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Sexta-feira, Fevereiro 20, 2009

Margarida Moreira - Gramática criativa

Margarida Moreira não é uma aluna que tenha chumbado no exame da terceira classe no ano passado. É Directora Regional da Educação do Norte. Nessa qualidade, prepara-se para avaliar os principais responsáveis pela avaliação docente na sua área de jurisdição. Aqui se deixa uma comunicação da sua lavra para memória futura. (AF)


Margarida Moreira


Exmª Senhora
Presidente do Concelho Executivo do
AE Território Educativo de Coura


A confirmarem-se as notícias vindas a público sobre suspensão de actividades previstas no Projecto Educativo e no Plano de Actividades dessa Escola, e na salvaguarda primeira das obrigações da escola - cumprir a sua missão de processos de socialização e de aprendizagem para os alunos, razão central porque definiu as actividades nos documentos de acção educativa anteriormente referidos.
Tomando por base estes pressupostos, determino:
  1. O cumprimeto das actividades com os alunos previstas para esta época;
  2. O envio a esta DRE de um memorando clarificador dos problemas que têm vindo a ser denunciados pelas estruturas representativas;
  3. Sendo certo que muitos docentes não se aceitam o uso dos alunos nesta atitude inaceitável, acompanharemos de muito perto a defesa do bom nome da escola, dos professores, dos alunos e de toda uma população que muito tem orgulhado o nosso país pela valorização que à escola tem dado.


Margarida Elisa dos Santos Teixeira Moreira
17 de Fevereiro de 2009



Transcrição de A Educação do meu Umbigo

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Sexta-feira, Outubro 24, 2008

Ministério da Educação - Directores pára-quedistas nas escolas

Para o consumo público ficam os bons princípios. Mas logo a seguir, trata de se desmentir, agindo em contradição com as próprias palavras. Quanto às vozes críticas, basta ir dizendo que são pessoas que não respeitam compromissos, não é assim, Drª Maria de Lurdes Rodrigues? Pois não espere dos outros, sejam o público ou os críticos, maior consideração pelas suas palavras que aquela que demonstra ser capaz através dos seus actos. Até se dissesse que o seu desejo é transformar cada director de escola num lugar apropriado para um boy (ou girl) do Partido Socialista, grangearia da minha parte, se não a anuência, pelo menos o respeito devido a quem sabe ser coerente. O que a fará, Senhora Ministra, correr por tão esconsos caminhos? Estará mesmo convencida de que todos os que escutamos as suas palavras estamos privados de discernimento? (AF)



O Presidente do Conselho Executivo, e simultaneamente Presidente do Conselho Pedagógico, não precisa ser TITULAR! Como explica isto Srª Ministra? A senhora Ministra criou esta distinção entre TITULARES e PROFESSOR! Então os Professores TITULARES não seriam aqueles que iriam desempenhar as funções de maior responsabilidade nas Escolas, um grupo altamente qualificado? Ou será que o Presidente do CE e do CP não é um cargo de responsabilidade? Como justifica que não seja necessário o título de TITULAR, se para outros cargos de menor importância, como Coordenador de Departamento ou de Directores de turma tal cargo é exigido? EXPLIQUE Srª Ministra! E quando este mesmo Presidente do Conselho Executivo tem apenas o equivalente ao antigo 7º ano (ou seja, é bacharel, depois de uma formação à distância de alguns meses)? Há TANTOS nas nossas escolas! Vai avaliar colegas com mestrados e licenciaturas? É ele que vai avaliar TODOS os colegas da Escola. Muitas vezes, para além de ter habilitação muito inferior aos avaliados, há anos que não lecciona! Isto é avaliação séria, Srª Ministra?

A sinistra ministra, 24 de Outubro de 2008

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Terça-feira, Setembro 23, 2008

MED e parceiros definem participação em conferência

O Ministério da Educação (MED) e seus parceiros sociais definiram, em Luanda, a estratégia da participação de Angola na sexta Conferência Internacional de Educação do Adulto, a realizar-se em Maio de 2009, na República Federativa do Brasil.Durante uma reunião de concertação, a directora nacional para o ensino geral do MED, Luísa Grilo, afirmou que Angola vai apresentar na conferência, os avanços que o país já registou no domínio do ensino de adultos.Com efeito, o Ministério da Educação concluiu ser necessário produzir, em conjunto com os parceiros sociais(Ong e Igrejas), os relatórios das actividades exercidas neste campo, como prova da contribuição do país no evento.Segundo Luísa Grilo, nas conferências anteriores, a ideia que se tinha do país era de guerra, de falta de actividades educativas e instabilidade, mas que pretende demonstrar que com a paz novas perspectivas se vislumbram.Por este facto, a directora nacional para o ensino geral, reiterou o apelo a todos os parceiros sociais que ainda não apresentaram os seus relatórios, a fazerem-no com a maior rigorosidade, dada à aproximação do evento.A Conferência de Educação do Adulto realiza-se de 12 em 12 anos.

Novo Jornal
Filomeno Manaças

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Quarta-feira, Junho 04, 2008

Fliscorno - Ficha de avaliação de professores

Avaliação de Professores
Imagem indecentemente roubada daqui.

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Sexta-feira, Maio 23, 2008

Entendimento ME/Plataforma Sindical

O que mudou?



ANTES

DEPOIS

1.Negociação

  • Intransigência Negocial ME/Ministra
  • Abertura Negocial ME/Ministra
  • Respeito pelo papel e propostas das organizações sindicais

2.Avaliação

  • Implementação integral do Modelo de Avaliação com regras diversificadas de escola para escola
  • Avaliação com efeitos penalizadores a partir de 2007/2008
  • Aplicação do modelo de Avaliação sem acompanhamento pelos docentes
  • Modelo de Avaliação sem alterações
  • Contratados sem avaliação impossibilitados de renovarem os seus contratos
  • Avaliação Simplificada e Uniformizada para 2007/2008
  • Avaliação experimental sem efeitos penalizadores (2007/2008 e 2008/2009)
  • Com acompanhamento pelas organizações representativas dos docentes através de uma Comissão Paritária
  • Modelo de Avaliação com alterações sujeitas à negociação em Junho/Julho de 2009
  • Contratados com avaliação simplificada para garantia de renovação de contratos

3.Horário de trabalho

  • Formação contínua em horário Pós-Laboral sem redução da componente não lectiva
  • Horário de Trabalho sem definição do número de horas da componente não lectiva individual e de horas para reuniões
  • Desempenho de Funções/Cargos sem definição de crédito de horas
  • Horas da Formação contínua a deduzir na componente não lectiva de estabelecimento
  • Assegurado um número mínimo de horas para a componente nãolectiva individual entre as 8h e as 11h semanais, estabelecido em função do número de alunos que os professores têm
  • Definição de créditos de horas e condições remuneratórias para exercício de Funções/Cargos

4.Autonomia, Administração e Gestão

  • Implementação imediata do novo regime de Autonomia, Administração e Gestão
  • Diferimento dos primeiros procedimentos decorrentes do novo regime de Autonomia, Administração e Gestão para o ano lectivo 2008/2009

5.Carreira

  • Perda da equiparação salarial à Carreira Técnica Superior da Administração Pública
  • Garantia da revisão da Carreira Docente, recuperando a equiparação no topo da Carreira Técnica Superior da Administração Pública
  • Garantia do não aumento do número de anos de serviço para atingir o topo da Carreira Docente, o que implica necessariamente rever os actuais índices e escalões da Carreira Docente

O que se mantém em desentendimento

  • Estatuto da Carreira Docente
  • ingresso na profissão
  • divisão dos docentes em "professores" e "titulares"
  • cotas na avaliação e progressão na carreira
  • Modelo de avaliação do desempenho
  • Modelo de direcção e gestão escolar
  • Nova legislação sobre Educação Especial
  • Todas as medidas que visam desvalorizar a Escola Pública e não dignificam o exercício da profissão docente
Um entendimento que, no imediato, resolve alguns problemas e abre perspectivas para alterações nas questões de fundo do ECD

A nenhum docente, este ano lectivo, se aplicará o modelo de avaliação do ME

Com o "Memorando de Entendimento" assinado entre a Plataforma Sindical dos Professores e o ME, os professores obtiveram importantes resultados
A nenhum docente, este ano lectivo, se aplicará o modelo de avaliação do ME
Com o "Memorando de Entendimento" assinado entre a Plataforma Sindical dos Professores e o Ministério da Educação, os professores obtiveram importantes resultados, só possíveis devido ao grau de mobilização e à unidade que, com as suas organizações sindicais, conseguiram construir. Tais resultados, no que à avaliação dos docentes diz respeito, passam por:
  • Não aplicação, este ano lectivo, do modelo de avaliação do desempenho imposto pelo Ministério da Educação a qualquer professor;
  • Aplicação, este ano, apenas de procedimentos mínimos e somente a cerca de 5% dos docentes, não se admitindo qualquer outro procedimento em nenhuma escola, mesmo nas que já os tinham desenvolvido;
  • Salvaguarda, neste e no próximo ano lectivo, de garantias que permitam a não aplicação das sanções legalmente previstas, que decorram das classificações de "Regular" e "Insuficiente";
  • Aplicação do modelo, de facto, experimentalmente, no ano 2008/2009;
  • Acompanhamento do modelo e sua aplicação, nestes dois anos lectivos, pelas organizações sindicais, através de comissão paritária criada para esse efeito e com o objectivo de alterar o modelo.
As normas legais que constarão do Decreto Regulamentar que visa dar letra de lei ao que, sobre avaliação do desempenho, consta do "Memorando de Entendimento", são as que constam do projecto que se anexa e que poderá ainda merecer alguns acertos designadamente os colocados pelos Sindicatos:
  • No artigo 2º, nº 4 deverá clarificar-se a necessária observação do disposto no nº 5, do artigo 33º, do Decreto Regulamentar nº 2/2008 (consideração de acções de formação concluídas em 2005/2006 e 2006/2007);
  • A supressão de "? em ano escolar seguinte", no final da alínea b), nº 3, do artigo 5º;
  • No artigo 8º, a referência expressa às "escolas", como refere o "Memorando de "Entendimento", em vez de "designadamente".

Comissão Paritária

Entretanto, foi (24/04/2008) enviada a proposta sindical para constituição da Comissão Paritária que deverá contar com dois elementos, respectivamente, da FENPROF e FNE e um representante de cada uma das restantes organizações (SPLIU, SNPL, SEPLEU, FENEI, ASPL, Pró-Ordem, SINAPE, SIPPEB e SIPE).

Gestão

Por fim, relativamente à gestão escolar, chegará às escolas, no início da próxima semana, uma informação oficial, do ME, dando conta que a constituição dos Conselhos Gerais Transitórios, previstos no novo regime de gestão escolar, poderá ter lugar até 30 de Setembro de 2008, conforme consta do "Memorando de Entendimento", e não no prazo de 30 dias úteis, conforme estabelece o diploma legal recentemente publicado.
Em suma, da concretização do "Memorando de Entendimento", que obriga à publicação de diversos quadros legais e ao desenvolvimento de processos negociais até agora não previstos, tornar-se-á mais visível o sentido positivo dos resultados obtidos pela luta dos professores que, com confiança reforçada, deverá continuar.

Publicado pelo SPZN

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Quarta-feira, Maio 07, 2008

ACÇÕES DE FORMAÇÃO SOBRE AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO

Recebido por e-mail divulgo o conteúdo desta pequena carta escrita por alguém que, como eu, pretende denunciar as negociatas por detrás das acções de formação.
Quando nas empresas privadas se paga a formação aos seus colaboradores, com o fim de se obter o máximo no desempenho das suas funções! Quando até há um ano atrás também nós, professores, tínhamos a nossa formação em exercício paga! Mais, agora fazemos as nossas acções fora do horário de trabalho, muitas vezes ao fim de semana ou à noite, durante a semana.
Como acreditar que este governo tem como objectivo a melhoria do ensino utilizando docentes cansados e revoltados?
Eu acredito que o único objectivo deste governo é diminuir gastos com a nossa classe e apresentar números de sucesso falseados! (MR)

"Colegas:

Quero partilhar convosco a minha perplexidade perante a oferta do INA(Instituto Nacional de Administração, IP) para acções de formação visando a Avaliação do Desempenho docente ao preço de DUZENTOS EUROS por pessoa.Poder-se-á deduzir daqui a "pressão" no processo de avaliação ou, então,fica confirmada a americanização do sistema de ensino em Portugal?!...
Ao consultar a página do <http://www.ina.pt/> INA, poderá verificar-se que relativamente à oferta de 7 Seminários propostos, quatro, em Oeiras, já estão esgotados. Sabendo que cada Seminário tem um número máximo de 25 formandos, nestes quatro seminários o Instituto Público vai "arrecadar" 20 000 Euros. Se os outros 3 se vierem a realizar (um em Oeiras, outro em Semide e outro ainda na Escola Martim de Freitas em Coimbra) são mais 15 000Euros, ou seja, um total de 35 000 Euros no espaço de um mês.
Os temas propostos nestas acções são importantes para os ConselhosExecutivos, Coordenadores, Docentes, etc., mas será que os Professores ganham assim tanto que possam estar a pagar a sua formação ou é ao Ministério da Educação que compete financiar a Formação que se propôs fazer?Se estas acções continuarem a "esgotar", significa que há público para elas e há quem possa pagar.
Se os professores se juntarem e exigirem formação gratuita ao Ministério, então estes Institutos poderão ser financiados através dos nossos impostos e não duplamente pelos professores. Reajam a esta situação! Encaminhem para outros colegas professores.

Um abraço.

Vem assinado "

http://mobilizacaoeunidadedosprofessores.blogspot.com/

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