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Sábado, Fevereiro 14, 2009

Apoio aos Senhores Bispos

Na falta de interlocutores que se revelem dispostos a enfrentar o assalto da política aos valores mais nobres em que assenta a nossa sociedade, venho exprimir o mais sentido apoio à hierarquia católica que se levanta em defesa dos valores da vida humana.
Alheio aos preceitos religiosos, mas atento ao posicionamento de cada um perante aquilo em que acredito, e que dá sentido às opções que somos levados a assumir no dia-a-dia de cada um, não posso deixar de reconhecer que quem tem o trabalho de casa todo por fazer, não são os bispos católicos mas sim os governantes, com especial destaque para o partido no poder, que se revelam totalmente incapazes de legislar sobre tudo aquilo que se relacione com a vida humana.
A única lei capaz que foi produzida nesta matéria, é a proibição como é o caso da pena de morte.
Se se pretende legislar para além disso não pode sair um resultado diferente do horror da lei do aborto, que não fez mais do que subjugar os valores da vida às vantagens materiais das clínicas, sejam elas privadas ou estatais, que tiram mais proveito de um aborto do que de um parto.

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Sexta-feira, Dezembro 07, 2007

O profeta republicano

Com a devida vénia, não resisto a transcrever aqui uma passagem "picada" de uma referência citada no "do Portugal Profundo".

...em 24 de Abril de 1911, ao comentar, em Braga, a promulgação da lei da separação do Estado e da Igreja, que culminava um século e meio de atropelos aos direitos dos católicos e, nalguns casos, de perseguições até à morte, o maçon Afonso Costa, ministro da Justiça (!) e dos Cultos, podia afirmar:
"Está admirávelmente preparado o povo para receber essa lei; e a acção da medida será tão salutar, que em duas gerações Portugal terá eliminado completamente o catolocismo, que foi a maior causa da desgraçada situação em que caiu."
E, como se isso não bastasse, rematava, triunfante:
"Saiba ao menos morrer quem viver não soube..."
(cf. Padre Miguel de Oliveira, "História eclesiástica de Portugal, 4ª ed., Lisboa, 1968, p.357")

O Mosteiro do Cós

Aqui está uma ilustração da necessidade que invoquei anteriormente, em analisar e relativizar a versão republicana da História de Portugal, que não hesita em associar ao demónio seja o que for, desde a monarquia, o estado novo e até a igreja, para fazer a lavagem dos seus próprios defeitos, de modo a apresentar-se como a vítima impoluta, íntegra e serena nos seus mais nobres, cândidos e eternos princípios, pretendendo transmitir a ideia de que a política actual seria a herdeira das mais puras tradições representadas pela revolução republicana.

Percebe-se por estas e por outras, que ao pretender-se renegar o estudo e a divulgação da implantação e da consolidação do estado novo, em nome duma alegada idiomática anti-fascista, o que se pretende não é mais do que abafar a monstruosidade das traições que se fizeram e que se continuam a fazer, dos políticos carreiristas provenientes de todos os quadrantes sobre o seu próprio povo.

Porque os piores inimigos dos portugueses, não são nem espanhóis, nem fascistas, nem católicos, nem nada disso: são e sempre foram, os próprios portugueses, e cada um à sua maneira: uns porque fazem as asneiras, outros porque as deixam fazer, outros porque se acomodam a elas.

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Segunda-feira, Setembro 17, 2007

Rubén Capitanio - Igreja Católica e Ditadura

Rubén CaputanioEstima-se que, durante a Ditadura entre 1976 e 1983, 15 mil cidadãos argentinos tenham sido mortos e centenas de milhares torturados ou desaparecido.
Rubén Capitanio é padre argentino e testemunha de acusação no processo movido contra um antigo colega seu de seminário, o reverendo Christian von Wernich. (AF)




A atitude da Igreja foi tão escandalosamente próxima da da Ditadura que eu diria que foi pecaminosa. A Igreja comportou-se como uma mãe que não cuida dos seus filhos. Não matei ninguém, mas também não salvei.
Há quem pense que este julgamento é um ataque à Igreja mas eu entendo que isto é antes um serviço prestado à Igreja. Ajuda-nos a encontrar a verdade. Muitos homens e mulheres da Igreja, até bispos, acabaram por partilhar a minha visão da realidade e do papel da Igreja. Temos muito que nos penitenciar.


Fonte: Argentine Church Faces ‘Dirty War’ Past
publicado em The New York Times a 17 de Setembro de 2007

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