Madalena Houve um ministro irlandês que reconheceu, antes do referendo, que só uma pessoa mentalmente insana poderia dar-se ao trabalho de ler o "tratado simplificado europeu". Que queriam? Um cheque em branco?
Se o referendo fosse a 27 a derrota dos sacanas ainda era maior.
Já não somos ignorantes (o povo Irlandês foi prova disso mesmo) por isso só lhes (tecnocratas e vendilhões de países) resta uma saída, mudem as políticas ou então vão-se embora.
É um gozo que só vai sobreviver uns dias... mas é um gozo. Agora os irlandeses ou votam SIM numa coisa qualquer que lhes apresentem com umas "alterações" de paginação... ou RUA!
Ferroadas e Samuel Quando sobreveio o terramoto político do Não" francês, a primeira coisa que pensei foi: "Estes tipos vão inventar uma maneira de não fazer mais consultas populares". O facto de as alterações à Constituição de Irlanda só poderem ser feitas via referendo pareceu a estes burocratas (Merkel, Durão Barroso, etc) um obstáculo ultrapassável por artes falaciosas. Tiveram a ousadia de afrontar todos os cidadãos e súbditos da Europa de uma assentada, mas foram desmascarados pela única consulta popular. Bem podem dizer que 18 países já aprovaram, que isso em nada retira, aos olhos de todos, a inadequação do método pelo qual enveredaram, nem alivia as tensões criadas, que galharam um amplitude renovada.
7 Comentários:
Por isso, os restantes "chefes" se limitaram a ser eles próprios a referendar a sua própria obra.
;(
Maria Lisboa. Mas que grande alegria, estares por aqui.
Já disse e repito: não percebo nada de política, mas foi mesmo "porreiro, pá!" este não da Irlanda. ;)
Madalena
Houve um ministro irlandês que reconheceu, antes do referendo, que só uma pessoa mentalmente insana poderia dar-se ao trabalho de ler o "tratado simplificado europeu". Que queriam? Um cheque em branco?
Se o referendo fosse a 27 a derrota dos sacanas ainda era maior.
Já não somos ignorantes (o povo Irlandês foi prova disso mesmo) por isso só lhes (tecnocratas e vendilhões de países) resta uma saída, mudem as políticas ou então vão-se embora.
Abraço
É um gozo que só vai sobreviver uns dias... mas é um gozo.
Agora os irlandeses ou votam SIM numa coisa qualquer que lhes apresentem com umas "alterações" de paginação... ou RUA!
Ferroadas e Samuel
Quando sobreveio o terramoto político do Não" francês, a primeira coisa que pensei foi: "Estes tipos vão inventar uma maneira de não fazer mais consultas populares". O facto de as alterações à Constituição de Irlanda só poderem ser feitas via referendo pareceu a estes burocratas (Merkel, Durão Barroso, etc) um obstáculo ultrapassável por artes falaciosas. Tiveram a ousadia de afrontar todos os cidadãos e súbditos da Europa de uma assentada, mas foram desmascarados pela única consulta popular. Bem podem dizer que 18 países já aprovaram, que isso em nada retira, aos olhos de todos, a inadequação do método pelo qual enveredaram, nem alivia as tensões criadas, que galharam um amplitude renovada.
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