Ainda o 11 de Setembro

Tenente Coronel Robert Bowman, Doutor em Aeronáutica e Engenharia Nuclear
Muitas das peças de informação, quando consideradas em conjunto, provam que a teoria oficial da conspiração do 11 de Setembro é uma mixórdia (hogwash). É impossível.
Há um segundo grupo de questões relacionadas com a cobertura jornalística. Juntando tudo, prova-se que a alta hierarquia do nosso governo não pretendeu que conhecêssemos os factos e de quem foi a responsabilidade. Quem ganhou com o 11 de Setembro? Quem encobriu factos cruciais sobre o 11 de Setembro? E quem publicou em primeira mão histórias notoriamente falsas sobre o 11 de Setembro? Quando combinamos as respostas a estas três questões, penso que fica muito claro que são indivíduos altamente colocados na administração e que todos os caminhos apontam para Dick Cheney.
Sou um piloto interceptador de aviões de longa data. Conheço os métodos. Já os cumpri. Sei quanto tempo demoram. Conheço as regras… Alguns críticos da inabilidade do governo afirmaram: “Todos sabiam, mas nada fizeram.” Ora, isso não é verdade. Se o nosso governo nada tivesse decidido nesse dia, e deixasse correr os procedimentos normais, aqueles aviões, quaisquer que fossem, teriam sido interceptados, as Torres Gémeas ainda estariam levantadas e milhares de americanos que morreram ainda estariam vivos.
Tenente Jeff Dahlstrom, Antigo piloto da Força Aérea
Quando se deu o 11 de Setembro, acreditei em toda a linha na história contada pelo governo e pelos media. Toda a vida fui um conservador e republicano, havia votado em Bush e Cheney por duas vezes. Após rever uma noite o filme de Oliver Stone sobre a morte de John Fitzgerald Kennedy, comecei a pesquisar a verdade sobre os seus assassinos.
As minhas pesquisas conduziram-me a uma questão muito mais importante e actual: o mistério sobre o que aconteceu realmente a 11 de Setembro. Tudo o que parecia real, verificou-se ser uma falsidade. O governo dos EUA e os jornais de notícias, mais uma vez, mentiram ao mundo sobre os verdadeiros terroristas e perpetradores do assassínio de 2972 inocentes naquela data.
O Patriot Act foi, de facto, escrito antes do 11 de Setembro, com a intenção de destruir a Constituição dos EUA e a Emenda sobre os Direitos. Foi aprovada pelo Congresso, com fundamento no mito sobre o 11 de Setembro apresentado pelo governo, que foi de facto um embuste montado. O 11 de Setembro foi planeado ao pormenor e executado por elementos párias do exército, da Força Aérea, das forças de espionagem e de empresas privadas contratadas pelo governo dos EUA.
Além de limitar severamente os direitos fundamentais dos cidadãos, o crime do 11 de Setembro foi depois usado pela administração, que eu havia apoiado anteriormente, para justificar o alastramento da guerra preventiva (e, muito provavelmente, da terceira guerra mundial), matando mais de 4500 soldados dos EUA, e matando para cima de um milhão de inocentes afegãos e iraquianos.
Foi tudo premeditado. Alta traição, uma operação militar injustificada e o escamoteamento da verdade perante povo americano foram cometidos pelos funcionários do governo dos EUA ao mais alto nível e nem uma só pessoa responsável por estes crimes ou pelo seu encobrimento foi ainda indiciada para julgamento nos últimos seis anos.
Após ter lido quinze obras de pesquisa bem documentadas, estudado oito ou nove documentários em DVD e dedicado meses de pesquisa pessoal, cheguei a uma conclusão definitiva: o governo dos EUA e a Constituição deste país foram feitos reféns e subvertidos por um grupo de criminosos que são hoje os verdadeiros terroristas. Eles controlam o governo dos EUA e todos violaram os seus deveres de funcionários ao cometerem traição contra os cidadãos do seu próprio país.
Capitão Daniel Davis, ex-oficial da Defsa Aérea dos EUA, Presidente do Conselho de Administração da Turbine Technology Services Corporation
Como antigo especialista de turbinas e gestor e presidente de uma empresa do sector, posso garantir que não existe qualquer dispositivo de alta tecnologia nem liga para motores destinados a altas temperaturas que pudessem ser inteiramente destruidos, queimados, vaporizados ou fundidos em qualquer um dos quatro embates do 11 de Setembro. Amachucados sim, porém, não destruidos. Onde estão todos estes motores, em particular o do Pentágono? Se um avião a jacto tivesse embatido no 11 de Setembro, estes motores, assim como porções das asas e da cauda estariam lá. Além disso, pela minha experiência como oficial da North American Aerospace Defense Command (NORAD) como ex-director táctico da Defesa Aérea em Chcago-Milwaukee e actual piloto privado assevero que não há a mínima possibilidade de um avião em vôo registado (todos os vôos comerciais são IFR) não ser interceptado após ter sido desviado do seu plano de vôo, desligados os seus transponders, interrompidas as suas comunicações com a Torre de Controlo de Tráfego Aéreo. Nem pensar! Com muito má sorte, talvez um pudesse esgueirar-se, mas de modo algum todos.
Finalmente, sobrevoar um monte e uma auto-estrada e espatifar-se no Pentágono exactamente na linha de de união da parede com o solo é difícil até com um pequeno e lento avião, com um 757 é quase impossível. Talvez o melhor piloto do mundo o conseguisse, mas nunca estes “terroristas” impreparados. Tentar obscurecer estes factos, chamando-os “Teoria da Conspiração” não altera a verdade. Há algo podre nos Estados Unidos.


Estes e outros depoimentos podem ser consultados em inglês, aqui.

Deixe um comentário

Tem que se Identificar para comentar.