Myron W. Evans - Refutação da Escola de Copenhaga
Vendo a Ciência à distância, somos por vezes ofuscados pelo fascínio de uma construção estruturalmente bela, algo que nos enleva e nos faz sonhar com um mundo de entendimento possível, acima das quezílias desgastantes que muitas vezes corroem o discurso político. W. Evans toca na ferida, e rompe o cenário idílico que encobre os bastidores do desenvolvimento da Física no século XX. Poder-se-á observar que o autoritarismo científico também existe, e foi responsável por dezenas de anos de subalternização de vozes incómodas, tal como já sabíamos que podia acontecer noutros teatros.
Ao mesmo tempo, Myron W. Evans presta uma homenagem a um Físico português comtemporâneo, o professor José Croca. Este professor mantém cursos em Lisboa, abertos à comunidade extra-universitária, segundo a melhor tradição universitária norte-americana e segundo a ideia da Universidade Popular de Bento de Jesus Caraça.
O texto que se segue, vale a pena ler. Se o Leitor preferir o original em inglês, pode encontrá-lo aqui.
Muito obrigado a Roy Keys, editor do "Aiperom", pelo artigo do "New Scientist", que é uma nova refutação experimental da Escola de Copenhaga. O nosso condiscípulo José Croca e o seu grupo da Universidade de Lisboa também refutaram experimentalmente a Escola de Copenhaga usando microscopia avançada ( consultar a monografia de José Croca na World Scientific Series).
A equação de onda de Evans da relatividade geral causal mostra que o campo electromagnético é um conceito geométrico na sua origem e que o campo potencial electromagnético é uma função própria da equação de onda de Evans, um tetrad. Não existe a complementaridade de Bohr/Heisenberg na teoria do campo de Evans e é uma teoria do campo da relatividade geral no qual aparece a matéria e as ondas radiadas. A energia da massa de uma partícula é um valor principal da equação de onda de Evans. O fotão é, portanto, definido pelo Lema de Evans; os valores principais não são localizados. Existem ondas de matéria em vez de partículas. Tudo isto resulta directamente da geometria, da causalidade e da filosofia natural de Einstein.
Tal como a experiência de Afsahr - que se verificou ser reproduzível e repetível em Harvard - mostra, a natureza ondulatória do fotão existe em simultâneo com a sua natureza crepuscular (tal como se depreendia de Einstein, Broglie e Vigier). Isto porque uma partícula na relatividade geral é uma curvatura escalar do espaço-tempo, o valor principal da equação de onda de Evans dedutível do princípio da menor curvatura de Evans. Isto está sintetizado no Lema da teoria do campo de Evans:
para todos os mu da variedade de base. Aqui, sup A é o campo potencial electromagnético e R é a curvatura escalar. A bem conhecida equação de estrutura de Croca recupera-se quando
onde m é a massa do fotão que se propaga e lambda sub C é o comprimento de onda de Compton relativo ao fotão, produzindo automaticamente a dualidade onda-partícula de Broglie, precisamente a ANTÍTESE da complementaridade de Bohr.
Fica assim ilustrado que a escola determinística e causal de Einstein / de Broglie / Schrodinger / Bohm / Vigier / Croca e seguidores e agora o Alpha Institute of Advanced Studies (AIAS), é experimentalmente superior à escola de Copenhaga de Bohr e Heisenberg.
Vigier mencionou-me em Vigier One (1995) que a razão por que Bohr e Heisenberg foram levados a sério na Conferência de Solvay de 1927 foi porque literalmente Heisenberg mandou de Broglie, que tinha um temperamento tímido, calar-se. A personalidade protentosa e combativa de Heisenberg ganhou o dia, mas não as mentes dos cientistas. Einstein era uma personalidade muito mais expansiva, e nunca aceitou as ideias de Bohr. Em consequência, também Einstein foi praticamente votado ao ostracismo a partir de meados dos anos 30. Instalou-se assim uma tremenda hipocrisia entre os físicos consagrados: tanto se deificava como se ignorava Einstein.
Eu próprio e a minha família fomos votados ao ostracismo e alvo de censuras durante uma década depois de ter descoberto B(3) mas a situação evoluiu de tal maneira que já não é hoje possível caracterizar as minhas ideias como estando fora do pensamento nuclear (mainstream) da Física. Claro que a "Physical Review" não define o que seja mainstream, assim como não controla o pensamento dos físicos espalhados pelo Mundo. Sería, contudo, extremamente improvável que pessoas muito inteligentes de todo o Mundo continuassem a estudar intensamente o meu trabalho todos os dias durante dezoito meses se se tratasse apenas de balelas (junk), como foi apelidado por alguns "críticos". Estes já foram esquecidos pela História ou são hoje olhados como fraudes intelectuais.
Vamos então tolerar as ideias alheias e tolerarmo-nos uns aos outros.
Et pluribus unum
Myron W. Evans
Director da AIAS
Etiquetas: Mecânica Quântica



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