Segunda-feira, Fevereiro 08, 2010

9/11 - Demoliçao controlada

Torres gémeas



A associação Architects and Engineers for the 9/11 Truth definiu dez sinais distintivos de uma demolição programada:
  1. Activação repentina da destruição na base do edifício
  2. Colapso vertical de todo o edifício sobre os alicerces
  3. Explosões faseadas retiram o apoio das vigas
  4. Queda livre no trajecto de máxima resistência
  5. Fraccionamento das vigas de aço em pedaços prontos para o transporte
  6. Afectação mínima dos edifícios vizinhos
  7. Estampidos e clarões de explosões
  8. Nuvens enormes de cimento pulverizado
  9. Foguetes: jactos de cargas explosivas visíveis nos andares superiores
  10. Presença quimicamente comprovável de cargas de corte

Todos estes sinais estão presentes na queda das torres 1, 2 e 7 (esta última não foi atingida por qualquer avião).
O relatório oficial sobre os acontecimentos de 11 de Setembro de 2001, pelos numerosos factos omitidos, foi incapaz de eliminar as dúvidas junto dos familiares das vítimas e das pessoas que assistiram directamente aos acontecimentos ou mesmo através da televisão. Dando voz aos anseios de todas essas pessoas, a Architects and Engineers for the 9/11 Truth solicitou uma investigação independente para levar os responsáveis a tribunal.
Richard Gage, o fundador da Architects and Engineers for the 9/11 Truth, que já conta com mais de mil especialistas na área da construção civil, propõe:
- Em primeiro lugar, façamos emergir todos os factos tecnicamente comprováveis, deixando de lado as questões de conspiração ou de outra natureza.

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Quarta-feira, Fevereiro 03, 2010

Mário Crespo - O Fim da Linha

Terça-feira dia 26 de Janeiro. Dia de Orçamento.



O Primeiro-ministro José Sócrates, o Ministro de Estado Pedro Silva Pereira, o Ministro de Assuntos Parlamentares, Jorge Lacão e um executivo de televisão encontraram-se à hora do almoço no restaurante de um hotel em Lisboa.

Fui o epicentro da parte mais colérica de uma conversa claramente ouvida nas mesas em redor. Sem fazerem recato, fui publicamente referenciado como sendo mentalmente débil (“um louco”) a necessitar de (“ir para o manicómio”). Fui descrito como “um profissional impreparado”. Que injustiça. Eu, que dei aulas na Independente. A defunta alma mater de tanto saber em Portugal.

Definiram-me como “um problema” que teria que ter “solução”. Houve, no restaurante, quem ficasse incomodado com a conversa e me tivesse feito chegar um registo. É fidedigno. Confirmei-o.

Uma das minhas fontes para o aval da legitimidade do episódio comentou (por escrito): “(…) o PM tem qualidades e defeitos, entre os quais se inclui uma certa dificuldade para conviver com o jornalismo livre (…)”. É banal um jornalista cair no desagrado do poder. Há um grau de adversariedade que é essencial para fazer funcionar o sistema de colheita, retrato e análise da informação que circula num Estado. Sem essa dialéctica só há monólogos.

Sem esse confronto só há Yes-Men cabeceando em redor de líderes do momento dizendo yes-coisas, seja qual for o absurdo que sejam chamados a validar. Sem contraditório os líderes ficam sem saber quem são, no meio das realidades construídas pelos bajuladores pagos. Isto é mau para qualquer sociedade. Em sociedades saudáveis os contraditórios são tidos em conta. Executivos saudáveis procuram-nos e distanciam-se dos executores acríticos venerandos e obrigados.

Nas comunidades insalubres e nas lideranças decadentes os contraditórios são considerados ofensas, ultrajes e produtos de demência. Os críticos passam a ser “um problema” que exige “solução”. Portugal, com José Sócrates, Pedro Silva Pereira, Jorge Lacão e com o executivo de TV que os ouviu sem contraditar, tornou-se numa sociedade insalubre.

Em 2010 o Primeiro-ministro já não tem tantos “problemas” nos media como tinha em 2009.

O “problema” Manuela Moura Guedes desapareceu.

O problema José Eduardo Moniz foi “solucionado”.

O Jornal de Sexta da TVI passou a ser um jornal à sexta-feira e deixou de ser “um problema”.

Foi-se o “problema” que era o Director do Público.

Agora, que o “problema” Marcelo Rebelo de Sousa começou a ser resolvido na RTP, o Primeiro Ministro de Portugal, o Ministro de Estado e o Ministro dos Assuntos Parlamentares que tem a tutela da comunicação social abordam com um experiente executivo de TV, em dia de Orçamento, mais “um problema que tem que ser solucionado”. Eu.

Que pervertido sentido de Estado. Que perigosa palhaçada.

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Segunda-feira, Fevereiro 01, 2010

Desenvolvimento Angolano

A barragem hidroeléctrica do Ngove, situada a 120 quilómetros a sul da cidade do Huambo, começa a produzir energia eléctrica a partir de Fevereiro de 2011, revelou, na quinta-feira, à Angop, o director-geral do Gabinete de Aproveitamento Hidrográfica da Bacia do Cunene.
Gomes da Silva disse que a reabilitação da barragem “está bastante avançada” e que depois de concluída vai permitir a entrada em funcionamento de uma turbina de 20 megawatts para, quatro meses depois, arrancarão outras duas com igual capacidade, totalizando 60 megawatts.
Gomes da Silva afirmou que os ensaios da primeira turbina - que vai produzir, numa primeira fase, electricidade apenas paras as cidades do Huambo e do Kuito - estão previstos para Dezembro, prolongando-se até Janeiro.
A obra, orçada em 150 milhões de dólares, consiste na recuperação do corpo da barragem e na montagem de uma central eléctrica.
A empreitada inclui a reabilitação e construção de casas para os operadores da barragem e a reabilitação de um aeródromo, com uma pista de 1.060 metros, aéreas para bombeiros e de abastecimento de combustível.
O director-geral do Gabinete de Aproveitamento Hidrográfico da Bacia do Cunene revelou que a barragem do Ngove, além de produzir energia eléctrica, vai continuar como reguladora de cauda da barragem do Ruacaná, na Matala, província da Huíla.
O director provincial de Energia e Águas no Huambo, Elias Adolfo, referiu que a entrada em funcionamento da barragem “é um grande ganho para as populações da região e do sector industrial, em particular”.
Elias Adolfo frisou que, a par da reabilitação da barragem do Ngove, está em curso a montagem de linha de transporte de electricidade da subestação do Belém do Huambo para a cidade do Kuito.

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Orgulho de ser Angolano.

O Presidente da Comissão da União Africana (CUA), o gabonês Jean Ping, manifestou ontem, em Addis Abeba, a sua satisfação pela forma brilhante como o Governo angolano organizou a Taça de Africa das Nações em Futebol, CAN Orange Angola’ 2010.
Jean Ping, que discursava na cerimónia inaugural da XIV Cimeira Ordinária da União Africana, assegurou que o êxito obtido por Angola vai repetir-se no Campeonato do Mundo de Futebol, a ter lugar em Junho próximo, na África do Sul, e condenou o ataque bárbaro perpetrado pela FLEC em Cabinda contra a selecção nacional do Togo.
O presidente da Comissão da União Africana qualificou de injustificável, e aproveitou também a ocasião para endereçar as suas condolências “aos irmãos e irmãs do Haiti, afectados pela catástrofe do sismo, a 12 de Janeiro de 2010”.
“Não esqueceremos com triste emoção o ataque injustificável perpetrado contra o autocarro que transportava a equipa nacional do Togo, que causou a morte de duas pessoas, inclinando-nos em sua memória”, disse.
O Presidente da Comissão da União Africana também se manifestou satisfeito com a evolução da situação na Guiné-Bissau, depois das eleições presidenciais ganhas por Malam Bacai Sanha, ausente da cimeira por razões de saúde.
Na presença do Chefe de Estado do Sudão, Jean Ping disse que a situação no Darfur continua grave, devendo um relatório sobre o assunto ser entregue pelo antigo Presidente da África do Sul Thabo Mbeki aos Chefes de Estado e de Governo africanos.
Ontem, mais de 30 Chefes de Estado e de Governo da UA, o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, e o presidente em exercício da União Europeia, Jose Luiz Zapatero, participaram no acto oficial do içar da nova bandeira da UA, cerimónia que contou com a presença do Presidente da Assembleia Nacional, Fernando da Piedade Dias dos Santos.
Representando o Presidente da Republica, José Eduardo dos Santos, na XIV Cimeira Ordinária dos Chefes de Estado e de Governo da União Africana, Fernando da ­Piedade manteve, pouco depois do içar da bandeira, encontros com os Presidentes de São Tomé e Príncipe, Fradique de Menezes, do Gabão, Ali Bongo Ondimba, e da Tanzânia, Jakaya Kikwete.
Ainda à margem da cimeira, o Presidente da Assembleia Nacional, que regressa hoje ao país, reuniu-se com o vice-Presidente do Ghana, a quem fez a entrega de uma mensagem do Presidente José Eduardo dos Santos para o seu homólogo John Atta Mills.
Fernando da Piedade participou também na eleição consensual do candidato da SADC para a presidência rotativa da UA, que o líder líbio, Muammar Al Kadhafi, queria continuar a exercer por mais um mandato, para supostamente concluir o seu projecto de construção dos Estados Unidos de África. O líder líbio abandonou ontem mesmo os trabalhos da cimeira, regressando ao seu país.
O secretário executivo da SADC, Tomás Salomão, manifestou-se satisfeito com a eleição consensual do candidato da comunidade, tendo desdramatizado a posição dos representantes dos Estados do Magrebe que defendiam mais um mandato para Kadhafi.
Durante a sua intervenção, o Secretario Geral da ONU, Ban Ki-moon, anunciou a realização de uma conferência sobre as metas de desenvolvimento do milénio, em Setembro próximo, em Nova Iorque, durante a qual as questões das tecnologias de informação e comunicação, do clima, da agricultura e a actual crise económica e financeira serão abordadas em profundidade.
O Zimbabwe foi eleito sábado membro do Conselho de Paz e Segurança (CPS) da UA em representação da África Austral. O Comité Executivo dos Ministros dos Negócios Estrangeiros elegeu igualmente dez membros do Conselho de Segurança para um mandato de dois anos. Trata-se do Djibuti, do Rwanda, da Mauritânia, da Nigéria, da Namíbia, da África do Sul, do Benin, da Côte d’Ivoire, do Mali e do Tchad.
A Mauritânia foi readmitida no seio da UA depois duma breve suspensão na sequência do golpe de Estado militar de Agosto de 2008, sanado com a realização de eleições gerais.

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Sábado, Janeiro 30, 2010

A Sociedade da Informação

Movido pela curiosidade, inscrevi-me numa conferência da Lisboa Editora acerca do ensino da Matemática. No cartaz não dizia as horas, mas estava claro que era na Faculdade de Ciências, que era um local que eu já não visitava há muitos e bons anos.
Depois de tropeçar numa fila quilométrica para a Loja do Cidadão dos Restauradores, lá subi o elevador da Glória, continuando a té chegar ao conhecido local da Rua da Escola Politécnica. Qual não foi o meu espanto, quando me apercebi que aquilo agora é só museus e a única coisa que continua é o Jardim Botânico, ou o que resta dele. Mas encontrei à entrada um solícito guarda que controlava a entrada dos carros, e que se aprestou a esclarecer-me que a FC agora passou lá para os lados da Rua do Século.
Retomando o caminho de volta, lá encontrei no Jardim do Príncipe Real um mercado ao ar livre de produtos biológicos, onde uma vendedora procurava convencer a cliente que os preços pouco passam dos preços do mercado tradicional.
Sem procurar interromper a transacção, encontrei outra cliente que se preparava para saborear o seu café numa mesa ao ar livre, a qual me esclareceu sem pestanejar que a FC ficava precisamente no local de onde eu me dirigia, em plena Rua da Escola Politécnica, fixando-me com aquele ar indignado a dizer "olha-m'este que nem sabe onde é a Faculdade de Ciências".
Lá lhe expliquei o que me tinham dito, e ela com o mesmo ar catedrático lá me apontou a direcção da Rua do Século, para onde me dirigi. Percorrida a descida, vendo que por ali não se passava nada, deparei numa transversal com qualquer coisa que parecia uma escola, e ao procurar entrar perguntando-me ao que vinha, explicaram-me que a Faculdade de Ciências não era ali, mas sim mais adiante onde se via uma bandeira.
Percorrendo mais uma centena de metros, no local indicado pelas bandeiras o que se encontrava era um outro museu, salvo erro de Arqueologia.
Aí acabei por desistir definitivamente, substituindo a conferência por um humilde café onde o dono concordou comigo, que a tal Faculdade devia ser mas era lá para os lados do Campo Grande.

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Sexta-feira, Janeiro 29, 2010

Danièle Ganser - Exércitos secretos da NATO (1)

Citando o Reseaux Voltaire:

Ainda que se trate do trabalho de um historiador, esta investigação sobre a Gládio não se confina à História, mas reflecte a nossa vida quotidiana. Esta estrutura secreta continua activa e os estados europeus permanecem sob tutela anglo-saxónica (...). É impossível compreender a actual política na Europa sem ter uma ideia precisa sobre as redes stay-behind.
Este primeiro artigo retrata a descoberta da Gládio por magistrados italianos no fim da década de 1980.


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Terça-feira, Janeiro 26, 2010

Pela retirada imediata do Afeganistão

Considerando:

  • Que a guerra e a ocupação do Afeganistão, há cerca de oito anos, por forças da NATO, apenas tem acentuado a deterioração da segurança dos povos e da estabilidade na região;

  • Que a situação humanitária é catastrófica e vem alastrando, com a desestabilização no Paquistão e outras nações vizinhas do Afeganistão, como efeito directo da acção militar ofensiva, da NATO;

  • Que a resolução dos problemas do Afeganistão depende essencialmente do seu próprio povo e das soluções de regime que este escolher; que, entretanto, as forças ocupantes não hesitam em impor e apoiar narcotraficantes e senhores da guerra, no Governo e na Presidência, instalados no poder por eleições que todos consideram fraudulentas;

  • Que os protestos e resistência cívica à ocupação do Afeganistão crescem de forma notória nos EUA - potência responsável em primeira mão pelo empenhamento da NATO - e em vários países europeus, envolvendo todos os estratos da população, à medida que o desastre militar se vai tornando inevitável, falando-se mesmo, ao mais alto nível, dum novo Vietname;

  • Que Portugal e seus cidadãos, pela sua participação militar na campanha da NATO neste país são considerados inimigos pelos combatentes afegãos, tornando-se assim alvos considerados legítimos de acções de guerra. Pelo que não é sustentável argumentar-se com a defesa de Portugal, dos interesses portugueses ou de seus cidadãos e muito menos de segurança interna, para manter forças no Afeganistão.



Exigem, de acordo com os artº.s 7º, 273º e 275º da Constituição da República e tendo em conta que quaisquer compromissos militares do Estado Português não podem violar o artº 7º, que elenca os Princípios Fundamentais da Constituição, a

retirada imediata das forças armadas portuguesas do Afeganistão,

dado o carácter ilegal dessa intervenção à luz do Direito internacional e interno.



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Zé Luis Rebel - Memórias gestuais

(recebido por email: Olinda)





Francisco Goulão, é professor de Educação Visual no Centro António Cândido, Porto, há mais de 14 anos. No entanto, sempre se empenhou nesta profissão durante 32 anos, após se licenciar em Pintura pela Faculdade das Belas Artes da Universidade de Lisboa. E é Surdo de alma e coração, tem 58 anos de idade. Falamos do Professor Surdo Francisco Goulão.

Tem sido uma figura de referência incontornável para muitos Surdos que, na maioria deles, foram seus próprios alunos, não apenas como por entre muitos membros da comunidade Surda, pelo menos, da última geração em que a internet e outros géneros tecnológicos que hoje conhecemos, como o telemóvel, não eram ainda a realidade.
Na altura, havia só jornais em papel que eram acessíveis apenas para quem compreendia razoavelmente o português escrito. E o tradicional e eterno telejornal e outros jornais televisivos continuava a barrar aos Surdos, apesar das imagens de alguma forma elucidativas , o precioso acesso à informação como complemento.
O Professor Francisco Goulão era um dos escassos Surdos que dominavam a compreensão do português escrito e podia ler os jornais sempre que quisesse, mas também preocupava-se em informar e manter os Surdos actualizados do que se passava no nosso mundo em questões políticas e outras de natureza diversa e variada, tanto cá dentro como lá por mundo fora. Em outras palavras, procurava tirá-los da ignorância quase absoluta a que, na ausência de outros recursos possíveis, pareciam inevitavelmente condenados. Para esses mesmos Surdos, o Prof. Goulão era uma espécie de jornal 'vivo', do qual podiam ter acesso à informação generalizada.

O documentário propõe demonstrar, através das entrevistas, as situações pontuais em que como o simples vivenciar de um humilde Surdo numa normal convivência com alguém congénere da geração anterior como o Prof. Goulão, dotado dos conhecimentos que tinha pela simples capacidade de ler jornais, pode potenciar tanto as oportunidades de permitir a um Surdo quase funcionalmente analfabeto esculpir uma visão particular, pessoal e abrangente sobre a realidade externa, a partir da sua própria consciência intrínseca que, com e graças às conversas constantes, pôde desenvolver em grande escala. O elemento central para esta 'ponte da informação' era irrevogavelmente o uso da Língua Gestual. É um daqueles casos que se pode dizer que os gestos não só falam mas que também informam... E mais ainda, informando por vezes pode-se ensinar e aprender de diferentes formas, explorando inúmeros temas e questões por meio da conversa. Vítor foi um dos alunos Surdos do Prof. Goulão, com quem o compartilhar da rotina quotidiana, tanto dentro como fora de aulas, lhe trouxe benefícios e teve ainda enormes influências e impactos determinantes para a vida que leva hoje. Um dos exemplos mais flagrantes passou-se quando Vítor, já adulto, recebeu uma carta da Segurança Social e, em virtude das bases de orientações que recebera das conversas habituais com o Prof. Goulão, pôde entender, em geral e de forma clara, o conteúdo do que vinha escrito na carta. Uma situação aparentemente vulgar para outros, mas para ele, sem dúvida, um marco muito significativo e que vem realçar a importância do modelo Surdo que representa para os Surdos em idade escolar, para fins da construção da identidade pessoal e outros benefícios inerentes como, por exemplo, o crucial desenvolvimento das faculdades cognitivas.


ZLR

Dezembro 2009

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Terça-feira, Janeiro 12, 2010

A Dinamarca na Guerra ao Iraque

O governo dinamarquês não se comportou honestamente no caso da Guerra ao Iraque, registou o relatório. A comissão classificou a justificação dada pelo governo como "algo trapalhona", pois insiste na tese do desmantelamento dos arsenais de Armas de Destruição Massiva como motivo principal, muito depois de se ter percebido que o objectivo central foi o da mudança de regime. Davids e os restantes membros da comissão assinalaram também o facto de as agências de espionagem se terem apoiado quase exclusivamente em informações prestadas pelos seus colegas de outros países, mas suavizando os termos. O ministro dinamarquês, no entanto, não conseguiu transmitir ao parlamento esta distinção.


O relatório contestou a natureza defensiva dos lançadores de mísseis Patriot (fornecidos pela Dinamarca) estacionados próximo da fronteira do da Turquia com o Iraque, lembrando que tais fornecimentos sem o consentimento do parlamento são uma violação da lei constitucional.

Dutch government misrepresented case for Iraq war, NRCHandelsblad, 12 de Janeiro de 2010

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Segunda-feira, Janeiro 11, 2010

BOM DIA, 2010!

Embora atrasados, por motivos alheios à minha vontade, aqui deixo votos de um ano mais risonho, com a ajuda de André Rieu.

NOTA: Quando surge, no vídeo, "Brasil sinphony" é preciso ter em conta que a segunda música tocada é mexicana - La Bamba - e não brasileira.

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