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Sexta-feira, Junho 01, 2007

Paulo Guinote - a discussão necessária


Meu caro amigo, os números da última greve na FP foram - vamos lá usar o lugar comum - pouco animadores. Em relação às movimentações anteriores, notou-se um decréscimo da mobilização. Por exemplo nas Escolas a adesão foi mesmo muito baixa, incluindo professores e funcionários. O efeito de “confluência” e acréscimo de entusiasmo na mobilização tinha ultrapassado o seu pico.

As pessoas começaram a resignar-se. Mesmo entre os docentes.

Se essa é uma atitude errada? Certamente que poderá ser.

Só que lidamos com pessoas e grupos. Há que ler os momentos e não ouvir apenas as vozes dos mais entusiastas, porque esses já estão convencidos à partida. Há que ir à procura dos cépticos, dos que balançam, daqueles que têm receio ou dúvidas e, em vez de os criticar por assim serem, convencerem-nos a deixar de o ser.

Se é verdade que as manifestações e greves de final de 2006 foram encorajadoras, se é verdade que em 2007 o Governo continuou num caminho desfavorável para muitos trabalhadores, não é menos verdade que bastaria a alguns activistas saírem de si e irem em busca dos outros, das outras formas de pensar e agir, para perceberem que podem estar a dar um tiro no pé enorme, pois gastaram uma arma que deve ser usada com ponderação, de forma desnecessária. No sector privado, globalmente, a desão à greve deve ter sido abaixo dos 20%. É muito pouco.

As pessoas são o que são. Agarram-se à rocha escorregadia enquanto podem, se sentem o mar agreste. E estando o mar muito agreste, não querem perder a sua réstia de segurança.

Haverá que vituperá-las por isso? Talvez mais importante seja convencê-las. E para isso não é muito certo avançar de punho em riste. Isso deve reservar-se para quem está por cima.Não para quem está por baixo.

Ver mais opiniões aqui.

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Quarta-feira, Maio 30, 2007

Estamos em GREVE - os motivos são sobejamente conhecidos

greve geral

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