Eugénio Rosa - Crescimento negativo
Caro (a) amigo (a)
A OCDE acabou de apresentar o seu relatório sobre Portugal referente a 2008.
Existem aspectos importantes nesse relatório que foram ocultados pela secretário-geral da OCDE no discurso de apresentação que fez, em que esteve presente o ministro das Finanças, e que também foram ignorados pela generalidade dos media que trataram desta matéria, mas que merecem, a meu ver, uma atenção especial pois constituem algumas das causas mais importantes da baixa produtividade e competitividade da economia portuguesa.
Esses aspectos são nomeadqamente o "crescimento negativo" da produtividade multifactorial registado nos últimos anos e a desindustrialização que se tem verificado em Portugal.
São precisamente estes dois aspectos que analiso neste estudo assim como a redução da despesa com o subsidio de desemprego em -14%; o aumento em +99% do saldo global da Segurança Social; a utilização do excedente assim criado para baixar a taxa de contribuição das empresas para a Segurança Social e para multiplicar de isenções, resultante do acordo assinado pelo governo, pelas associações patronais e pela UGT sobre a revisão do Código do Trabalho, tudo isto feito à custa da Segurança Social.
Espero que este estudo possa ser útil.
Com consideração
Eugénio Rosa
Economista
edr@mail.telepac.pt
28 de Junho 2008
A OCDE acabou de apresentar o seu relatório sobre Portugal referente a 2008.
Existem aspectos importantes nesse relatório que foram ocultados pela secretário-geral da OCDE no discurso de apresentação que fez, em que esteve presente o ministro das Finanças, e que também foram ignorados pela generalidade dos media que trataram desta matéria, mas que merecem, a meu ver, uma atenção especial pois constituem algumas das causas mais importantes da baixa produtividade e competitividade da economia portuguesa.
Esses aspectos são nomeadqamente o "crescimento negativo" da produtividade multifactorial registado nos últimos anos e a desindustrialização que se tem verificado em Portugal.
São precisamente estes dois aspectos que analiso neste estudo assim como a redução da despesa com o subsidio de desemprego em -14%; o aumento em +99% do saldo global da Segurança Social; a utilização do excedente assim criado para baixar a taxa de contribuição das empresas para a Segurança Social e para multiplicar de isenções, resultante do acordo assinado pelo governo, pelas associações patronais e pela UGT sobre a revisão do Código do Trabalho, tudo isto feito à custa da Segurança Social.
Espero que este estudo possa ser útil.
Com consideração
Eugénio Rosa
Economista
edr@mail.telepac.pt
28 de Junho 2008
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