Archive for the ‘EUA’ Category

Sterling D. Allan – 911 Truth, San Francisco

Monday, March 1st, 2010
Há excelentes videos sobre o 11 de Stembro, produzidos recentemente e que merecem a atenção, quer se trate de alguém que já convencido de que houve uma conspiração e uma tentativa subsequente de cobertura promovida por elementos do governo dos Estados Unidos da América, ou de alguém que ainda não tenha chegado a essa conclusão.

There have been some excellent 911 Truth videos produced recently that deserve your attention, whether you are already convinced that there is a conspiracy and cover-up from elements within the U.S. government, or you have yet to come to that conclusion. Such a criminal cover-up is blatantly obvious if you will consider the evidence that is presented in these videos, which provide some new evidence as well as present the old evidence in power ways.

The reason this is relevant to free energy technology is that the faction that is involved in the 911 execution and cover-up is part of a wider conspiracy for whom the emergence of these game-changing free energy technologies and the liberation they would provide would spell disaster to the cabal’s agenda to establish a world Orwellian police state. Likewise, you can see why helping such technologies emerge becomes a heroic endeavor of epic proportions.

Watching and propagating these videos is a revolutionary act. Be part of the resistance to tyranny. It’s part of the milieu of defending and advancing freedom.

Sterling D. Allan,
Feb. 25, 2010

9/11 – Demoliçao controlada

Monday, February 8th, 2010

A associação Architects and Engineers for the 9/11 Truth definiu dez sinais distintivos de uma demolição programada:
  1. Activação repentina da destruição na base do edifício
  2. Colapso vertical de todo o edifício sobre os alicerces
  3. Explosões faseadas retiram o apoio das vigas
  4. Queda livre no trajecto de máxima resistência
  5. Fraccionamento das vigas de aço em pedaços prontos para o transporte
  6. Afectação mínima dos edifícios vizinhos
  7. Estampidos e clarões de explosões
  8. Nuvens enormes de cimento pulverizado
  9. Foguetes: jactos de cargas explosivas visíveis nos andares superiores
  10. Presença quimicamente comprovável de cargas de corte
Todos estes sinais estão presentes na queda das torres 1, 2 e 7 (esta última não foi atingida por qualquer avião).
O relatório oficial sobre os acontecimentos de 11 de Setembro de 2001, pelos numerosos factos omitidos, foi incapaz de eliminar as dúvidas junto dos familiares das vítimas e das pessoas que assistiram directamente aos acontecimentos ou mesmo através da televisão. Dando voz aos anseios de todas essas pessoas, a Architects and Engineers for the 9/11 Truth solicitou uma investigação independente para levar os responsáveis a tribunal.
Richard Gage, o fundador da Architects and Engineers for the 9/11 Truth, que já conta com mais de mil especialistas na área da construção civil, propõe:
– Em primeiro lugar, façamos emergir todos os factos tecnicamente comprováveis, deixando de lado as questões de conspiração ou de outra natureza.

Karl Müller – A base comum de valores de Ângela Merkel

Tuesday, November 24th, 2009
Ângela Merkel invocou a «base comum de valores» que «aproximam e unem os Estados Unidos da América e a Europa. É uma visão comum do homem e da sua dignidade inalienável. é uma concepção comum da liberdade e da responsabilidade.» Razão pela qual Ângela Merkel estima que «para nós, o nosso modo de vida é o melhor de todos.»
Jürgen Todenhöfer é membro do mesmo partido que a Sra Merkel. Estudou durante anos o verdadeiro significado dos «valores fundamentais». Fez numerosas viagens ao Próximo Oriente e à Ásia central e publicou artigos a propósito. Por exemplo, no que respeita ao Iraque («Frankfurter Rundschau», 12 de Outubro), escreveu: «A chihita Manal tem 28 anos e vive com a sua mãe, tal como milhares de outros refugiados iraquianos de confissão muçulmana ou cristã, nos arredores pobres de Damasco, a capital da Síria. Foi lá que a encontrei e que ela me informou sobre o tratamento a que foi sujeita pelos militares dos Estados Unidos da América antes de fugir do Iraque. Teve que fugir, mas apresentou uma queixa contra o governo dos Estados Unidos da América.
No Inverno de 2004, os soldados dos Estados unidos da América invadiram a casa da família de Manal. Foi algemada, tal como a sua mãe e, com a cabeça enfiada dentro de um saco preto, foi levada por avião a uma prisão no aeroporto de Bagdad. Os soldados dos Estados Unidos da América acusaram ambas de serem terroristas. Mas, logo que as acusações se revelaram sem fundamento, endureceram os métodos do interrogatório: à noite, Manal viu-se sobressaltada por uma música infernal e projectaram-lhe água gelada no corpo. Os soldados embriagados ameaçaram-na de a violar caso ela não colaborasse.
Uma tarde, conduziram Manal para um quarto com uma mesa vazia ao centro. De seguida, um jovem iraquiano foi empurrado brutalmente para dentro da sala, imobilizado de barriga para baixo sobre a mesa, as suas pernas foram afastadas a pontapé e um soldado dos Estados unidos da América começou a viola-lo. Manal tentou desesperadamente baixar os olhos, mas foi obrigada a manter a cabeça direita. Logo que regressou à sua cla, cortaram-lhe os seus longos cabelos pretos que eram o seu orgulho.
Alguns dias mais tarde ameaçaram-na com o fuzilamento da sua mãe caso não colaborasse. Colocaram-lhe novamente um saco à volta da cabeça e depois ela escutou disparos de arma no quarto vizinho. Os soldados disseram que foram destinados à sua mãe. Manal chorou. Este jogo continuou no dia seguinte com a sua mãe. Ao fim de 33 dias, Manal foi abandonada à noite numa rua. A sua mãe esteve presa durante seis meses na tristemente célebre prisão de Abu Grahib.»

, 16 de Novembro de 2009

Cucha Carvalheiro – Porquê máquina de somar?

Thursday, November 12th, 2009

Para dirigir o espectáculo de inauguração desta nova etapa do Teatro da Trindade desafiei a Fernanda Lapa. Questão de confiança artística e profissional, questão também de homenagear uma Mulher de Teatro que desde sempre tem lutado por uma maior presença feminina no tecido teatral português. Com ela partilhei a minha vontade de apresentar um espectáculo musical e popular, cujo tema fosse relevante e actual, que simultaneamente divertisse e levantasse questões na ordem do dia.

Vivemos numa época em que a política tem vindo a ser reduzida à economia, a economia ao crescimento e ao lucro. Os cidadãos, convertidos em seres descartáveis que perderam referências e horizontes, refugiam-se na rotina entre o trabalho (aqueles que o têm) e a vida privada, sentindo-se impotentes perante um sistema que lhes é apresentado como inevitável. Cada vez convivemos menos, cada vez discutimos menos, cada vez nos confrontamos menos connosco próprios, cada vez ousamos menos expor sentimentos genuínos.

Máquina de somar, de Else Rice, escrita à 88 anos e cuja recente adaptação musical apresentamos, veio ao encontro destas preocupações, cumprindo uma das mais nobres funções do Teatro desde as suas origens atenienses, a reflexão sobre a condição humana e a Polis, o Teatro ao serviço do exercício da Cidadania.

Não posso deixar de agradecer ao António Lagarto que, desde o primeio momento, abraçou o Projecto; à Ana Zanatti, que aceitou o desafio de traduzir e adaptar o texto; ao João Paulo Soares, que assumiu a direcção musica; à Marta Lapa, que assina a coreografia e ao Paulo Sabino, responsável pelo desenho da luz.

Mas Máquina de Somar é mais do que a soma de algumas cumplicidades. è o encontro feliz de uma equipa cujo entusiasmo nos contagia, graças ao empenhamento de um brilhante conjunto de criativos e ao talento e entrega de todos os intérpretes.


Este espectáculo estreou-se no Teatro da Trindade de Lisboa, no Salão Nobre, a 17 de Outubro e está em cena até 24 de Novembro de 2009

Triller

Thursday, June 25th, 2009

M. SHAHID ALAM – O Capitalismo na perspectiva das suas vítimas

Friday, March 27th, 2009
Nunca foi fácil fazer uma crítica ao capitalismo ou aos mercados aos meus alunos do secundário. Muitos nunca terão escutado uma palavra menos simpática contra estas instituições basilares, que reconhecem como pilares do poder e da prosperidade dos Estado Unidos da América.

Estas são instituições sacralizadas. A capacidade do capital privado produzir empregos, riqueza e liberdade é um dos dogmas centrais que muitos norte-americanos absorvem com o leite materno. Ouvir um desafio a tal dogma – qualquer que seja o contexto – é perturbador. Às vezes, suspeito que esta pastilha amarga é ainda mais difícil de engolir pelo facto de eu não ser, notoriamente, um nativo dos Estados Unidos da América.

Nas últimas semanas, porém, essas convicções parecem ter enfraquecido. No passado tomava-se como certo que os mercados estavam a cumprir um papel benéfico, espalhando a prosperidade a alguns pontos centrais do capitalismo global. Fazem o trabalho para nós, ainda que isso possa não funcionar para os asiáticos, os africanos e os latino-americanos.

No entanto, a contestação de que o mercado “livre” raramente funcionava com economias afastadas dos grandes centros do desenvolvimento parecia carecer de fundamento. Aparentemente, tal não era uma falha do mercado. Por muito tempo, o Ocidente convenceu-se de que os asiáticos, os africanos e os latino-americanos não conseguiam porque eram preguiçosos, esbanjadores, corruptos e parcos em imaginação.

Os meus alunos – tal como a maior parte dos norte-americanos – encaram o capitalismo na perspectiva dos vencedores do capitalismo global. Por um acaso de nascimento, tornaram-se beneficiários das riquezas e do poder que o capitalismo global concentra em alguns pontos do sistema. Não concebem que o sistema que tão bem funcionou para eles seja capaz de produzir miséria na Ásia, África e América Latina.

Estive afastado das minhas ocupações docentes na altura em que os Estado Unidos da América conduziram o mundo para uma depressão profunda. Em poucos meses, os gigantes da Wall Street (Bolsa) estatelaram-se ao comprido, foram salvos da extinção por meio dos impostos dos contribuintes. Vacilando à beira da bancarrota, os gigantes da indústria automóvel sobrevivem hoje também à custa dos dinheiros dos contribuintes, sendo incerto qual será o seu futuro. Neste remoinho, os passos de Bernard Maddoff, o Einstein do esquematismo, prosseguiram o seu embuste colossal durante vinte anos sem que os reguladores dessem por isso.

Milhões de norte-americanos perderam o seu emprego; milhões estão ameaçados de perder as suas casas; milhões viram as suas poupanças de reforma evaporarem-se à frente dos olhos; milhões estão em vias de perder a assistência à doença. Enquanto os norte-americanos da rua eram devastados, os dirigentes dos bancos salvos por intervenção pública continuaram a receber milhões em bonificações. A corda esticada ameaça agora quebrar a aclamada tolerância dos norte-americanos para com as diabrites do sistema capitalista.

Usualmente, a democracia norte-amaericana dirige a sua verrina contra os escritores e activistas de esquerda, suficientemente loucos para procurarem defender os desprivilegiados. Desta vez, a fúria dos norte-americanos voltou-se contra os capitães da finança e os veneráveis banqueiros com uma violência invulgar – incluindo ameaças de morte.

Encontrava-me em licença sabática quando Al-Caida destruiu as Torres Gémeas, no 11 de Setembro. Fui, na altura, dispensado de acompanhar os meus alunos, por receio de que me pudessem tomar como um dos fautores daquele ataque.

Novamente me encontrava em licença sabática na altura em que as torres da Wall Street desabaram por cupidez, imprudência e fraude; por uma ideologia do mercado livre que não tem contemplações face à vida humana; por elites capitalistas e seus parceiros na Casa Branca e no Congresso, que transformaram o sector financeiro numa esquema gigantesco de embuste.

Os norte-americanos foram atingidos por actos de terrorismo com consequências a longo prazo para a vida humana de dimensão tal que, no balanço, farão com que o 11 de Setembro pareça uma sessão de chá das cinco. Os perpetradores deste terror são todos internos; não foram treinados nas montanhas do Afganistão, mas em Harvard, Yale e Stanford; foram banqueiros, directores e legisladores, que rezam nos Estados Unidos da América e se encontram entre a nata da sociedade desta nação.

Quando retomei as aulas no final deste ano, encontrei, como era de esperar, alunos marcados por esta experiência. Nada destói tão rápida e eficazmente a ideologia capitalista como as crises capitalistas. Nenhuma crítica ao capitalismo é mais contundente que a devastação do desemprego, a pauperização e a expulsão das suas casas que este inflinge às suas vítimas. Atingidas tão recentemente – no próprio centro do capitalismo global – talvez os cidadãos norte-americanos comecem a entender as vítimas do exterior dos EUA – as que estão em África, Ásia e América Latina – que já foram devastados por este sistema durante séculos.

As ideologias capitalistas procuram a todo o vapor desviar a angústia contra o sistema e apontá-la contra uns poucos vilões, umas tantas maçãs podres. As audições no Congresso identificarão os bodes espiatórios; crucificarão umas tantas bruxas. Serão sacrificados alguns barões do capitalismo. Ao esmorecer a fúria do público, tentar-se-á desviar a culpa para compradores de casas incumpridores e consumidores compulsivos. O espactáculo capitalista deverá então continuar com o mínimo possível de alterações.

Longe porém desta crise, as novas tecnologias, combinadas com o deslocamento irreversível da soberania de alguns segmentos do capitalismo para a periferia, alteraram a dinâmica do desenvolvimento desigual. Os trabalhadores de rendimentos mais altos – a chamada classe média dos países desenvolvidos – foram perdendo as prerrogativas que desfrutaram durante muito tempo, ao entrarem em competição com os trabalhadores de baixos rendimentos da China e da Índia.

Cada vez mais o capitalismo global enriquecerá alguns trabalhadores da periferia à custa dos trabalhadores do centro do capitalismo. Nos próximos anos, a grande aliança que foi forjada entre os capitalistas e os trabalhadores no centro do capitalismo ficará sujeita a uma grande tensão. Cada vez mais, os interesses destas duas classes divergirão.

Empresas poderosas insistirão na abertura, enquanto uma parte cada vez mais importante de trabalhadores reclamarão pelo proteccionismo. Este renascimento do conflito de classes no velho centro do capitalismo alterará as alianças políticas actuais. Depois de terem cooperado durante mais de um século, as instituições democráticas começarão a ameaçar as elitres das corporações. Serão apresentadas novas exigências aos mercenários da intelectualidade nos grandes meios de comunicação social e na academia para encontrarem novos e mais eficientes instrumentos destinados à imbecilização do povo.

Quando um número cada vez mais elevado de trabalhadores de altos rendimentos dos países ricos se tornar, ele próprio, vítima do capitalismo, será que aprenderão a olhar para o capitalismo do ponto de vista das vítimas costumeiras? Consegui-lo-ão nesta nova realidade emergente, com a economia ortodoxa a fugir dos velhos centros em Londres, Cambridge e Chicago rumo aos novos centros em Bangalore e Pequim?

Estranho mundo será este, visto a partir dos velhos centros. Na verdade, ocorrerá uma correcção muito atrasada por dois séculos de desenvolvimento desigual dominado pelas potências ocidentais. Tampouco esta correcção será suficiente: deixará de fora uma grande parte do mundo, mergulhada em pobreza e doença.

M. SHAHID ALAM, , 23 de Março de 2009

Bancos e bónus

Friday, March 20th, 2009
As palavras banco e bónus não devem ser usadas na mesma frase (Ministro dinamarquês das finanças).
, 20 de Março de 2009

Joseph Stiglitz – Ligações perigosas

Friday, February 20th, 2009
A macro-economia vai atingindo a maturidade. A validade universal de alguns conceitos é contestada por novos modelos. Os acontecimentos recentes levaram um grupo de investigadores a empreender um estudo que completa os conhecimentos adquiridos até à data nesta área. (AF)



Procurámos caracterizar o comportamento de uma rede de créditos financeiros ao longo do tempo por meio de um sistema de
Stefano Battiston, Domenico Delli Gatti, Mauro Gallegati, Bruce Greenwald e Joseph E. Stiglitz
17 de Outubro de 2008

NASA apresenta novo veículo de exploração

Tuesday, February 10th, 2009

Investigadores da NASA disseram hoje que construiram e testaram um robô capaz de escalar escarpas, atravessar terrenos inclinados e rochosos e explorar crateras profundas. O protótipo do veículo, baptizado Axel, poderá ajudar a aprofundar as explorações e investigações de territórios exteriores à Terra, como Marte. Também na Terra, o Axel poderá ser útil em operações de busca e salvamento para atravessar terrenos impossíveis pelos veículos convencionais.

Michael Cooney – , 9 de Fevereiro de 2009

Paul Craig Roberts – A guerra ao terror é uma mistificação

Wednesday, February 4th, 2009
, publicado por a 4 de Fevereiro de 2009