Manuel Ramos - Como resistir às ilegalidades do Ministério da Educação
Colegas e amigos,
Na sequência de mais um (nos últimos tempos penso que já recebi uns seis?!) e-mail não solicitado da DGRHE (por sinal na melhor das alturas, logo após a desmarcação das greves regionais e o acordo para uma reunião!!), e que abaixo reproduzo, resolvi consultar a lei (PDF Decreto-Lei n.º 7/2004, de 7 de Janeiro ).
Registei o que o art. 22 dizia no seu nº 6, fazendo por isso expresso pedido à mesma DGRHE e à ANACOM (usem a página com formulário para reclamações) solicitando ao abrigo desta disposição a minha remoção da lista de e-mails daquela entidade.
Caso assim o entendam, façam o mesmo, usando ou não o texto que lhes fiz:
Na sequência de mais um (nos últimos tempos penso que já recebi uns seis?!) e-mail não solicitado da DGRHE (por sinal na melhor das alturas, logo após a desmarcação das greves regionais e o acordo para uma reunião!!), e que abaixo reproduzo, resolvi consultar a lei (PDF Decreto-Lei n.º 7/2004, de 7 de Janeiro ).
Registei o que o art. 22 dizia no seu nº 6, fazendo por isso expresso pedido à mesma DGRHE e à ANACOM (usem a página com formulário para reclamações) solicitando ao abrigo desta disposição a minha remoção da lista de e-mails daquela entidade.
Caso assim o entendam, façam o mesmo, usando ou não o texto que lhes fiz:
Caros Senhores,
Nos últimos tempos a minha caixa de correio electrónico tem sido literalmente assaltada por e-mails enviados pela vossa instituição e para os quais não dei consentimento prévio. Mais grave ainda, as referidas mensagens não trazem conforme o Decreto-Lei n.º 7/2004, de 7 de Janeiro , art. 22, nº 6 (e é curial fazer-se em rodapé de mensagem), a possibilidade de permitir ao destinatário requerer imediatamente a remoção da vossa lista.
Em face do exposto, e ao abrigo da referida lei, concretamente do seu art. 22, nº 6, cujo texto transcrevo abaixo, agradecia desde já a remoção deste e-mail da vossa lista de destinatários.
Manuel Ramos
c/c à ANACOM
via A Educação do meu umbigo, 6 de Dezembro de 2008
Etiquetas: Portugal, professores, resistência cívica



5 Comentários:
Também lhes respondi. :)
http://professorsemquadro.blogspot.com/2008/12/hoje-no-me-contive-e-respondi-ao-e-mail.html
Olá Maria Lisboa
Tenho estado a tentar captar numa imagem a dimensão do protesto, mas está difícil. No entretanto vou meditando no significado de tudo isto, a capacidade de os portugueses desmistificarem as poloíticas destrutivas da OCDE, servilmente prosseguidas por este governo neoliberal de fachada socialista, e na deslocação para Norte do centro de gravidade das lutas populares. Muito interessante. Vai passando, que a imagem http://ferrao.org/uploaded_images/portugal.gif vai sofrendo actualizações.
Olá, António
1 - hoje já não recebi o mail da Dgrhe! :)
2 - faltam-te escolas na imagem; por ex: li por aí o comunicado de suspensão das escolas de Aljezur e no mapa não tem nenhuma naquela zona; a minha não sei se consta porque a região de Lisboa já não comporta mais nada ;)
Nos sites dos diferentes sindicatos da FENPROF estão listagens de escolas que já suspenderam (não sei se todas comunicaram...)
E na linha do modernismo linguístico, como se chama uma mulher que tenta destruir a educação em Portugal?
Ministra !
Antigamente, quando havia democracia, chamava-se Ex-ministra
no blog:http://contraducoes.blogspot.com/
Maria
Eu disse que é difícil reportar todas as escolas, dado o ritmo que o protesto atingiu. Da lista da Fenprof, vou agora entrar em Viseu: Aljezur e Lisboa ficarão para mais tarde. Atenção, que no mapa do google há duas páginas.
Conceição Gomes
Muito bem vinda. Estou em crer que a Ministra cometeu um erro de cálculo na avaliação da capacidade de resistência dos professores. Terá o destino político que merece.
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