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Sexta-feira, Abril 30, 2010

Caros leitores

Alterações ao blogger e o ferrao.org.

blog

A partir de amanhã, 1º de Maio de 2010, este blog estará congelado, pelo menos até se encontrar uma alternativa. A utilização do software do blogger deixará de estar disponível para computadores alheios à google. A todos os que nos honraram com as suas visitas, o nosso muito obrigado.

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Segunda-feira, Abril 19, 2010

Deus

É uma perda de tempo afirmar que deus não existe. É como dizer que não existe fidelidade, só infidelidade. Deus existe porque foi criado pelo Homem.
Deus, este produto, fruto da criatividade e da ambição humana de tudo controlar através do conhecimento foi propagado ao longo dos tempos através da educação- em algumas famílias por convicção e noutras por uma questão prática de integração ou socialização (fazendo prevalecer a cultura dominante).
Outra coisa que também foi inventada pelo homem: Os países.
Como negar que existem?
Estão nas mentes das pessoas!
Talvez o problema não resida aqui, mas sim noutro lado:

Verbo
e.xis.tir, instransitivo
ter existência, ser real

e.xis.tên.ci.a português europeu feminino
facto de existir, de viver:

Adjetivo
re.al, comum de dois gêneros
que de facto existe, isto é, não é imaginário

A questão é que o verbo existir tem duplo sentido. Por um lado refere-se à realidade mas por outro, frases como "uma existência faustosa" conferem-lhe uma concessão ao domínio da abstracção.
Aqui está: Concreto Vs Abstracto

Em debates desta natureza seria necessário precisar primeiro com que sentido o verbo existir está a ser usado por cada elemento para que os conceitos ou ideias pudessem atingir a mente dos respectivos interlocutores.

É caso para dizer:
Sem esta concretização, não há abstracção.

Sugiro duas combinações possíveis:
1. Deus existe e os países não (forma abstracta)
2. Deus não existe mas os países sim (forma concreta)

De facto não é preciso dizer que deus não existe. Basta mostrar que a frase "deus existe" está errada porque perverte a definição do verbo existir.
Doravante não mais interpretarei a frase "Deus não existe" como uma negação de "Deus existe" mas sim como uma simples AFIRMAÇÃO.

Segunda-feira, Março 29, 2010

Nomes próprios - escala de frequência

Usando as listas de colocação dos professores no concurso de 2009 (92500 nomes, quase 1% da população de Portugal) seleccionaram-se os antropónimos que apareciam no início: excluíram-se os apelidos. Resultaram 2038 nomes próprios distintos, dos quais 700 correspondem a ocorrências únicas (assinaladas com a frequência relativa igual a 0.00068%). Pela lista ficamos a saber que os nomes próprios femininos mais vulgares são:
Maria
Ana
Carla
Sandra
Paula

Os nomes próprios masculinos mais vulgares são:
José
João
António
Luís
Pedro

O nome de um em cada dez portugueses começa por Maria. 12 nomes próprios são suficientes para chamar cinco milhões de portugueses (50%). Para chamarmos 90% dos portugueses, bastam 188 nomes próprios. Nos últimos anos, alargou-se significativamente o número de antropónimos efectivamente usados em Portugal, independentemente das validações oficiais. Talvez os portugueses estejam a tornar-se menos conservadores na escolha dos nomes próprios. A tabela completa pode ser descarregada aqui.

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Segunda-feira, Março 22, 2010

A Aritmética dos Múltiplos

A conversão das unidades de medida costuma ser apresentada como uma espécie de receita, com um relacionamento mais ou menos intuitivo, ou decorável entre as unidades e os seus múltiplos e submúltiplos.
Assim se perde mais uma belíssima ocasião para colocar em destaque o funcionamento das operações aritméticas, aplicadas à vida prática.
Para apresentar o funcionamento dos múltiplos, relacionando-os com as operações aritméticas, basta fazer a associação explícita entre os termos técnicos e os valores aritméticos correspondentes, como se indica a seguir para os termos mais utilizados:

Unidade = 1
Deca = 10
Hecto = 100
Kilo = 1000
Deci = 1/10
Centi = 1/100
Mili = 1/1000

Com base nesta tabela, a aritmética dos múltiplos e sub-múltiplos consiste simplesmente em substituir as designações pelos números que lhes correspondem, afectando os números que lhes estão associados pelas operações aritméticas indicadas.

A título de exemplo, vamos converter 27 centímetros em metros:
27 cm = 27 centi x metro = 27 x (1/100) m = 0,27 m

Vamos agora converter 350 litros em m3, sabendo que 1 litro = 1 dm3:
350 litro = 350 dm3 = 350 x [(1/10) x m]3 = 350/1000 m3 = 0,35 m3

Finalmente, vamos converter 1234 cm em decâmetros:
1234 cm = 1234 x (1/100) x 1m = 1234 x (1/100) x (10/10) m = 1234 x (1/100) x (1/10) x 10m = 1234/1000 x 1 dam = 1,234 dam

Vemos deste modo, que seguindo os procedimentos indicados pela tabela anexa, não é preciso decorar se as conversões deslocam a vírgula para a direita ou para a esquerda, nem qual o valor do deslocamento. Ao mesmo tempo, confere-se significado à metodologia que consiste em transformar uma tabela, em um procedimento sistemático.

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Domingo, Março 21, 2010

A aritmética das unidades de medida

Este pequeno artigo não se destina aos Físicos; esses, sabem melhor do que ninguém o que são as unidades de medida e não precisam que ninguém lhes explique, pela simples razão de que a própria Física não existiria sem elas.
No que toca aos matemáticos, já não é tanto assim porque a Matemática não precisa das unidades de medida para viver, e por vezes, não direi os Matemáticos, mas os que vivem das matemáticas, por exemplo no ensino, não percebem que as unidades de medida não pertencem às Matemáticas, e podem sentir-se tentados a colmatar a sua própria insuficiência nas matemáticas para inclusivamente dar lições aos Físicos acerca da maneira mais correcta de representar as unidades físicas.

Na Matemática, as grandezas físicas surgem como um corolário para a aplicação dos conceitos abstractos à vida prática. Em vez de se afirmar que dois mais três é igual a cinco, torna-se mais concreto dizer que caminhar dois metros depois de caminhar três metros, é equivalente a percorrer um total de cinco metros.

E aqui surge a primeira regra prática para a construção da aritmética das unidades de medida: pode-se somar ou subtrair quaisquer números, desde que e apenas se esses números se encontrarem associados à mesma unidade de medida, ou então eles possam reduzir-se à mesma unidade de medida. E o resultado dessa operação, será um número que se representa na mesma unidade de medida dos operandos que lhe deram origem.

Tratando-se das operações de multiplicação e da divisão, nesse caso a regra prática é que as unidades de medida se encontram sujeitas às mesmas operações sobre os números.
Se por exemplo fizermos o produto de duas grandezas com a mesma unidade de medida, o resultado não será um número com essa unidade de medida, mas sim um número cuja unidade é o quadrado da unidade dos operandos. E esse resultado, encontra-se sujeito à existência, ou não, dessa unidade de medida que resultou desse produto. Se essa unidade de medida existe, então esse produto faz sentido; caso contrário, se essa unidade de medida não existe, então o resultado dessa operação não tem significado físico, isto embora possa adquirir algum sentido no campo estritamente matemático, por exemplo como um resultado intermédio para se obter o resultado final.

Poderemos concretizar melhor, multiplicando dois comprimentos: o resultado, será uma área, que se pode representar em metros quadrados (m2). Se eu multiplicar duas grandezas de tempo, obtenho um resultado que se pode representar em segundos quadrados (s2), que é uma unidade de medida que não existe em Física, portanto essa operação não tem significado físico. Ou, se quisermos dizer de outra maneira, esta operação não se pode fazer (para o caso dos segundos).

Ficamos assim a ver que as unidades de medida, não apenas se podem multiplicar (ou dividir), mas têm que se multiplicar do mesmo modo como se multiplicam os números que lhes estão associados, e isto não apenas para determinar qual é a unidade do resultado, mas também para saber se esse resultado pode representar alguma coisa de concreto, ou não.
Aliás, é assim que são construídas as chamadas unidades derivadas. Na realidade, na Física apenas existem quatro unidades de medida simples, ou fundamentais, que são o comprimento, a massa, o tempo e a temperatura. Todas as restantes unidades de medida são unidades derivadas, construídas à custa de multiplicações ou divisões entre as unidades simples e outras compostas.

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Quinta-feira, Março 04, 2010

Não-violência: mitos e realidades

Marie-Ange Patrizio : O conceito de não-violência remete-nos imediatamente a Gandi. Que juízo fazes desta grande personalidade histórica?

Domenico Losurdo : Temos que distinguir duas fases na evolução de Gandi. Na primeira fase, Gandi estava longe de propor a emancipação geral dos povos coloniais. Bem pelo contrário, apelava à potência colonial, a Grã-Bretanha, para que não confundisse o povo indiano - capaz de ser vista pelos ingleses como fazendo parte de um estado muito antigo, com origens raciais "arianas" - não confundisse, dizia Gandi, com os negros, ou melhor, com "os cafres grosseiros, cuja ocupação principal era a caça e cuja única ambição era a de juntar determinado número de cabeças de gado para trocar por uma mulher, afim de poder desfrutar de uma vida de ócio e nudez" (sic).

Para conseguir a cooptação da raça dominante, para com o povo dos senhores (arianos e brancos), Gandi apelou, no princípio do século XX, aos seus co-nacionais para que se colocassem ao serviço do exército imperial, empenhado numa repressão feroz contra os zulus.

É sintomático que, durante a Primeira Guerra Mundial, o suposto campeão da não-violência se tenha proposto recrutar meio-milhão de homens para o exército britânico. Tal zelo dedicou a esta tarefa, que chegou a escrever ao secretário pessoal do vice-rei: "Tenho a impressão de que, se eu me tornasse o vosso recrutador-mor, podería submergi-lo em homens". Quer se dirigisse aos seus co-nacionais, quer ao vice-rei, Gandi insistia de forma totalmente obsequiosa à disponibilidade para o sacrifício a que todo um povo deveria estar preparado. Tornava-se necessário "oferecer o nosso apoio total e decidido ao Império"; a Índia deve mostrar-se pronta a "oferecer, nesta hora crítica, os seus filhos válidos ao sacrifício pelo Império"; "devemos, para a defesa do Império, dar todos os homens de que dispomos".

Com uma coerência à prova de fogo, Gandi desejou que os filhos da sua terra se envolvessem e participassem na guerra.

...

Quarta-feira, Março 03, 2010

Greve Nacional da Administração Pública

Greve

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Terça-feira, Março 02, 2010

Festival Queijo, Pão e Vinho

Festival Queijo, Pão e Vinho: "
Quem me tem acompanhado neste Festival nunca deixou de lá voltar é preciso dizer mais alguma coisa?



fica apenas o link para chegarem ao Festival

"

A 20 de Março, limpar Portugal

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Segunda-feira, Março 01, 2010

Sterling D. Allan - 911 Truth, San Francisco

Há excelentes videos sobre o 11 de Stembro, produzidos recentemente e que merecem a atenção, quer se trate de alguém que já convencido de que houve uma conspiração e uma tentativa subsequente de cobertura promovida por elementos do governo dos Estados Unidos da América, ou de alguém que ainda não tenha chegado a essa conclusão.



There have been some excellent 911 Truth videos produced recently that deserve your attention, whether you are already convinced that there is a conspiracy and cover-up from elements within the U.S. government, or you have yet to come to that conclusion. Such a criminal cover-up is blatantly obvious if you will consider the evidence that is presented in these videos, which provide some new evidence as well as present the old evidence in power ways.

The reason this is relevant to free energy technology is that the faction that is involved in the 911 execution and cover-up is part of a wider conspiracy for whom the emergence of these game-changing free energy technologies and the liberation they would provide would spell disaster to the cabal's agenda to establish a world Orwellian police state. Likewise, you can see why helping such technologies emerge becomes a heroic endeavor of epic proportions.

Watching and propagating these videos is a revolutionary act. Be part of the resistance to tyranny. It's part of the milieu of defending and advancing freedom.

Sterling D. Allan, Review:911 Truth Video Collection from Winter 2010
Feb. 25, 2010

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