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Sexta-feira, Dezembro 07, 2007

O profeta republicano

Com a devida vénia, não resisto a transcrever aqui uma passagem "picada" de uma referência citada no "do Portugal Profundo".

...em 24 de Abril de 1911, ao comentar, em Braga, a promulgação da lei da separação do Estado e da Igreja, que culminava um século e meio de atropelos aos direitos dos católicos e, nalguns casos, de perseguições até à morte, o maçon Afonso Costa, ministro da Justiça (!) e dos Cultos, podia afirmar:
"Está admirávelmente preparado o povo para receber essa lei; e a acção da medida será tão salutar, que em duas gerações Portugal terá eliminado completamente o catolocismo, que foi a maior causa da desgraçada situação em que caiu."
E, como se isso não bastasse, rematava, triunfante:
"Saiba ao menos morrer quem viver não soube..."
(cf. Padre Miguel de Oliveira, "História eclesiástica de Portugal, 4ª ed., Lisboa, 1968, p.357")

O Mosteiro do Cós

Aqui está uma ilustração da necessidade que invoquei anteriormente, em analisar e relativizar a versão republicana da História de Portugal, que não hesita em associar ao demónio seja o que for, desde a monarquia, o estado novo e até a igreja, para fazer a lavagem dos seus próprios defeitos, de modo a apresentar-se como a vítima impoluta, íntegra e serena nos seus mais nobres, cândidos e eternos princípios, pretendendo transmitir a ideia de que a política actual seria a herdeira das mais puras tradições representadas pela revolução republicana.

Percebe-se por estas e por outras, que ao pretender-se renegar o estudo e a divulgação da implantação e da consolidação do estado novo, em nome duma alegada idiomática anti-fascista, o que se pretende não é mais do que abafar a monstruosidade das traições que se fizeram e que se continuam a fazer, dos políticos carreiristas provenientes de todos os quadrantes sobre o seu próprio povo.

Porque os piores inimigos dos portugueses, não são nem espanhóis, nem fascistas, nem católicos, nem nada disso: são e sempre foram, os próprios portugueses, e cada um à sua maneira: uns porque fazem as asneiras, outros porque as deixam fazer, outros porque se acomodam a elas.

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