Portugal Esotérico – Autorizaram a ocupação de Portugal?

Existe um EXÉRCITO SECRETO EUROPEU, que também pode ser chamado de FORÇA SECRETA POLICIAL DE INTERVENÇÃO PARA O ESMAGAMENTO DE REVOLTAS NA EUROPA.

Já se encontra dentro da União Europeia, porém apenas muito poucos sabem disso.

A força possui os mais amplos direitos, tem de momento 3.000 homens e responde pelo nome de “EURO GENDFOR (EUROPEAN GENDARMERIE FORCE)”, ou seja, TROPA DE POLÍCIA EUROPEIA. O seu comando encontra-se em Vicenza, na Itália, longe do Centro da UE.

Quem deu vida a este projecto foi a Ministra da Defesa Francesa, Alliot-Marie, com o objectivo de mais facilmente esmagar levantamentos populares, como os que têm surgido frequentemente em cidades francesas.

Esta força, já existente, pode agora ser empregue por toda a União Europeia, anulando os direitos nacionais e as soberanias dos Estados Membros!

(Continua em )

4 Comentários

  1. Alexandre
    A ordem interna é assunto da polícia; a defesa das fronteiras, assunto do exército (ou da marinha, ou da força aérea).
    Em Portugal, tal como nos países do Sul da Europa, esta clara distinção entre estas duas forças armadas foi aviltada desde há muito tempo; só assim se explica a existência da guarda nacional republicana, supostamente formada por soldados, mas com âmbito de acção no interior das fronteiras. Na Alemanha, onde esta confusão desembocou no nazismo, os papeis da polícia e do exército estão claramente definidos e separados. Não é por acaso que a Alemanha está ausente desta força multinacional.
    O secretismo está na origem desta força multinacional. Alguém viu inscrita a constituição de tal força em qualquer programa de governo ou de partido candidato em eleições?
    Volta sempre.

  2. Alexandre Santos says:

    Um exército secreto com um site público?

    Esmagar levantamentos populares na França? Tenho a certeza que um desembarque em Marte seria um objectivo mais credível.

    Segundo me parece, o problema é que em missões internacionais só são enviados militares, que ficam confrontados com a missão de assegurar a segurança no seio de populações civis, papel para o qual não têm formação. Daí a ideia de criar uma força policial que possa ser destacada em missões internacionais.

  3. marta says:

    “Autorizaram a ocupação de Portugal?”
    Quem se movimenta facilmente no mundo esotérico não precisa de autorização para ocupar o que quer que seja: ocupa Portugal e não só!
    A moeda e as grandes transacções são, na sua esmagadora maioria, virtuais e, por isso, não têm a menor dificuldade em penetrar e ocupar qualquer parte do Globo.

  4. citizen says:

    seria interessante comparar, 10 anos depois

    “FUNDAÇÃO COM DINHEIROS PÚBLICOS

    A pretexto de uns papéis pessoais cujo valor histórico ou cultural nunca ninguém sindicou, Soares decidiu fazer uma Fundação com o seu nome. Nada de mal se o fizesse com dinheiro seu, como seria normal. Mas não; acabou por fazê-la com dinheiros públicos. SÓ O GOVERNO, DE UMA SÓ VEZ DEU-LHE 500 MIL CONTOS E A CÂMARA DE LISBOA, PRESIDIDA PELO SEU FILHO, DEU-LHE UM PRÉDIO NO VALOR DE CENTENAS DE MILHARES DE CONTOS. Nos Estados Unidos, na Inglaterra, na Alemanha ou em qualquer país em que as regras democráticas fossem minimamente respeitadas muita gente estaria, por isso, a contas com a justiça, incluindo os próprios Mário e João Soares e as respectivas carreiras políticas teriam aí terminado. Tais práticas são absolutamente inadmissíveis num país que respeitasse o dinheiro extorquido aos contribuintes pelo fisco. Se os seus documentos pessoais tinham valor histórico Mário Soares deveria entregá-los a uma instituição pública, como a Torre do Tombo ou o Centro de Documentação 25 de Abril, por exemplo. Mas para isso era preciso que Soares fosse uma pessoa com humildade democrática e verdadeiro amor pela cultura. Mas não. Não eram preocupações culturais que motivaram Soares. O que ele pretendia era outra coisa. Porque as suas ambições não têm limites ele precisava de um instrumento de pressão sobre as instituições democráticas e dos órgãos de poder e de intromissão directa na vida política do país. A Fundação Mário Soares está a transformar-se num verdadeiro cancro da democracia portuguesa.»”

    [Por António Marinho Pinto (advogado e jornalista) in «Diário do Centro», de 15 de Março de 2000]

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