era de 730 euros, e a tempo parcial de apenas 340 euros).

Eugénio Rosa in
MENSAGEM DE NATAL DO 1.º MINISTRO
Falta de Rigor como instrumento de Manipulação política

publicado por Sindicato dos Professores da Regiao centro
a 28 de Dezembro de 2007

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