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Quinta-feira, Junho 04, 2009

A Escola contra o Ambiente

O Governo de José Sócrates prepara-se para perpetrar mais uma agressão ambiental absolutamente gratuita, por ocasião da realização dos exames escolares obrigatórios que se aproximam.
Até aqui, os exames que eram realizados nas áreas de informática e multimédia, eram apresentados em suporte reutilizável como as disquetes primeiro, e mais recentemente as chamadas pen-drives.
Estes suportes, por serem reutilizáveis não representam qualquer agressão ao ambiente, e não consta que tivessem ocorrido quaisquer problemas relacionados com este procedimento, pelo menos que não pudessem ser resolvidos caso a caso.

Neste ano, as escolas serão obrigadas a recolher as provas de exame em suporte CD-R, e com o requinte de consumirem dois CD por cada prova de cada aluno, para a recolha ser individualizada e em duplicado.

Isto, quando se sabe que em geral, um único CD tem capacidade suficiente para recolher a totalidade das provas de uma escola inteira, pelo menos.
O CD é um suporte que não é reutilizável, e nem sequer é reciclável, porque não existe qualquer sistema de recolha de CD. Não será difícil imaginar a degradação ambiental resultante deste procedimento, em termos de volume do depósito ambiental para uma única época de exames.
Por outro lado, devido a este tipo de agressão, a gravação em CD não é prática corrente na actividade escolar, nem faz parte das competências que são consideradas na generalidade dos currículos escolares, salvo evidentemente alguma aplicação específica, na área do multimédia.
Trata-se pois de uma agressão absolutamente gratuita, que não deverá ter continuidade nos anos lectivos que hão-de vir.
E para isso, há que penalizar desde já nas urnas, este atrevimento.

NÃO VOTES P$!

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Sexta-feira, Outubro 31, 2008

Pela suspensão do modelo da avaliação do desempenho docente

Movimento de resistencia à avaliação docente (modelo do Ministério da Educação) em Portugal, 30 de Outubro de 2008
(Clique para aumentar)


Neste pequeno mapa podemos observar a localização de muitas das escolas públicas que já se manifestaram contra o modelo da avaliação do desempenho do M.E. com abaixo-assinados ou que suspenderam a mesma ou nas quais se demitiram em grande número os respectivos avaliadores.
Nas zonas da grande Lisboa e do Porto não se consegue observar bem as diversas escolas mas foi o que se obteve do trabalho executado usando o Google Earth.


Fonte: Movimento Escola Pública, 30 de Outubro de 2008
Mapa: Google Earth

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Quarta-feira, Outubro 22, 2008

A auto-avaliação dos alunos

Posição pessoal acerca da ficha de auto-avaliação

Não aceito que a ficha de auto-avaliação dos alunos seja incorporada no meu processo de avaliação de desempenho, por ofender as minhas convicções pessoais acerca da acção docente.

Ao solicitar aos meus alunos o preenchimento da sua ficha de auto-avaliação, deverei fundamentar a honestidade do seu preenchimento, na desvinculação dessa ficha à avaliação, quer do aluno, quer do docente.

Se não puder afirmar isso explícitamente, nesse caso a mensagem que lhes faço chegar, por omissão será que o preenchimento da ficha destina-se precisamente a produzir efeitos, quer na avaliação do aluno quer do professor.

E eles vão perceber que o interesse em dizer bem do professor é recíproco, uma vez que ele tem necessidade de ilustrar boas notas com boas apreciações, do mesmo modo como tem necessidade de justificar más notas com depreciações.

E para a escola, então será o desastre total da sua credibilidade externa, uma vez que passará a ser aquela escola onde os professores são avaliados pelos alunos, onde aquele professor que não deixa os alunos irem à casa de banho não tem hipótese de progredir na carreira.

E para cúmulo, até o calendário em que a ficha é aprovada contribui para reforçar essa ideia, porque não é uma ficha que já se encontrava em vigor nas tradições da escola, no momento em que a escola decidiu integrá-la no sistema de avaliação docente.

Por tudo isso, e acima de tudo por uma questão de respeito aos meus alunos, venho informar da minha recusa em aceitar a introdução da ficha de auto-avaliação dos alunos no meu processo de avaliação de desempenho. Não posso aceitar que o meu relacionamento com os alunos venha a ser envenenado por um processo de avaliação que não tem por ambição interferir no processo pedagógico, mas apenas observá-lo.

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Segunda-feira, Outubro 20, 2008

Para cantar na camioneta ... !!

Para todos aqueles que se preparam para se deslocar a Lisboa, aqui envio uma sugestão para animar a caminhada.
Desejando uma boa viagem, na companhia daqueles que não deixam por mãos alheias a reclamação do que sentem como seu.


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Quinta-feira, Outubro 16, 2008

A escola pública

Greve dos alunosNão estou a alcançar o apelo à unidade, entre coisas que são diferentes.
Os sindicatos devem fazer, e bem, aquilo para que estão mandatados que é a defesa dos direitos laborais dos professores.
Os movimentos empenham-se na defesa dos valores da escola pública.
Se as acções de rua puderem coincidir, tanto melhor;
senão, também não será por isso que cada um poderá acusar o outro de divisionismo.
E sobretudo, não será por isso que cada parte poderá acusar a outra parte dos seus próprios desaires.
Não vejo como é que deverei abster-me de defender a escola pública, pelo simples facto de não ter concorrido às eleições sindicais.
Se eu como defensor da causa da escola pública me revoltar contra o novo estatuto do aluno, que obriga a escola a avaliar um aluno que faltou a uma semana de aulas, precisamente acerca da matéria que o aluno perdeu por ter faltado, aonde é que está o sindicato para colocar o «eduquês» no seu lugar?


Imagem: Global Notícias, 16 de Outubro de 2008

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Sábado, Abril 05, 2008

Carmelinda Pereira - em defesa da escola pública

Recebido por email de Moriae. (AF)





Algés, 4 de Abril de 2008


Cara(o) colega,

Depois de, na semana passada, lhe termos enviado o Apelo ao Encontro-Debate em Defesa da Escola Pública, que vai ter lugar no próximo dia 19 de Abril, vimos hoje confirmar a sala onde esse Encontro vai ter lugar (a mesma que foi utilizada no Encontro de Abril do ano passado):

Teatro Amélia Rey Colaço

Rua Eduardo Augusto Pedroso, 16-A, em ALGÉS


Em termos de localização desta rua, quando se caminha na Av. dos Combatentes (em Algés), de Sul para Norte, ela é a primeira transversal à esquerda.

Para além disso, enviamos-lhe em anexo um convite com uma ficha para se inscrever.

No caso de querer participar e poder decidir antecipadamente, gostaríamos que nos fizesse chegar a sua inscrição, para podermos ter uma noção sobre a ocupação da sala.


Pel'A Comissão de Defesa da Escola Pública

Carmelinda Pereira

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Quarta-feira, Fevereiro 06, 2008

ESCOLA PÚBLICA PELA IGUALDADE E DEMOCRACIA

Mais uma gota no Oceano da discórdia com as orientações governamentais:

LANÇAMENTO DO MOVIMENTO "ESCOLA PÚBLICA PELA IGUALDADE E DEMOCRACIA" COM DEBATE


"ESCOLA: PARTICIPAÇÃO E DEMOCRACIA" E QUE DIZER DO MODELO DE GESTÃO DAS ESCOLAS PROPOSTO PELO GOVERNO?

ORADORES CONFIRMADOS:

ANA BENAVENTE (Investigadora em Educação)

SÉRGIO NIZA (Movimento Escola Moderna)

LUIZA CORTESÃO (Professora Catedrática jubilada da Universidade do Porto, Presidente da direcção do Instituto Paulo Freire)



SÁBADO, DIA 9 DE FEVEREIRO, 16H, ASSOCIAÇÃO 25 DE ABRIL (Rua da Misericórdia, nº95, Bairro Alto-Lisboa)


O manifesto "Escola Pública pela Igualdade e democracia" já está online nesta morada: http://www.PetitionOnline.com/mudar123/petition.html

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