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Domingo, Setembro 21, 2008

José Sócrates pede um cheque em branco

O secretário-geral do PS disse, este sábado, num comício do partido em Guimarães, que a «esquerda do passado, imobilista e conservadora, nada tem a oferecer ao país», a propósito das críticas ao novo Código do Trabalho. (TSF)

Calma aí, Zé, que vais muito acelerado. O teu conceito de mobilidade está a chegar demasiado longe. Está a chegar até às zonas mais inconfessáveis da actividade política. Estás a transformar a tua forma de fazer política num autêntico embuste.

Por acaso, os eleitores apreciam que aqueles que são eleitos sejam suficientemente imóveis para que não rasguem as suas promessas eleitorais no dia seguinte à eleição.

O mote da tua última candidatura foi assegurar a governabilidade com uma maioria absoluta. Nunca cheguei a perceber essa necessidade. Se o governo fosse minoritário, haveria certamente muito mais concertação entre as forças políticas, as discussões seriam muito mais vivas, os problemas mais bem analisados. Todos ganharíamos, excepto, eventualmente, aqueles que só sabem governar à maneira de Salazar, isto é, sem compromissos de qualquer espécie.

Este anos, pelos vistos, o mote é a mobilidade. Aquilo que o Zé pensa fazer quando e se for eleito, não pode ser depreendido daquilo que diz hoje, porque é uma pessoa muito móvel. Quando e se for eleito, irá perguntar à OCDE, à Comissão Europeia e à NATO o que tem a fazer, pois não se deixa aprisionar a promessas eleitorais imobilistas.

Eleitores: sai mais um cheque em branco fresquinho pró Zé? Não têm o direito de saber para quê antes da eleição, face ao novo paradigma da política móvel, porém não terão grandes surpresas em saber depois. Simples continuidade relativa ao crescimento da inflacção e dos juros, aos congelamentos salariais, à perda de direitos, à centralização policial, à destruição da justiça e do ensino público, ao intervencionismo na Polícia Judiciária. Em suma, tudo muito imóvel.

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Terça-feira, Julho 15, 2008

masson - Diário das sessões

massonMudam-se os tempos, mudam-se as vontades?
masson foi buscar, não o Diário da Sessão da semana passada com o debate sobre O estado da Nação, mas o de 2 de Outubro de 2003. Vale a pena ler.

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Quinta-feira, Junho 05, 2008

Manifestação de 5 de Junho de 2008


200.000 pessoas dos mais diversos sectores, público e privados, de diferentes pontos do país, depois de uma convocatória deficitária, contra a revisão do Código de Trabalho, nos moldes em que está a ser feito e... Sócrates diz que não se impressiona!

Há pessoas que, ao mentirem, acreditam mesmo naquilo que inventaram para conseguirem sobreviver, para conseguirem adormecer. Pouco mais vêem do que aquilo que arquitectaram e, com palas nos olhos, avançam mesmo que seja para o abismo, pois já não lhes é possível voltar atrás e, com humildade, mudarem de rumo.

Sócrates ruma em frente sem olhar a quê nem a quem e não quer ser distraído, incomodado, mesmo que por 200.000 pessoas.

A sua arrogância vai sair-lhe cara!
A sua cegueira irá ser-lhe fatal.
Cairá do seu pedestal e quanto mais tarde maior será a queda.
E lá irá o seu rico nariz!

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Quinta-feira, Março 13, 2008

A festa

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Quinta-feira, Outubro 18, 2007

José Dez Milhões

Em coro afinado em uníssono - como convém a uma informação aberta e plural, - sopraram ontem as trombetas de todos os noticiários televisivos: Portugal vai receber 21 mil milhões de euros no próximo Quadro de Referência Estratégica Nacional (QREN). Surpreendido com a algazarra, abeirei-me da janela para descobrir o que se passava. Atrás das motas da polícia vinha um carro descapotável onde uma figura atirava agitadamente notas para o ar enquanto berrava:
10 milhões por dia...
10 milhões por dia...
10 milhões por dia...
10 milhões por dia...
Se isto já foi negociado há meses e aprovado pela Comissão Europeia a 26 de Setembro, onde está a notícia? - cismei. Mas desisti e fui dormir.(AF)




José Sócrates
Desta vez vai haver referendo. Já no passado se prometeu um referendo e não se fez. Agora já não podemos correr o risco de um novo "chumbo" da pergunta,
referiu José Sócrates, numa acção de pré-campanha eleitoral na Rua de Santa Catarina, no Porto.

Fonte: Revista da Imprensa Europeia em 20 de Dezembro de 2004

Abandonou-se a perspectiva de adoptar um Tratado Constitucional e retoma-se a tradição das emendas aos Tratados já existentes. O novo Tratado será mais um Tratado internacional, sem natureza constitucional e sem pretender substituir em bloco os Tratados já em vigor,
sustentou então (a 27 de Junho, o primeiro-ministro José Sócrates).

Fonte: Lusa, a 11 de Outubro de 2007

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Quarta-feira, Setembro 26, 2007

José Sócrates - Prova prática de Inglês Técnico

José Sócrates«The clima moves are obliged to have quantified objectives or else we that live in the Middle-West will not be pleased. Pós-Quioto demands that we do more. As a Latino dictate says: «O tempora, o mores», meaning that the weather will better if we try harder as an Avis salesman. Remember that we are the world. Quoting a policeman that is now in Lisbon, I hope the united-statesians love their children too».

Texto indecentemente roubado do Espuma da mente

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Segunda-feira, Agosto 13, 2007

Eugénio Rosa - As dívidas à Segurança Social

Eugenio RosaCaro (a) amigo (a)

O ministro do Trabalho Vieira da Silva tem afirmado que o combate do governo à evasão e à fraude contributiva à Segurança Social tem sido um êxito, que o governo tem conseguido cobrar elevado montante de dividas, e que a situação neste campo está a mudar.

Neste estudo, utilizando dados publicados pelo próprio Ministério do Trabalho e da Solidariedade Social, mostro que isso não é verdade, que em 2006 as remunerações não declaradas à Segurança Social atingiram 6.943 milhões de euros e que a receita perdida, devido a esse facto, alcançou
2.184,7 milhões de euros. Comparando a divida cobrada em 2006 com o aumento da divida declarada e não declarada em 2006, conclui-se que o cobrado representou apenas 8,7% do aumento da divida registado em 2006. O fracasso do combate do governo neste campo torna-se assim claro.

Espero que este estudo possa lhe possa ser útil.

Com consideração
Eugénio Rosa
Economista

Estudo: AS DIVIDAS DAS EMPRESAS À SEGURANÇA SOCIAL DISPARAM COM O GOVERNO DE SÓCRATES
publicado por Eugénio Rosa em 5 de Julho de 2007

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Terça-feira, Maio 22, 2007

José Sócrates - lapsus linguae

José Sócrates no discurso sobre a nova Lei da Nacionalidade
captado por João Tilly a 22 de Maio de 2007
... cada um de vós dará o seu melhor para um país mais justo, para um país mais pobre... pa.. pó... perdão... para um país mais solidário, mais próspero, evoluído...

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Domingo, Abril 15, 2007

Quais Novas Oportunidades?

Por “Novas Oprtunidades” entende-se o slogan encontrado pelo governo para escoar o que falta de apoios estruturais da União Europeia. Na sua base está o reconhecimento de que as habilitações necessárias para o crescimento económico em Portugal seriam ainda insuficientes. Ao governo cabe a gestão destes recursos significativos, que serão certamente os últimos. Era desejável que fossem aplicados com critério; que não se repetissem tristes episódios do passado em acções semelhantes; que todos pudéssemos confiar na capacidade dos nossos políticos organizarem as numerosas etapas intermédias que se impõem para garantir bons resultados no final do período; levantar a estrutura de inspecção dotada de profissionais habilitados, que existem no país; acompanhar o desenvolvimento da aplicação de cada euro que se gastar; intervir precocemente ao detectar desvios motivados por incompetência; criar um quadro legal dissuasivo para os numerosos aventureiros da praça; elevar o nível de exigência para a admissão de monitores; avaliar com cuidado as condições de acesso aos cursos; definir o conjunto de provas conducentes à certificação; impôr prazos de execução…
Pois bem, eu não tenho confiança suficiente na capacidade deste governo em levar a cabo este empreendimento. E não é só porque o seu chefe é capaz de exibir documentos falsificados em seu favor. É também porque ele poróprio se demitiu de honrar as suas palavras; também porque não possui qualquer espécie de experiência de gestão válida; porque é capaz de proferir insultos à generalidade dos professores (não simples instrutores de ocasião); porque é incapaz de dialogar.
Mais, sinto que a aversão à mentira não é apanágio da esquerda nem da direita: sería ridiculamente simples. Mas se José Sócrates procurou refúgio no terreno do fogo cruzado, não tem que se queixar. Tanto entre os que se reclamam de esquerda como de direita, as águas estão divididas. Dando uma mão ao aflito José Sócrates estão Mariano Gago, Durão Barroso, Cavaco Silva, Dias Loureiro. Tudo gente que, aos meus olhos, deixou cair a ombridade intelectual e o respeito pelos seus conterrâneos, para tentarem emprestar idoneidade a quem não cuida de se respeitar a si próprio. Ser chamado de mesquinho por não alinhar nestes subterfúgios é daquelas manchas morais que, parafraseando Frederico E., eu carrego com prazer. E espero bem que em Portugal o demissionismo intelectual que nos coibe de nos revoltarmos contra maus exemplos exibidos pelos máximos responsáveis políticos não se transforme em regra de bem-pensar.

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