Archive for the ‘informação’ Category

National Inflation Association – O embuste do ensino superior

Sunday, May 15th, 2011

As faculdades estão a destruir as vidas de milhões de norte-americanos, que merecem um ensino de muito melhor qualidade por uma fracção apenas daquilo que pagam hoje.
Este documentário irá abrir o jogo a milhões de estudantes que têm sido enganados toda a vida pela propaganda. O sistema que temos transforma-os em escravos da dívida, ao mesmo tempo que a Reserva Federal facilita aos banqueiros o roubo da riqueza da classe média, por via da inflacção.
Chegou a hora dos jovens norte-americanos tirarem conclusões por si próprios.

http://www.youtube.com/watch?v=VpZtX32sKVE&feature=player_embedded#at=1993

Rui Gonçalves – Doença de TARGARDT

Tuesday, January 27th, 2009

Exmo(a) Senhor(a)

Vivo nos arredores de Lisboa e sou pai de uma menina, agora com 7 anos, que é portadora da doença de TARGARDT (degeneração da mácula), o que faz com que perca a visão central ), doença essa que é actualmente incurável, mesmo no estrangeiro. Como não é fácil obter informações a nível nacional, resta-me a Internet para adquirir um conhecimento mais profundo que me ajude a lidar com esta doença, pois mesmo em Lisboa a única ajuda que me foi facultada foi de uma associação (mais concretamente a Associação de Retinopatias de Portugal), associação essa que também padece do problema de falta de apoio, pois é uma entidade privada. O grande objectivo deste mail é tentar arranjar maneira de contactar pessoalmente, familiares ou amigos dessas pessoas que sofram da mesma ou semelhante doença, para fazer um rastreio, com um único pensamento: – Difundir e trocar informações acerca desta doença. POR FAVOR divulguem este mail pelos vossos contactos e/ou se tiverem conhecimento pessoal de um caso semelhante, agradecia que me contactassem:

mailto:rgoncalves@ruralinf.pt

MUITO E MUITO OBRIGADO

Rui Gonçalves

Américo Tavares – A moeda contrafeita

Thursday, May 15th, 2008
Como instrumento de análise, a balança de braços iguais produz três resultados possíveis entre o que é colocado no prato da esquerda e no da direita:
  1. Mais pesado que…
  2. Menos pesado que…
  3. Tão pesado como…
Claude Shannon diria o mesmo de outro modo:
A máxima informação disponível através de uma operação com uma balança de pratos iguais é log(3)/log(2)=1.58496 bits ou, de forma exacta, 1 unidade ternária.

Para se isolar um caso entre 27 equiprováveis precisamos obter uma informação equivalente a log(27)/log(2)=4.7548 bits ou 3 unidades ternárias. Claude Shannon apenas nos chama a atenção para o grau de incerteza que está inerente a qualquer problema, logo a quantidade de informação que é necessário adquirir por qualquer processo, usando qualquer instrumento de análise. Nada adianta sobre o método de resolução, nem sequer garante que ele exista ou que seja praticável. Assim, no problema da moeda contrafeita, se é fácil concluir que o número de operações excede o mínimo necessário – o limite de Shannon – fica totalmente em aberto saber-se como chegar lá.
Porém, Shannon diz-nos algo mais:

Para que a balança produza o máximo de informação, é necessário que a medida incida sobre casos equiprováveis.

A , retirando conclusões úteis das duas condições de desiquilíbrio da balança e da condição de equilíbrio e dividindo em cada etapa a suspeita de modo equitativo entre os dois grupos usados nos pratos e um terceiro que ficava de fora, satisfaz as duas condições de Shannon, constituindo por isso uma solução optimizada (nas condições enunciadas, o número de operações com a balança ou pesagens para reduzir a incerteza inicial a zero obtem-se dividindo esta pela informação ganha em cada operação: 4.7548 bits/1.58496 bits=3).

Américo Tavares dá vida a um blog – – dedicado à matemática. Introduziu um elemento de complexidade que me escapou: a moeda contrafeita poderia ser mais pesada que as genuinas em ouro. Logo, o grau de incerteza inicial viria aumentado em 1 bit ( 5.754887 em vez de 4.754887), sendo este bit suplementar devido ao facto de não possuirmos a informação sobre a desigualdade dos pesos ser por excesso ou por defeito. Como o poder resolvente da balança é o mesmo e excede este bit suplementar, teoricamente bastará mais uma operação para se isolar a moeda falsa. Mas, para que isso seja possível, é necessário que os grupos de moedas sobre os quais se opera distribuam entre si a suspeita de conterem a moeda falsa de forma aproximadamente equitativa. A solução é um exercício muito interessante de engenharia e pode ser consultada no blog do autor.

PS: Teoricamente, pode-se imaginar uma moeda contrafeita por deposição electrolítica de uma camada externa de ouro num núcleo de volfrâmio. Como este metal possui a mesma massa volúmica que o ouro, fica aberta uma terceira hipótese, a de que a moeda contrafeita tenha o mesmo peso que as genuinas. O problema, colocado nestes termos, deixa de poder ser resolvido com recurso a uma balança.

Luisa Novo – A moeda contrafeita

Friday, May 9th, 2008
. Pela participação de todos, agradecemos. (AF)



3 pesagens no mínimo.

1ª em conjuntos de nove moedas em cada prato
2ª em conjuntos de 3 em cada prato
3ª uma em cada prato

Sempre que a balança equilibre com 2 conjuntos, a moeda falsa estará 3º conjunto no grupo que ficou de fora. Cada vez que a balança desequilibrar a moeda estará no prato com menos peso.

Adivinhar a carta

Tuesday, May 6th, 2008

, continua sem resposta convincente. O desafio de hoje contém uma sugestão para aquele, pois também faz uso de testes tricotómicos (uma forma de rebeldia que cultivo nesta Era de Ditadura dos Algarismos Binários, ou bits para os amigos).