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	<title>Comments for Ferrao.org</title>
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		<title>Comment on NÃO à abstenção. by Fernando Negro</title>
		<link>http://ferrao.org/2011/05/nao-a-abstencao/#comment-1065</link>
		<dc:creator>Fernando Negro</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 26 Nov 2011 20:32:21 +0000</pubDate>
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		<description>Democracia é a ditadura da maioria.
Viva a Anarquia.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Democracia é a ditadura da maioria.<br />
Viva a Anarquia.</p>
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		<title>Comment on O Dia Mundial do Professor (UNICEF) by José Ferrão</title>
		<link>http://ferrao.org/2011/10/o-dia-mundial-do-professor-unicef/#comment-1057</link>
		<dc:creator>José Ferrão</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Oct 2011 14:26:47 +0000</pubDate>
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		<description>http://www.5oct.org/2011/index.php?option=com_content&amp;view=frontpage&amp;Itemid=300001&amp;lang=en-GB</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.5oct.org/2011/index.php?option=com_content&#038;view=frontpage&#038;Itemid=300001&#038;lang=en-GB">http://www.5oct.org/2011/index.php?option=com_content&#038;view=frontpage&#038;Itemid=300001&#038;lang=en-GB</a></p>
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		<title>Comment on O meu cinco de Outubro by José Ferrão</title>
		<link>http://ferrao.org/2011/10/o-meu-cinco-de-outubro/#comment-1055</link>
		<dc:creator>José Ferrão</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 02 Oct 2011 20:16:14 +0000</pubDate>
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		<description>http://issuu.com/roquedias/docs/audiencia_ao_pr/1</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://issuu.com/roquedias/docs/audiencia_ao_pr/1">http://issuu.com/roquedias/docs/audiencia_ao_pr/1</a></p>
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	<item>
		<title>Comment on O meu cinco de Outubro by António Ferrão</title>
		<link>http://ferrao.org/2011/10/o-meu-cinco-de-outubro/#comment-1053</link>
		<dc:creator>António Ferrão</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 01 Oct 2011 09:48:10 +0000</pubDate>
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		<description>http://www.youtube.com/watch?v=tBW0aoAM4_k</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=tBW0aoAM4_k">http://www.youtube.com/watch?v=tBW0aoAM4_k</a></p>
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		<title>Comment on Os problemas de Portugal, e como os resolver by Alexandre</title>
		<link>http://ferrao.org/2011/08/os-problemas-de-portugal-e-o-como-os-resolver/#comment-1051</link>
		<dc:creator>Alexandre</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Aug 2011 21:00:37 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://ferrao.org/?p=4827#comment-1051</guid>
		<description>Parece-me que chamar a este modelo “barrigas de aluguer” não é totalmente errado, mas bastante incompleto. Acho que seria mais exato de falar de um processo em que o estado é o catalisador do desenvolvimento económico.

O objetivo do estado não é de criar companhias que depois privatiza, mas de levar o setor privado a criar por si próprio empresas. Falo do estado como de um catalisador, porque a participação económica do estado num determinado setor económico deveria ser minoritária em relação à participação privada. Se as estruturas que são propriedade do estado são maiores do que a iniciativa privada, então o setor ainda está imaturo, ou então o seu desenvolvimento falhou.

Há duas razões pelas quais o estado deveria desinvestir-se de companhias que criou, uma vez que o tecido industrial amadureceu:

1 - o facto de a capacidade de se manter competitivo para poder exportar ser mais difícil para uma estrutura de estado do que uma companhia privada. As razões destas desvantagens são que numa companhia de estado as responsabilidades são mais diluídas, os estatutos mais rígidos impedem reformas rápidas, e também porque companhias de estado têm dificuldades em entrar em falência. Muitas vezes uma companhia (seja ela privada ou publica) adquire uma tal rigidez que é incapaz de reagir às novas condições de um mercado. Nessa altura uma companhia privada pode entrar em falência e ser substituída por novas companhias melhor adaptadas. Na mesma situação uma companhia de estado vai sobreviver artificialmente, com mais custos para os cidadãos, e sufocando o desenvolvimento de alternativas.

2 - A situação de o estado ter a propriedade de uma companhia ativa em mercados abertos e de exportação levanta dificuldades por causa da contradição entre imperativos incompatíveis: O objetivo do estado é o interesse público. No caso da economia de mercado isso passa por manter os mercados abertos e criar legislação que favoreça o dinamismo económico. Tudo isso é contrário aos interesses de uma companhia em particular, e quando esta está associada ao estado, pode criar relações de influência em detrimento dos cidadãos em geral.

Como proprietário de uma ou várias companhias, o estado pode ter a tentação de distorcer o mercado em vantagem destas, enquanto que se desinvestir dela(s) pode obter uma posição de arbitragem mais neutra. De qualquer maneira, os ganhos do estado deveriam provir dos impostos que cobra às companhias, que elas sejam públicas ou privadas. Portanto que uma companhia seja privada ou propriedade do estado não deveria mudar nada para  as receitas do estado. Se isso não é o caso, quer dizer que já existem distorções no mercado que serão no fim de contas negativas para os cidadãos, para a competitividade e no fim de contas para a capacidade de exportação do país.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Parece-me que chamar a este modelo “barrigas de aluguer” não é totalmente errado, mas bastante incompleto. Acho que seria mais exato de falar de um processo em que o estado é o catalisador do desenvolvimento económico.</p>
<p>O objetivo do estado não é de criar companhias que depois privatiza, mas de levar o setor privado a criar por si próprio empresas. Falo do estado como de um catalisador, porque a participação económica do estado num determinado setor económico deveria ser minoritária em relação à participação privada. Se as estruturas que são propriedade do estado são maiores do que a iniciativa privada, então o setor ainda está imaturo, ou então o seu desenvolvimento falhou.</p>
<p>Há duas razões pelas quais o estado deveria desinvestir-se de companhias que criou, uma vez que o tecido industrial amadureceu:</p>
<p>1 &#8211; o facto de a capacidade de se manter competitivo para poder exportar ser mais difícil para uma estrutura de estado do que uma companhia privada. As razões destas desvantagens são que numa companhia de estado as responsabilidades são mais diluídas, os estatutos mais rígidos impedem reformas rápidas, e também porque companhias de estado têm dificuldades em entrar em falência. Muitas vezes uma companhia (seja ela privada ou publica) adquire uma tal rigidez que é incapaz de reagir às novas condições de um mercado. Nessa altura uma companhia privada pode entrar em falência e ser substituída por novas companhias melhor adaptadas. Na mesma situação uma companhia de estado vai sobreviver artificialmente, com mais custos para os cidadãos, e sufocando o desenvolvimento de alternativas.</p>
<p>2 &#8211; A situação de o estado ter a propriedade de uma companhia ativa em mercados abertos e de exportação levanta dificuldades por causa da contradição entre imperativos incompatíveis: O objetivo do estado é o interesse público. No caso da economia de mercado isso passa por manter os mercados abertos e criar legislação que favoreça o dinamismo económico. Tudo isso é contrário aos interesses de uma companhia em particular, e quando esta está associada ao estado, pode criar relações de influência em detrimento dos cidadãos em geral.</p>
<p>Como proprietário de uma ou várias companhias, o estado pode ter a tentação de distorcer o mercado em vantagem destas, enquanto que se desinvestir dela(s) pode obter uma posição de arbitragem mais neutra. De qualquer maneira, os ganhos do estado deveriam provir dos impostos que cobra às companhias, que elas sejam públicas ou privadas. Portanto que uma companhia seja privada ou propriedade do estado não deveria mudar nada para  as receitas do estado. Se isso não é o caso, quer dizer que já existem distorções no mercado que serão no fim de contas negativas para os cidadãos, para a competitividade e no fim de contas para a capacidade de exportação do país.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comment on Os problemas de Portugal, e como os resolver by António Ferrão</title>
		<link>http://ferrao.org/2011/08/os-problemas-de-portugal-e-o-como-os-resolver/#comment-1049</link>
		<dc:creator>António Ferrão</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 28 Aug 2011 11:11:34 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://ferrao.org/?p=4827#comment-1049</guid>
		<description>Olá Alexandre.
Vejo que te esforçaste para expor ideias com sentido. Não li o livro a que te referes. Quanto ao que expões, ficaram-me algumas questões.
1) Os factores de atraso endémico (longa vida para a Inquisição, afastamento da revolução &lt;del&gt;liberal&lt;/del&gt;industrial, demora na criação de instituições democráticas e prolongada guerra colonial) sempre contaram e contarão com oposição em Portugal, muitas vezes tenaz. Não vale silenciá-la.
2) Defendes uma espeçie de iniciativa privada decalcada do modelo &quot;barrigas de aluguer&quot;. Os investidores privados, que proclamam da boca para fora as virtudes da iniciativa privada e os pecados da intervenção do Estado na economia, são, afinal, inférteis. Conseguem tomar conta apenas do que os poderes públicos pariram. De outro modo, o risco - cuja assumpção é o seu máximo ponto de honra - revela-se um obstáculo inultrapassável. Porque razão os criadores das empresas - o Estado ou as cooperativas de trabalhadores -, tendo desenvolvido o esforço principal, têm que abrir mão daquilo que criaram para entregar a quem se revelou insuficientemente preparado?

Um grande abraço</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá Alexandre.<br />
Vejo que te esforçaste para expor ideias com sentido. Não li o livro a que te referes. Quanto ao que expões, ficaram-me algumas questões.<br />
1) Os factores de atraso endémico (longa vida para a Inquisição, afastamento da revolução <del>liberal</del>industrial, demora na criação de instituições democráticas e prolongada guerra colonial) sempre contaram e contarão com oposição em Portugal, muitas vezes tenaz. Não vale silenciá-la.<br />
2) Defendes uma espeçie de iniciativa privada decalcada do modelo &#8220;barrigas de aluguer&#8221;. Os investidores privados, que proclamam da boca para fora as virtudes da iniciativa privada e os pecados da intervenção do Estado na economia, são, afinal, inférteis. Conseguem tomar conta apenas do que os poderes públicos pariram. De outro modo, o risco &#8211; cuja assumpção é o seu máximo ponto de honra &#8211; revela-se um obstáculo inultrapassável. Porque razão os criadores das empresas &#8211; o Estado ou as cooperativas de trabalhadores -, tendo desenvolvido o esforço principal, têm que abrir mão daquilo que criaram para entregar a quem se revelou insuficientemente preparado?</p>
<p>Um grande abraço</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comment on Rui Mateus &#8211; Contos Proibidos by Se o PS não é um partido e uma organização fascista, então que…. &#124; cinco dias</title>
		<link>http://ferrao.org/2008/03/rui-mateus-contos-proibidos/#comment-1047</link>
		<dc:creator>Se o PS não é um partido e uma organização fascista, então que…. &#124; cinco dias</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Aug 2011 20:06:10 +0000</pubDate>
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		<description>[...] depois compulsivamente encerrada ; aqui, aqui, do corajoso &#8220;Aventar&#8221; ,  aqui, de Ferrão, o divulgador pioneiro - entre infinitos sites e [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] depois compulsivamente encerrada ; aqui, aqui, do corajoso &#8220;Aventar&#8221; ,  aqui, de Ferrão, o divulgador pioneiro - entre infinitos sites e [...]</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comment on A origem dos sistemas de numeração by José Ferrão</title>
		<link>http://ferrao.org/2011/07/a-origem-dos-sistemas-de-numeracao/#comment-1045</link>
		<dc:creator>José Ferrão</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 Jul 2011 22:39:10 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://ferrao.org/?p=4813#comment-1045</guid>
		<description>Toneca, não sei se te referes ao PP enquanto ministro da defesa, ou agora como MNE.
A mim na tropa já me puseram na rua, não dou para fazer elevações.
Quanto mais revoluções.
Muito menos nesta semana, que perdi um colega de 52 anos por ataque cardíaco.
O Jorge Aleixo Baptista foi cremado hoje.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Toneca, não sei se te referes ao PP enquanto ministro da defesa, ou agora como MNE.<br />
A mim na tropa já me puseram na rua, não dou para fazer elevações.<br />
Quanto mais revoluções.<br />
Muito menos nesta semana, que perdi um colega de 52 anos por ataque cardíaco.<br />
O Jorge Aleixo Baptista foi cremado hoje.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comment on A origem dos sistemas de numeração by António Ferrão</title>
		<link>http://ferrao.org/2011/07/a-origem-dos-sistemas-de-numeracao/#comment-1043</link>
		<dc:creator>António Ferrão</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 Jul 2011 22:09:18 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://ferrao.org/?p=4813#comment-1043</guid>
		<description>Tenho pensado nisso, Zé.
Paulo Portas tem preferência pela base 3:
Classe média-baixa
Classe média-alta

às quais poderíamos acrescentar, para completar:
Classe média-média
Classe baixa-baixa
Classe baixa-média
Classe baixa-alta
Classe alta-baixa
Classe alta-média
Classe alta-alta

Isto é que é uma verdadeira revolução :twisted:</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Tenho pensado nisso, Zé.<br />
Paulo Portas tem preferência pela base 3:<br />
Classe média-baixa<br />
Classe média-alta</p>
<p>às quais poderíamos acrescentar, para completar:<br />
Classe média-média<br />
Classe baixa-baixa<br />
Classe baixa-média<br />
Classe baixa-alta<br />
Classe alta-baixa<br />
Classe alta-média<br />
Classe alta-alta</p>
<p>Isto é que é uma verdadeira revolução <img src='http://ferrao.org/wordpress/wp-includes/images/smilies/icon_twisted.gif' alt=':twisted:' class='wp-smiley' /> </p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comment on A origem dos sistemas de numeração by alexandres.myopenid.com/</title>
		<link>http://ferrao.org/2011/07/a-origem-dos-sistemas-de-numeracao/#comment-1041</link>
		<dc:creator>alexandres.myopenid.com/</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 Jul 2011 10:20:58 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://ferrao.org/?p=4813#comment-1041</guid>
		<description>Nota muito divertida e informativa, eu realmente sempre estranhei a utilização da base sessenta dos babilónios e celtas.

Seria interessante se se pudesse desenvolver um ábaco (bio)digital, para ter uma máquina de calcular sempre à mão ;-)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Nota muito divertida e informativa, eu realmente sempre estranhei a utilização da base sessenta dos babilónios e celtas.</p>
<p>Seria interessante se se pudesse desenvolver um ábaco (bio)digital, para ter uma máquina de calcular sempre à mão <img src='http://ferrao.org/wordpress/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';-)' class='wp-smiley' /> </p>
]]></content:encoded>
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