Europa pós-guerra: com todas as feridas abertas, numa confusão de idéias, de injustiças, de escombros, de cumplicidades, tudo por reconstruir, a única mensagem válida poderia apenas ser artística.(AF)
Non, rien de rien, non, je ne regrette rien! Ni le bien qu'on m'a fait, ni le mal; tout ça m'est bien egal!
Non, rien de rien, non, je ne regrette rien! C'est payé, balayé, oublié. Je me fous du passé!
Avec mes souvenirs j'ai allumé le feu! Mes chagrins, mes plaisirs, je n'ai plus besoin d'eux! Balayés les amours avec leurs trémolos, balayer pour toujours! Je repars à zéro.
Non, rien de rien, non, je ne regrette rien! Ni le bien qu'on m'a fait, ni le mal; tout ça m'est bien egal!
Non, rien de rien, non, je ne regrette rien! Car ma vie, car me joies aujourd'hui ça commence avec toi!
Há um lado verdadeiramente mágico na linguagem poética que me reduz a mim, pobre sensaborão tecnicista, a um nível quase indigno de capacidade de expressão. Mas, dentro da clausura dos meus próprios limites, satisfaço-me em contemplar o vigor irrestível de cada uma das palavras deste poema.
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Há um lado verdadeiramente mágico na linguagem poética que me reduz a mim, pobre sensaborão tecnicista, a um nível quase indigno de capacidade de expressão. Mas, dentro da clausura dos meus próprios limites, satisfaço-me em contemplar o vigor irrestível de cada uma das palavras deste poema.
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