A arrogância de Sócrates
Quando o Primeiro Ministro de Portugal disse publicamente, esta semana, a propósito da greve dos professores às aulas de substituição, dentro das suas componentes não lectivas, que os respectivos sindicatos são do contra geneticamente sejam quais forem as medidas tomadas pelo governo "mesmo que sejam para melhor", e que para o ano lectivo próximo irão acontecer aulas de substituição ( entenda-se animação ) no Ensino Secundário, a mim pareceu-me que estava a voar no tempo, que talvez estivesse a passar por um buraco negro e a regressar aos tempos dos meus 20 anos, enquanto estudante e a ouvir um qualquer governante marcelista.
Primeiro, pensei que talvez Deus lhe tivesse dito que as suas medidas, as que vai tomando, são as melhores para o país. Se assim não foi terá ele pensado que são as melhores. Não perguntou a opinião a mais ninguém.
Segundo, achei-o vingativo, pois foi durante a greve às aulas de substituição ao básico que ele anunciou as futuras para o secundário.
Daqui retirei a conclusão que a vingança, a arrogância, a prepotência que tem demonstrado conforme vai retirando direitos adquiridos pelos trabalhadores, depois de tantas lutas e sacrifícios passados por quem de facto trabalhou(a) e não parasitou(a), só podem ser atribuídas ao autoritarismo que tem vindo a demonstrar. Prefiro a palavra escolhida para não ferir susceptibilidades.
Primeiro, pensei que talvez Deus lhe tivesse dito que as suas medidas, as que vai tomando, são as melhores para o país. Se assim não foi terá ele pensado que são as melhores. Não perguntou a opinião a mais ninguém.
Segundo, achei-o vingativo, pois foi durante a greve às aulas de substituição ao básico que ele anunciou as futuras para o secundário.
Daqui retirei a conclusão que a vingança, a arrogância, a prepotência que tem demonstrado conforme vai retirando direitos adquiridos pelos trabalhadores, depois de tantas lutas e sacrifícios passados por quem de facto trabalhou(a) e não parasitou(a), só podem ser atribuídas ao autoritarismo que tem vindo a demonstrar. Prefiro a palavra escolhida para não ferir susceptibilidades.
Para além disto tudo era bom que o nosso 1º ministro se lembrasse, de vez em quando, que ele também é funcionário público e pago por todos os que descontam, e, portanto, que deve ter algum cuidado no seu desempenho.



1 Comentários:
Acho muito bem. Já não posso ouvir aquela voz na rádio, nem consigo olhar mais para aquele dedo espetado a apontar para a maioria absoluta que é renegada de cada vez que pratica o contrário daquilo que prometeu na campanha.
E quanto à avaliação das competências, acho que deveria ficar a cargo dos familiares "licenciados" que já foram nomeados para os cargos públicos.
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