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Sábado, Fevereiro 21, 2009

Seal

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Terça-feira, Fevereiro 03, 2009

Joseph Stiglitz - Larguem os bancos falidos

Joseph Stiglitz
“O Reino Unido foi profundamente atingido porque os bancos assumiram enormes dívidas em moeda estrangeira. Porque devem os contribuintes ver reduzido o seu nível de vida nos próximos 20 anos para assim pagarem os benefícios de uma pequena elite?

Há uma razão para abandonar os bancos arruinados. Talvez cause perturbação, mas esta será a maneira mais barata de lidar com o problema. O Parlamento nunca ofereceu garantias cegas para todas as responsabilidades e produtos derivados destes bancos.”
Stiglitz defendeu que o Governo deveria garantir os depósitos para salvar o crédito doméstico e salvaguardar os mercados financeiros capazes de prosseguir com os empreśtimos. Usar então os despojos dos velhos bancos para criar uma estrutura bancária nova e mais saudável.
“Os novos bancos serão mais credíveis, dado que não arrastarão atrás de si essas responsabilidades.”


Telegraph, 2 de Fevereiro de 2009

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Terça-feira, Outubro 14, 2008

Explicação simples da crise financeira

(link recebido por email de Silva Santos)

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Terça-feira, Agosto 12, 2008

David Brockschmidt - A Alemanha é soberana?

Contrato Secreto
Pela lei internacional, um país é soberano se tem o poder de tomar decisões internas e externas sem a interferência de outro país e sem sofrer pressões políticas de qualquer grupo interno ou externo.

A questão que coloco ao governo alemão e à Chanceler Angela Merkel é: É a República Federal Alemã hoje um estado completamente soberano segundo a sua própria lei e a lei internacional? Sim ou não?

Se a resposta é não, então explique, por favor, quais são as restrições internas ou externas impostas aos alemães. Se a resposta é sim, então explique a razão por que as questões que apresento em seguida não afectam a soberania alemã.
  1. A Alemanha não possui um Tratado de Paz com os países com os quais se esteve envolvido na Segunda Guerra Mundial. Foram 64 países, incluindo as quatro principais potências vencedoras: Estados Unidos da América (EUA), Reino Unido (RU), União das Repúblicas Socialistas Soviéticas (URSS) e França.
  2. A cláusula que considera a Alemanha e o Japão como inimigos continua em vigor na Carta das Nações Unidas e pode ser accionada em qualquer momento, se necessário, pela força militar.
  3. O governo actual afirma aos cidadãos e à comunidade internacional que as suas fronteiras actuais constituem a totalidade do território alemão. A decisão do Tribunal Constitucional alemão de 1973 afirma o contrário. O juízo refere claramente que o Reich Alemão ainda existe de jure dentro das fronteiras de 1937. Se olharmos para uma carta geográfica de 1937 e a compararmos com a actual, vemos claramente que há territórios alemães a Este que são hoje parte da Polónia e da Rússia. Estes territórios, de acordo com as decisões dos tratados das potências aliadas vitoriosas sobre a Alemanha nas conferências Teerão, Yalta e Postdam apenas deveriam permanecer sob administração polaca ou russa até que um tratado de paz fosse assinado com a Alemanha. Isto não aconteceu. Como é isto possível, que o governo alemão após a Segunda Guerra Mundial tenha entregue de jure estes territórios à Rússia e à Polónia, que os administram de facto? Faz algum sentido?
  4. Após a reunificação da Alemanha Ocidental com a Alemanha Oriental foi dito aos cidadãos alemães e à comunidade internacional que, conforme o Acordo dos 2 mais as 4 potências vitoriosas, que estas abdicavam dos direitos e das responsabilidades sobre as quatro zonas de ocupação no território alemão e respectivos sectores na Grande Berlim. Isto não foi feito!

    As quatro potências terminaram as actividades em território alemão, porém não abdicaram dos seus direitos.

    O documento oficialmente publicado do acordo dos 2+4 é muito claro a este respeito. O facto, porém, é que a maior parte dos direitos de ocupação dos aliados - EUA, RU e a França - sobre a Alemanha foram transferidos ou incorporados no assim chamado Estatuto das Tropas da NATO. Foi assim declarado forçosamente que os direitos dos Aliados da Guerra e do pós-Guerra sobre a derrotada Alemanha se mantinham e não foram abolidos.
  5. Os quatro pontos anteriores culminam com o dossier Kanzlerakte da Chancelaria. O governo da Alemanha Ocidental sob o Chanceler Konrad Adenauer, perante os altos comissários de três potências das forças acupantes, o EUA, o RU e a França, estabeleceram um tratado secreto datado de 21 de Maio de 1949, que foi assinado em 23 de Maio de 1949 pelo Chanceler Konrad Adenauer, o Presidente do Parlamento Alemão, Adolf Schönfeller e o vice-Presidente do Parlamento Alemão, Herman Schäfer. O ponto principal deste acordo secreto é o chamado Veto Aliado, que surge como consequência da cláusula que atribui o estatuto de inimigo à Alemanha e ao Japão pela Carta das Nações Unidas. Lá está dito:
    1. Que a imprensa alemã será controlada pelas potências ocupantes até 2099.
    2. Que as reservas de ouro da Alemanha são confiscadas como compensação.
    3. Que o assim designado Veto Aliado respeitante à derrotada Alemanha inclui qualquer decisão interna ou externa do Governo Alemão, tornando-se efectivo mediante o consenso dos três altos comissários militares ocidentais.
  6. O Major General Gerd Helmut Komossa, chefe do serviço de espionagem militar - Militarischer Abschirm Dienst (MAD) - desde 1977 até 1980, confirma este acordo top secret entre o governo alemão sob o Chanceler Adenauer e os aliados ocidentais no seu livro: Die Deutsche Karte - a Carta Alemã, Graz, 2007, ISBN: 978-3-902475-34-3, a páginas 21. Segundo o Major General Komossa, cada novo Chanceler Alemão fica obrigado a assinar o acordo secreto, o chamado Kanzlerakte, antes de tomar posse como Chanceler perante o Parlamento Alemão.
Permitam-me ainda os leitores recordar que as antigas zonas de ocupação pelas potências ocidentais estão hoje sob ocupação de forças militares dos EUA, RU, França, Canadá, Bélgica e Holanda. Esta persistência da ocupação da Alemanha pelos países mencionados é justificada e legalizada no quadro do Estatuto das Tropas da NATO que integra quase todos os direitos de ocupação das potências vencedoras sobre a Alemanha. As instalações militares dos aliados na Alemanha, como certamente no resto da Europa Ocidental e no Japão, são extra-territoriais, como as embaixadas estrangeiras. As leis e regulamentos locais não se aplicam dentro destas circunscrições militares.

Por favor, Senhora Chanceler da República Federal Alemã, Dr Angela Merkel, foi ou não obrigada a assinar o dossier do Chanceler - Kanlerakte e/ou qualquer outro documento cedendo a qualquer potência estrangeira limitações sobre a liberdade do seu povo ou a soberania da República Federal da Alemanha?

A ironia é que uma única potência vitoriosa, a Rússia (ex-URSS), abandonou permanentemente a zona de ocupação na Alemanha e o sector ocupacional na Grande Berlim!

Infelizmente, a 'soberana' República Federal Alemã não pode dar às restantes forças ocupantes ocidentais as respectivas guias de marcha. Isto iria contra os direitos dos aliados estabelecidos pelos acordos feitos entre três deles - Churchill, Roosevelt e Stalin - nas conferências de Teerão, Yalta e Postdam.

Em resumo: eu quereria estar de acordo com o ex-embaixador dos EUA na Alemanha, Kornblum, que informou enfaticamente as autoridades alemãs: "Vocês não são soberanos!" Esta declaração nunca foi repudiada ou questionada por qualquer governante alemão.

Assim, Senhora Chanceler, explique por favor! Eu pergunto:"O estado alemão soberano existe?"

NB:
  1. Nem todos os documentos do Acordo dos 2+4 entre os dois antigos estados alemães e os quatro aliados foram tornados públicos, e alguns estão classificados como secretos por muitos mais anos.
  2. Relativamente ao livro do Major General Gerd-Helmut Kossoma, publicado no ano passado, pergunto-me a mim próprio porque razão não terá havido um protesto ou pelo menos uma questão sobre o Kanzlerakte na imprensa alemã? Sertá que os alemães vivem num permanente estado de negação da sua própria história?
David Brockschmidt, The ‘Sovereign’ Federal Republic of Germany
publicado por Adelaide Institute em Maio de 2008

Grato ao raivaescondida pela pista. (AF)

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Quarta-feira, Fevereiro 13, 2008

Alberto Costa versus Gordon Brown

Há dias sugeri um exercício matemático sem grande sucesso. Assim, proponho hoje outro eventualmente mais simples. Atenda-se às seguintes declarações (reproduzidas de memória) do Ministro da Justiça, Alberto Costa, hoje, no Parlamento:
  1. O processo do caso Maddie está praticamente concluido.
  2. No Reino Unido, 80% dos processos deste tipo são inconclusivos.
Alberto Costa
Qual a conclusão lógica a extrair?

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Segunda-feira, Dezembro 10, 2007

Gordon Brown - Your war is over

War is over
(clique sobre a figura para aceder à fonte)

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Quarta-feira, Outubro 03, 2007

Coincidências....

Não, não me estou a referir ao facto do inspector da Polícia Judiciária ter sido afastado da investigação da menina inglesa, no dia do seu aniversário.

Contráriamente ao que se ia passando em Portugal, na Inglaterra os políticos do "statu quo" estavam enterrados até às orelhas com o desenrolar deste caso.

Nisto de comparações pela negativa, esta situação estava a tornar-se insustentável: vá lá que pela positiva raramente conseguimos colocar-nos a par ou acima dos nossos parceiros, a não ser quando algum atleta consegue o seu brilharete, mais pessoal do que institucional.

Mas pela negativa, meus amigos, são coisas que não admitimos é que nos passem a perna. É ver tudo o que é estatísticas, da sinistralidade rodoviária à educação, passando pelo desemprego, que ainda era uma coisa onde não estávamos dos piores na fotografia.

Portanto, havia que repor as coisas no seu devido lugar: o inspector da PJ foi afastado no dia em que a Inglaterra deu o seu acordo à cimeira internacional que decorria em Lisboa.

Para a próxima, mais vale nestes casos em que entram cidadãos estrangeiros, entregar logo o caso ao Ministério dos Negócios Estrangeiros, em vez de andar a fingir que o assunto não é político. Do mesmo modo que o ministro Alberto Costa vem afirmar que os polícias não servem para comentar as investigações, mas apenas para trabalhar, também não se pode pedir a um polícia que tenha sensibilidade para as subtilezas dos compromissos internacionais em que o governo se anda embrenhado.

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Quinta-feira, Maio 03, 2007

Socialismo Moderno à Tony Blair

É nos excessos de definição que normalmente se perdem as boas idéias. Por isso desconfio dos que sentem uma necessidade crónica em adjectivar. Mais vezes do que o contrário, tenho visto o resultado empobrecido.(AF)





Fonte: Richard Orange
"FTSE 100 firms report £140bn record net profit"
publicado no The Business Online em 1º de Fevereiro de 2007


Nos últimos quinze anos a riqueza dos súbditos de Sua Majestade mil contribuintes mais ricos do Reino Unido aumentou sete vezes.

Fonte: John Nada
"Je ne crois aux statistiques que lorsque je les ai moi-même falsifiées"
publicado no AgoraVox de 2 de Maio de 2007

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Terça-feira, Novembro 07, 2006

Peter Inge - Risco de derrota militar

"O Marechal de Campo Sir Peter Inge, anterior Chefe das Forças Armadas Britânicas, quebrou as regras ao desferir um ataque às actuais operações no Iraque e Afganistão, advertindo que as forças britânicas arriscam-se a uma derrota militar no Afganistão.
Numa das imtervenções mais fortes sobre o modo como está a ser conduzida a Guerra ao Terror, Inge acusou também a ausência de qualquer 'estratégia clara' orientadora das operações no Iraque e no Afganistão.
...
Os reparos do anterior Chefe das Forças Armadas, que também integrou a Comissão Butler reportando falhas dos serviços secretos no Iraque, seguem-se aos do actual Chefe das Forças Armadas Britânicas, General Sir Richard Dannat, que advertiu que a presença das tropas britânicas no Iraque 'exacerbou' os problemas de segurança naquele país.
A intervenção de Inge, ocorrendo no meio de espulações crescentes sobre a estratégia de saída do Iraque, é a primeira crítica de um anterior Chefe das Forças Armadas Britânicas às operações. Os seus comentários, feitos numa reunião de peritos europeus na terça-feira e publicados aqui em primeira mão, reflectem o crescente desalento dos oficiais superiores e funcionários civis da defesa e dos negócios estrangeiros, perante a ausência de uma política de defesa e diplomacia britânica claramente independente da dos Estados Unidos em áreas críticas do Afganistão e do Iraque."

Artigo completo em The Guardian.

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Sexta-feira, Novembro 03, 2006

Ensino: Público versus Privado


Tony Blair ordenou ao governo que retrocedesse nos planos para obrigar as escolas privadas das igrejas a admitir alunos de confissões religiosas diferentes, segundo informa o jornal católico The Tablet. Uma campanha dirigida pela Igreja Católica forçou Alan Johnson, o Secretário de Estado para a Educação, a uma rápida reviravolta na semana passada quanto à sua proposta que imporía às escolas religiosas a obrigação de aceitar 25% de inscrições de alunos de outras religiões ou sem religião.

Artigo completo em inglês:
Blair 'ordered U-turn on faith schools admissions'

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Segunda-feira, Outubro 23, 2006

Debbie Andalo - Empresários propõem o ensino de ciências gratuito

O governo britânico está a sofrer pressões para tomar medidas que contrariem o actual declínio do número de estudantes que optam por um ramo das ciências, Engenharia ou Matemática. Um relatório conjunto da Conservation of British Industry (CBI) e da empresa de tecnologias de informação LogicaCMG sugere a abolição ou, pelo menos, a redução dos preços do Ensino (level of tuition) para estas áreas, como forma de aumentar o número de estudantes que optem por estas carreiras. As administrações universitárias reportaram uma queda de 25% no número de estudantes que escolheram Matemática ou ciências de computação entre 2002 e 2005. O ralatório também pede que se estabeleça uma melhor coordenação entre as universidades e o sector industrial das tecnologias da informação, como forma de garantir a relevância do Ensino, assim como a criação de novos programas vocacionais dirigidos aos jovens do 14 aos 19 anos, a começar em 2008. Igualmente se sugere o alargamento da prática do "Professor Convidado", pelo qual os profissionais da indústria das tecnologias da informação são envolvidos na actividade docente. "O Mundo aproxima-se da terceira revolução industrial... O Reino Unido deve assegurar-se que possui as aptidões necessárias para preencher os espaços deixados vazios pelas actividades que se deslocalizam. Agora, mais do que nunca, o governo deve equipar os jovens com os conhecimentos certos em ciências, Engenharia e Matemática" - afirmou o director geral da CBI, Richard Lambert.

Tadução (excerto) do original em inglês publicado no Education Guardian em 19 de Outubro de 2006.
Em caso de dificuldade em seguir o link, eis aqui uma versão em modo texto do artigo completo.

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