Archive for the ‘professores’ Category

Greve contra o Estatuto da Carreira Docente

Monday, January 19th, 2009

Contestação dos professores – Faro

Sunday, January 18th, 2009

O distrito

Ricardo Araújo
Corridinho do Nelito

Faro e Olhão


Albufeira e Quarteira


Lagos e Portimão

Contestação do modelo de avaliação docente no Distrito de Faro
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Silves

Contestação do modelo de avaliação docente no Distrito de Faro
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São Brás de Alportel

Contestação do modelo de avaliação docente no Distrito de Faro
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Tavira

Contestação do modelo de avaliação docente no Distrito de Faro
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Vila Real de Santo António

Contestação do modelo de avaliação docente no Distrito de Faro
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Com o Distrito de Faro termina a publicação do mapa da contestação. Se o leitor se espantou com o número de escolas referidas ao longo destes artigos, cerca de 480, talvez seja melhor adiantar que estas são apenas uma parte daquelas em que se verificaram actos de contestação. (AF)

Som: Ricardo Araújo

Contestação dos professores – Beja

Friday, January 16th, 2009

O distrito

Cante alentejano
Eu ouvi o passarinho

A cidade


Odemira

Som: Marius

Agrupamento de Escolas de Celeirós- Braga

Thursday, January 15th, 2009
Analisada toda a produção normativa publicada, com particular destaque para o Decreto Lei n.º 15/ 2007 de 19 de Janeiro (Estatuto da Carreira Docente) e ainda a simplificação estabelecida pelo Decreto – Regulamentar 1-A/ 2009, de 5 de Janeiro, os professores/as e educadores/as do Agrupamento de Escolas de Celeirós , reunidos no dia 13 de Janeiro, entendem que as condições objectivas para aplicação do modelo de avaliação de desempenho dos docentes não se alteraram, no sentido de promover uma avaliação séria, credível e objectiva, tendo em conta os seguintes aspectos:
  1. O modelo de avaliação preconizado revela no essencial uma visão controladora, centralizadora e não reguladora e formativa;
  2. A implementação do referido modelo, nas suas linhas estratégicas, tem gerado e continuará a gerar e a agravar o clima de insatisfação, mal-estar e até conflitualidade entre pares e hierarquias;
  3. A sua aplicação, apesar da mais recente simplificação do processo de avaliação estabelecida através do Decreto – Regulamentar 1-A/ 2009, de 5 de Janeiro, não evitará o aumento do trabalho burocrático nas escolas, em detrimento das funções pedagógicas que constituem a tarefa prioritária dos professores e educadores;
  4. O desenvolvimento de todo o processo, tem por base a divisão da carreira em duas categorias (professor titular e não titular), ditado por um concurso injusto e arbitrário;
  5. Os professores avaliadores, artificialmente encontrados, carecem naturalmente de falta de formação e de experiência em supervisão (as competências de avaliação dos alunos não são as mesmas da avaliação dos seus pares);
  6. O modelo apresentado, apenas suspende temporariamente a inclusão de critérios de avaliação, tais como os resultados escolares dos alunos e taxas de abandono escolar. Esta suspensão não tem carácter definitivo, pelo que estes critérios, podem ser incluídos a qualquer momento no processo de avaliação dos docentes.
    Acresce, mais uma vez referir a centralização da responsabilidade no docente em factores que são exógenos ao exercício da sua actividade.
  7. O regime de quotas impõe uma manipulação dos resultados da avaliação, devido aos “ acertos” impostos pela existência de percentagens máximas para a atribuição das menções qualitativas de Muito Bom e Excelente;
  8. Questiona-se ainda a intenção da tutela, em impor um modelo de avaliação tão restritivo e persecutório que não segue os ditames ou parâmetros europeus que tanto evoca relativamente a outros aspectos. Fica patente a suspeita da prevalência de valores economicistas, em detrimento de valores que promovam o desenvolvimento profissional em benefício da qualidade das aprendizagens leccionadas.
  9. Questiona-se ainda a legitimidade de um modelo, que na sua génese apresenta graves lacunas, uma vez que aspectos inicialmente tidos como essenciais e intocáveis foram agora alterados e revogados. Referimo-nos concretamente à avaliação da componente científico – pedagógica, bem como á observação de aulas, que podem ou não ser requeridas em função do interesse da obtenção final pretendida.
Por tudo quanto foi referido anteriormente, os professores/ as e educadores/ as presentes na reunião, os quais representam 76 % do total de elementos do quadro docente deste agrupamento, manifestam:
  • A sua disponibilidade para continuar a lutar por um ECD que dignifique e valorize a profissão docente;
  • A vontade de serem avaliados segundo um modelo justo, digno e semelhante àquele que é aplicado noutras classes profissionais ou mesmo dos seus pares europeus;
  • A sua determinação e vontade inequívoca de suspender todas as iniciativas e actividades relacionadas com o modelo de avaliação proposto, recusando como tal a entrega dos Objectivos Individuais.
  • Esta posição visa a defesa de um ensino público de qualidade em que todos os “actores”, incluindo os docentes, se devem sentir como parte integrante da valorização e credibilização do sistema e não como o “bode expiatório” dos problemas do mesmo.

    Celeirós, 13 de Janeiro de 2009

    Os docentes reunidos em Assembleia Geral

    Contestação dos professores – Évora

    Thursday, January 15th, 2009

    O distrito

    Cante Alentejano
    Ao passar da ribeirinha

    A cidade


    Estremoz

    Som: Marius

    Maria da Glória Costa – O tempo urge

    Wednesday, January 14th, 2009
    Deixem-se de conversas, pois é agora ou nunca!

    Onde estais vós, gente de pouca fé?! Hoje dói-me a alma, a desilusão apoderou-se de mim. Tenho vergonha de pertencer a uma classe de professores que tem medo; que não acredita que para se conseguir algo são necessários sacrifícios; que é agora ou nunca; que o tempo urge; que já não há que acreditar em falsas promessas.O hoje passou e o amanhã não será melhor, se nada fizermos. Onde pára essa gente de fortes convicções? Estou cansada de ouvir tantos disparates, tanta caricaturização, tanta justificação , tanta falta de informação !!! Onde estão os 120 mil ? fizeram como a avestruz?

    Hoje confirmei que portugueses há muitos, mas quero aqui tecer um elogio a todos aqueles que acreditam e têm vontade de mudar este país.

    Tenho vergonha dos nossos representantes políticos. Politizaram uma questão tão séria como é o ensino público, pondo em risco a continuação de um ensino público credível, brincaram com a vida de 120 mil profissionais.

    Não sou fundamentalista, mas temo pela democracia neste país e quero que os meus filhos vivam em democracia.

    Nestes últimos anos senti-me ultrajada por um ministério que não me respeita.

    Hoje dei mais um passo em frente…não entrego, nem entregarei os objectivos individuais, faço uma greve por período indeterminado, faço tudo o que ainda estiver ao meu alcance para derrubar esta política de ensino insana. Não aceito que um ano de luta acabe por parir um rato.

    Não me venham com a treta de que devo ter outros meios de me sustentar. Não, não tenho. Tenho quatro filhos a estudar, um na Universidade, um apartamento e um carro que pago às prestações e todas as despesas inerentes a uma família numerosa. Não tenho pais ricos, aliás a minha mãe é viúva e aposentada. Ah e já não tenho marido.

    Quando ouço alguns colegas que desabafam: Ai eu tenho um filho a estudar na universidade e não posso perder parte do meu ordenado. Pois eu também tenho um na universidade e mais três em idade escolar.

    Esses três mais novos acompanharam-me a Lisboa, quis dar-lhes uma lição de democracia ao vivo e a cores e quero ser um exemplo para eles. Quero que eles no futuro sigam o meu exemplo, não aceitem nada com base no medo, que lutem pelos seus ideais, que sejam gente com valores, carácter, com fortes convicções e cidadãos bem formados.

    Maria da Glória Costa, uma mulher de uma só cara!

    (Escola Secundária de Barcelos)


    (Recebido via email de Fátima Gomes) (AF)

    Contestação dos professores – Setúbal

    Wednesday, January 14th, 2009

    O distrito

    Adiafa
    As meninas da ribeira do Sado

    A cidade


    Palmela


    Sesimbra

    Contestação do modelo de avaliação docente no Distrito de Setubal
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    Almada e Seixal

    Contestação do modelo de avaliação docente no distrito de Setúbal
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    Barreiro

    Contestação do modelo de avaliação docente no Distrito de Setúbal
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    Santo André

    Contestação do modelo de avaliação docente no Distrito de Setúbal
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    Marateca

    Contestação do modelo de avaliação docente no Distrito de Setúbal
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    Som : IMEEM

    Paula Montez – Não estamos sozinhos

    Wednesday, January 14th, 2009

    Recebido por email da

    Não nos conformemos! Não estamos sozinhos!

    “Cada um deve lutar no sítio em que estiver, no seu meio, com os seus pares, nas oportunidades que for construindo.”

    E nós? Também temos a nossa parte de responsabilidade. Esperar que dali saia a resolução para o meu problema é errado. Se tenho um problema EU tenho de agir!

    Até agora pode dizer-se que a luta foi fácil.

    Bastou-nos juntar a nossa voz, o nosso nome ao de dezenas de professores do nosso agrupamento, ao de milhares de professores de todo o país.

    Agora, confrontados com um papel que exige que assumamos individualmente a nossa recusa ou aceitação desta avaliação e desta carreira dividida, é chegada a hora de mostrarmos ser capazes de defender as nossas convicções com coerência e coragem.

    Ninguém nos disse que esta luta ia ser fácil … ou rápida.

    De facto não o é.

    1. Ninguém é obrigado a entregar objectivos individuais
    2. Ninguém está a obrigado a outro procedimento que não seja o da auto-avalização
    3. Nenhum professor concorda com este SIMPLEX porque ele nega tudo o que é fundamental numa avaliação de professores – o seu envolvimento com os seus colegas e alunos no ensino e nas aprendizagens.
    4. Este SIMPLEX revela as verdadeiras intenções do ME – impedir a progressão, poupar à custa dos professores, semear desconfianças que alimentem hierarquias dentro das escolas.

    Mas atenção não é preciso que essa recusa passe a escrito, tão simplesmente. Basta não o fazer.

    Se forem poucos a assumir com coragem aquilo que a maioria deseja, podem passar por momentos difíceis … e isso não é justo, pois não? A Força desta nossa luta é a unidade de todos em torno de objectivos comuns. VAMOS CONTINUAR UNIDOS!

    Para isso, o que podemos fazer?

    MANTER A SUSPENSÃO EM CADA ESCOLA, EM CADA AGRUPAMENTO, APOIANDO-NOS UNS AOS OUTROS. VOLTANDO A FAZER TUDO DE PRINCÍPIO COMO JÁ FIZEMOS.

    Não é verdade que já passámos pelos 2/2008 e 11/2008? Não resistimos? Não fomos obrigando o ME a recuos e ao descrédito?

    Parar agora é morrer! Estou de acordo com a estratégia:

    1. 13 de Janeiro encher salas de reunião – fazer bons plenários
    2. 19 de Janeiro fazer uma grande greve – voltar a fechar escolas
    3. Daí para a frente manter a suspensão nas escolas e intervir durante os processos de negociação que vão decorrer com os sindicatos. Penso que será muito importante para que os Sindicatos aproveitem as nossas sugestões e propostas e vão construindo a partir delas
    MÃOS À OBRA, COLEGAS!

    Ilustração:

    Contestação dos professores – Lisboa

    Tuesday, January 13th, 2009

    O distrito

    Carlos do Carmo
    Lisboa, menina e moça

    A cidade


    Benfica


    Queluz e Amadora

    Contestação do modelo de avaliação docente no Distrito de Lisboa
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    Belém

    Contestação do modelo de avaliação docente no distrito de Lisboa
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    Algés

    Contestação do modelo de avaliação docente no Distrito de Lisboa
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    Cascais e Oeiras

    Contestação do modelo de avaliação docente no Distrito de Lisboa
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    Sintra e Cacem

    Contestação do modelo de avaliação docente no Distrito de Lisboa
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    Loures e Sacavem

    Contestação do modelo de avaliação docente no Distrito de Lisboa
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    Póvoa de Santa Iria

    Contestação do modelo de avaliação docente no Distrito de Lisboa
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    Olaias

    Contestação do modelo de avaliação docente no Distrito de Lisboa
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    Som : IMEEM

    Contestação dos professores – Portalegre

    Monday, January 12th, 2009

    O distrito

    Brigada Vitor Jara
    Ao romper da bela aurora

    A cidade

    Som: