Teixeira dos Santos - "Já sinto um cheiro no ar"
O tão apreciado Timming dos ciclos eleitorais está a mudar. Os problemas destes - como direi - dirigentes (?) em exercerem a pedagogia da democracia parecem ainda maiores que o dos dirigidos em os entender. Sempre resta a demagogia.(AF)

Não podemos reprimir salarialmente os funcionários - asseverou o desaprendiz de político Teixeira dos Santos em resposta às exigências impertinentes do cavernícula Vítor Constâncio.
Fonte: Diário de Notícias de 16 de Outubro de 2007
Etiquetas: demagogia, democracia



5 Comentários:
"Não podemos reprimir salarialmente os funcionários"
Esta é para rir! Ele está a "mangar" com quem?
Será que ainda há quem acredite nestes impostores?
Entrámos mesmo no período eleitoral! Já valia tudo... agora até estóreas do arco-da-velha!
Estes energúmenos disseram que só em função da avaliação é que poderia progredir. Que para progredir, se se estivesse na altura disso acontecer, se teria que ter duas avaliações de excelente ou MB. Que cada avaliação correspondia ao período de 2 anos. As avaliações da FP ainda não estão a ser feitas em todos os locais. As que começaram a ser feitas, foram iniciadas em 2005. Ainda vão (dizem eles) uniformizar as carreiras transformando os escalões em 3 ou 4 (não me lembro). As dos professores só vão começar agora (dizem eles, apesar de não haver nada definido que estamos "em avaliação desde o dia 1 de setembro deste ano).
Por isso, mesmo que descongelem, não serve a ninguém, a não ser àqueles que à, data do congelamento (29 de agosto de 2005), já tinham o processo de progressão aprovado para entrar em vigor durante o mês de setembro ou Outubro (entre nós, os requisitos tinham que ser apresentados com 60 dias de antecedência, relativamente à data prevista para o efeito).
Assim, a quantos irá servir o descongelamento? A meia dúzia nop cômputo geral da FP.
Será que ainda há quem qacredite nisto?
Sei que quem não é da FP vai pensar "lá estão aqueles a ser beneficiados outra vez!... Lá vão progredir e recuperar os ordenados e o poder de compra!".
Pois é! Ninguém lhes explica estes pequenos pormenores! :)
Maria Lisboa: sê benvinda.
Desconhecia todos estes pormenores. Limitei-me a registar o ajuste fino das palavras às fases da Lua, isto é, do calendário eleitoral. A palavra timming é da autoria deste senhor e foi por isso que a utilizei. Chego a nem entender como é possível pessoas com estudos não se darem conta de contradições tão óbvias quanto às próprias convicções que proclamam. Para se dar algo por garantido, basta mencioná-lo.
Mas, de facto, quando espreitamos os pormenores, tudo se transforma: passam logo de ineptos políticos a desavergonhados impostores. Na mouche.
Eu sei que essa frase é dele. Aliás o "discurso" que fez para apresentar o OE foi acompanhado de uma série de frases do mesmo estilo. Quem só o ouvir falar fica a pensar que nunca houve ninguém mais preocupado com o nosso bem estar sócio-económico do que ele! :)
Pois... o Timming.
Talvez não seja estranho estas declarações serem pouco antes da grande manifestação de Quinta-feira em Lisboa, que se prevê ser a maior manifestação de sempre convocada por um sindicato em Portugal.
Estes figurões têm os portugueses na conta dos ignorantes e influenciáveis, como tal, continuam a jogar com as palavras e com a tentativa de engano subtil.
cumprimentos
vermelho vivo
Maria Lisboa
Nem se dão conta que pedir restrições não é a mesma coisa que ser impopular;
pedir restrições equivale a dar explicações
ser popular é ser compreendido, seja para dar bom dia, seja para indicar o que cada um pode esperar como retribuição do seu esforço.
ser impopular é promover medidas que agravam desigualdades
Equivalências abusivas desembocam em teorias como a do timming, que este senhor tem a desfaçatez de proclamar, dando-se ares de grande político quando não passa de um farejador de fases. E a sua entourage já nem lhe chama a atenção para o ridículo da sua figura, talvez porque esteja ainda mais imbecilisada.
Red
Benvindo. Obrigado pelo comentário.
Talvez o personagem não seja tão subtil, afinal. Pelo menos espero que assim não seja reconhecido por muita gente.
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