Archive for the ‘subserviência’ Category

Esquece o cristianismo

Sunday, July 25th, 2010
Esquece o cristianismo ou encara a expulsão
Estudante georgiana foi intimada a ler literatura gay, assistir a parada gay e alterer as convicções pessoais
By Bob Unruh
© 2010 WorldNetDaily
Foi instaurado um processo contra a Universidade estatal de Augusta na Geórgia alegando que os seus agentes impuseram a uma estudante, a opção entre renegar as suas convicções ou ser expulsa do curso.
Os docentes Mary Jane Anderson-Wiley, Paulette Schenck e Richard Deaner impuseram à aluna Jen Keeton, de 24 anos um programa de “recuperação” depois de ela ter descrito a homossexualidade como uma opção de comportamento, e não uma “condição”, como teria afirmado um professor, de acordo com a acusação.
Também foram constituídos réus neste caso que foi desencadeado em Maio-Junho outros administradores académicos e o conselho pedagógico da universidade.
O programa de recuperação incluía uma “sensibilização” aos temas homossexuais, estudos extra-curriculares sobre literatura promovendo a homossexualidade e a obrigação de assistir a uma parada gay e fazer a respectiva reportagem.
Até onde foi o ensino superior na América? Procure em “A Queda Livre da Universidade Americana”
O processo, que foi desencadeado por advogados ao serviço da Alliance Defense Fund, invoca que a escola não pode violar a Lei Constitucional ao impôr a modificação das convicções pessoais.
(o texto segue abaixo)
artigo picado daqui:
http://www.facebook.com/group.php?gid=121216564559857&v=wall
a partir do original aqui:
http://www.wnd.com/index.php?fa=PAGE.view&pageId=182441
(tradução livre minha)

Jack Soifer – Alta velocidade

Thursday, April 30th, 2009
A TECNOLOGIA do TGV tem 150 anos, não inova em nada, é só força bruta. Ao contrário do Alfa, que usa a ciência e é pendular, no TGV o bogie, o chassi e os carris são tradicionais, mas maiores; só o motor eléctrico substituiu a locomotiva a vapor.
O LightAlfa usa compósito, ligas de alumínio e carbono, e HDPVC na carruagem e chapa de aço reforça­do, em vez de ferro fundido no bogie. O fio dos motores é de liga de alumínio em vez de cobre. Tudo o torna mais leve, flexível nas curvas e exige muito menos betão nas pon­tes e retirada de terras nas serras.
O LightAlfa é tecnologia de ponta, faz 240km/h de média, quase igual ao TGV e, ao invés deste, não está nas mãos de só nove empresas de quatro países.
Ao ligar Faro a Braga pelo interior, o Train de Grand Developpement (TGD) com ramais para Badajoz e Vigo e gastando 1,5 mil milhões de euros, traria emprego a 78 firmas e 18 mil cidadãos portugueses.
Só seis empresas de França, Reino Unido e Alemanha estão certificadas para vender carris, material eléctrico e electrónico, carruagens, etc. para o TGV.
A Espanha tem três empresas certificadas para as pontes e a infrastrutura.
Exige-se quatro anos e milhões para certificar.
Não estarão num cartel?
Estimativas de países que pensaram investir ou já fizeram TGV mostram brutais derrapagens. Os três grandes da UE exportariam para Portugal 65 a 74% dos 5 mil milhões, a Espanha uns 20% e as nossas três mega-empresas 8 a 9%.
Mas três gerações (de Portugueses) teriam que pagar mais 4 mil milhões em juros e sobre lucros ao cartel e cada um dos nossos 5 milhões de empregados mais 500€/ano de impostos em subsídios do Governo ao consórcio do TGV.
Se o racional e inovador é o LightAlfa, que lobby de Bruxelas está a forçar um ministro a nos meter goela abaixo uma dívida irracional e uma velha tecnologia? Por que estes dados não chegam a José Sócrates?