O poder da Natureza
Na estrada vão pessoas (ou carros?): dois ou três pontinhos brancos... Parecem alheias a toda aquela energia acumulada, concentrada numa zona imensa capaz de as destruir e a tudo o que apanhar.
É um turbilhão de sons, de materiais, um torvelinho de desespero que tapa o Sol, uma densidade que se vê, que pesa, dói, esbugalha olhos, pensamentos, um sorvedoiro de sentimentos, um vórtice de potência estonteante que nos impede de raciocinar. Só dá para olhar sem compreender. Só dá para pensar o porquê depois que tudo passar!
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